É possível lutar contra a demência precoce. Basta manter-se activo e ter alguns cuidados com a sua alimentação.
Assim como o corpo, o cérebro também apresenta mudanças ao longo dos anos, sendo o mais comum com a idade a perda de memória. No entanto, pequenas atitudes podem evitar este mal. Exercitar a mente melhora a memória, a concentração e a qualidade de vida.
O primeiro passo é distrair-se. Segunda uma pesquisa da Clínica Mayo, em Minnesota, nos Estados Unidos, as pessoas que se ocupam com leitura, jogos, hobbies, como costura ou tricô, apresentaram 40% menos de risco de perder a memória.
Para além disso, é importante trabalhar a concentração. A memória precisa da atenção e da concentração para poder armazenar dados. Se a atenção falha, a memória acaba por falhar também.
A memória pode ser estimulada de várias formas, desde o simples exercício de tentar lembrar o que fez pela manhã, o que comeu no almoço, que roupa usou no dia anterior, até à prática de jogos, quebra-cabeça, palavras-cruzadas, damas, xadrez e etc.
Aprender novas habilidades como um curso de línguas, música, pintura e informática também ajuda a ginasticar o cérebro, e consequentemente, a memória. O sono também é fundamental. Dormir pelo menos 8 horas por noite ajuda a manter a memória activa, pois enquanto dormimos o cérebro grava o que aprendemos durante o dia.
Outros factores essenciais são a prática regular de exercício físico e a uma alimentação cuidada. Uma pesquisa realizada por cientistas alemães e publicada na revista Proceedings of the National Academy of Sciences mostrou que diminuir 30% a ingestão de calorias pode melhorar a memória.
Outra pesquisa, realizada por cientistas da Duke University, na Carolina no Norte, nos Estados Unidos, comprovou que os exercícios físicos podem melhorar a capacidade mental em pessoas mais velhas e adiar a perda das faculdades mentais.
por Inês Menezes em 2011-06-08
Fonte: Idade Maior
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