segunda-feira, 9 de Novembro de 2009
Cientistas descobrem causa da diabetes tipo 1 e abrem caminho para vacina
« Classifique este artigo Partilhar:
Vincent Geenen, professor na Universidade de Liège, lidera o projecto de investigação Eurothymaide que tem vindo a estudar as causas da diabetes tipo 1, doença auto-imune que afecta milhões de pessoas em todo o Mundo.
Os diabéticos têm de testar várias vezes por dia os níveis de açúcar no sangue e têm de injectar insulina constantemente porque o seu organismo auto-destrói a insulina. Geenen investigou a razão deste “auto-ataque” e percebeu que o timo, glândula do sistema imunitário, começa a funcionar mal e as células do sistema imunitários começam a atacar as células do pâncreas responsáveis pela secreção da insulina.
“O nosso objectivo é desenhar novas abordagens ao diagnóstico e ao tratamento das doenças auto-imunes baseadas no novo conhecimento que temos do timo”, explicou o cientista à Eurovisão.
Partindo deste novo conhecimento, os cientistas esperam agora descobrir uma forma de reprogramarem as células do sistema imunitário.
A 14 de Novembro assinala-se o Dia Mundial da Diabetes.
Fonte: sapo
sábado, 7 de Novembro de 2009
Bruxismo e refluxo são comuns em pessoas com apneia do sono
O levantamento, apresentado recentemente no encontro do American College of Chest Physicians, indicou que cerca de um em quatro pacientes com apneia (marcada por interrupções da respiração durante o sono, causando roncos e complicações mais sérias) sofre de bruxismo – condição marcada pelo ranger de dentes nocturno e que afecta cerca de 8% da população norte-americana –, e que 35% deles têm refluxo – retorno anormal do conteúdo estomacal para o esófago.
Os investigadores avaliaram 150 homens e 150 mulheres com apneia – cada grupo com 50 caucasianos (brancos), 50 afro-americanos e 50 hispânicos. E os resultados mostraram que 25,6% dos pacientes apresentavam ranger de dentes, enquanto 35% reclamavam de azia nocturna e sintomas de refluxo.
Avaliando a influência do género e da etnia na relação entre bruxismo, refluxo e apneia, os especialistas notaram que o ranger de dentes era mais comum nos homens (43%, contra 31% das mulheres) e nos caucasianos (35%, contra 19% dos hispânicos).
O refluxo foi mais comum em afroamericanos (40%, contra 31% dos hispânicos e 34% dos caucasianos).
«Distúrbios do sono como a apneia podem levar a muitas condições de saúde secundárias», revelou a médica Kalpalatha Guntupalli, presidente do American College of Chest Physicians.
«Ao tratar a apneia do sono, os médicos devem também reconhecer e abordar as condições de saúde secundárias, como o bruxismo, com o objectivo de controlar completamente o distúrbio de sono de um paciente», complementou.
Segundo o investigador Shyam Subramanian, líder do estudo, a relação entre apneia obstrutiva do sono e bruxismo nocturno está normalmente associada a uma resposta a um estímulo. «O fim de um evento de apneia pode ser acompanhado de numerosos fenómenos na boca, como ronco, respiração ofegante, resmungos e ranger de dentes», explicou o especialista.
Outros factores que poderiam explicar a relação entre as duas condições seriam a ansiedade e o consumo de cafeína. «Altos níveis de ansiedade podem levar ao bruxismo, e a apneia do sono não-tratada é reconhecida como causa de distúrbios de humor, incluindo depressão e ansiedade», ressaltou o especialista.
Além disso, segundo ele, «o sono diurno da apneia do sono pode fazer com que uma pessoa ingira cafeína, e isso está também associado com alto risco de bruxismo».
sapo
sexta-feira, 6 de Novembro de 2009
Estudo vincula depressão a alimentos industrializados
O estudo, descrito na revista científica British Journal of Psychiatry, analisou informações sobre a dieta de 3.500 funcionários públicos britânicos e, cinco anos mais tarde, monitorizou a ocorrência de depressão no grupo.
Segundo a equipa de investigadores, este é o primeiro estudo a vincular a dieta dos britânicos com a depressão
Os especialistas dizem, no entanto, que - embora não seja possível excluir a possibilidade de que pessoas com depressão talvez tenham dietas menos saudáveis - é pouco provável que a alimentação seja a razão por trás dos resultados porque não foi identificada uma relação entre dieta e diagnósticos prévios de depressão.
Os investigadores dividiram os participantes em dois grupos de acordo com o tipo de dieta que seguiam. Num grupo ficaram os que consumiam alimentos integrais, frutas, legumes e peixe. No outro, os que comiam principalmente alimentos industrializados, como sobremesas açucaradas, alimentos fritos, carne industrializada, cereais refinados e produtos laticínios ricos em gordura.
Após levar em conta factores como sexo, idade, educação, actividade física, doenças crónicas e tabagismo, os especialistas identificaram uma diferença significativa em riscos futuros de ocorrência de depressão nos grupos.
Os que comiam mais alimentos integrais apresentaram 26% menos riscos de desenvolver depressão do que os que consumiam menos alimentos integrais.
Em contraste, os que comiam mais alimentos industrializados apresentaram 58% mais riscos de desenvolver depressão do que os que comiam poucos alimentos industrializados.
Ainda não está claro por que alguns alimentos podem proteger contra ou aumentar os riscos de depressão, mas os cientistas avaliam que talvez haja um vínculo entre dieta, inflamações e condições como doenças cardíacas.
2009-11-03
Sapo
quinta-feira, 5 de Novembro de 2009
1001 utilidades do bicarbonato
Como antiácido para aliviar dor de estomago: Dissolver 2,5g (1 colher de café) em um copo de água filtrada e tomar 30 minutos antes das refeições, para neutralizar o excesso de secreção gástrica no estômago. Não usar juntamente com dieta láctea (a base de leite) devido a possibilidade de ocorrência de síndrome alcalino-láctea. (Fonte: Resolução-RDC N° 199, de 26 de outubro de 2006 - ANVISA)
Remoção de odores de geladeira e freezer: Depois de retirado todo o gelo, limpe com um pano limpo ligeiramente embebido em água com bicarbonato de sódio [uma colher (sopa) bem cheia em meio litro de água morna] e depois seque com um pano limpo. Esta mesma solução pode ser utilizada para retirar qualquer cheiro forte que tenha ficado no plástico, mergulhe os vasilhames em água com bicarbonato de sódio, e deixe por vários minutos, depois lave normalmente com água.
Limpeza da cafeteira de aço inox: Adicione duas colheres (sopa) de bicarbonato de sódio a um volume de água equivalente a sua capacidade, deixe-a ferver durante 10 a 15 minutos numa vasilha e então despeje a solução sobre a cafeteira.
Limpeza da garrafa térmica: Lave a ampola (vidro prateado) com uma solução de água quente e bicarbonato de sódio para retirar resíduos do líquido. Enxágüe bem. Não use utensílios de metal para limpar a ampola de vidro, pois ela é frágil.
Sujeira ou manchas no aço: Aplique uma mistura feita com bicarbonato de sódio dissolvido com álcool etílico, até formar uma pasta (tipo pasta cristal), usando um pano macio ou uma bucha de náilon para passar na superfície do aço inox, faça-o sempre da maneira mais suave possível, utilizando passadas longas e uniformes, no sentido do acabamento polido, caso houver. Evite esfregar com movimentos circulares, depois, enxágüe com bastante água, preferencialmente morna e seque com pano macio.
Use bicarbonato de sódio na limpeza de utensílios de inox, dissolva 1 colher (sopa) de bicarbonato de sódio em um litro de água e lave as peças.
Para limpar panela queimada, salpique com bicarbonato de sódio e umedeça, depois de algumas horas lave, o queimado sairá facilmente. E, se a comida grudou, encha a panela com água quente e duas colheres de bicarbonato de sódio. Deixe algum tempo e limpe.
Para cinza de cigarro no cinzeiro que continuam a queimar e são desagradáveis, evite isso colocando um pouco de bicarbonato de sódio no fundo do cinzeiro.
Limpeza de carpetes: Uma desodorização rápida pode ser obtida pulverizando-se o carpete com bicarbonato de sódio e aspirando logo a seguir.
Para evitar manchas amareladas em lycra branca: depois de lavar e enxaguar, logo em seguida, deixar por pouco tempo de molho em água contendo um pouco de bicarbonato de sódio, secar a sombra.
Para tirar aquelas marcas que com o uso ficam nas bordas internas das xícaras de café ou chá, basta esfregar bem com um pano úmido e bicarbonato de sódio.
Para desentupir o cano da pia, jogue dentro dele um pouco de bicarbonato (2 a 4 colheres de sopa), derramando em seguida meia xícara de vinagre.
Para limpar pentes, escovas e rolos de cabelo: Adicione 3 colheres (sopa) de bicarbonato de sódio em ½ colher (sopa) de hipoclorito de sódio numa bacia com um pouco de água morna. Coloque os objetos e deixe um pouco, mexendo sempre. Enxágüe e deixe secar no ar.
Para remover o mofo das cortinas do chuveiro: Use bicarbonato de sódio.
Para remover a corrosão da bateria: Esfregue os terminais da bateria e ganchos com uma solução de água com bicarbonato de sódio. Depois passe vaselina sólida.
Ladrilhos e cerâmicas: Para uma limpeza leve, lave os ladrilhos com uma solução de ½ xícara de amônia, ½ xícara de vinagre branco, ¼ de xícara de bicarbonato de sódio em 1 litro de água morna.
Para tirar manchas de ferrugem nos tecidos, passe uma mistura de suco de limão com bicarbonato de sódio. Ou coloque suco de limão sobre a mancha, depois cubra o local com sal e deixe no sol por 20 minutos. Para ambos os casos, repita a operação se a mancha persistir e depois lave normalmente. Para remover as manchas de ferrugem em tecidos pode ser utilizado também o Tira Ferrugem.
Manchas amareladas de tecidos: Para clarear tecidos de algodão e linho já amarelados pelo tempo, ferva o tecido numa panela bem limpa por 1hora em uma solução de sal de cozinha e bicarbonato de sódio.
Emporio Xingu
quarta-feira, 4 de Novembro de 2009
Você sabe reconhecer se está tendo um derrame?
O estudo da Clínica Mayo analisou 400 pacientes, que sofreram derrame isquêmico agudo, ou ataque isquêmico transitório (AIT é uma interrupção temporária do fluxo de sangue ao cérebro), com base em diagnósticos do Departamento de Emergência da Clínica Mayo de Rochester, Minnesota. Menos da metade dos pacientes (42%) havia se dado conta de que estava sofrendo um derrame e a maioria dos participantes do estudo não procurou imediatamente um pronto socorro quando os sintomas apareceram. Em média, o tempo decorrido entre o início dos sintomas e a chegada ao hospital foi de mais de três horas e meia. A maioria dos pacientes acreditava que os sintomas iriam simplesmente desaparecer. A demora em buscar ajuda médica foi igual entre homens e mulheres.
Quando perguntados sobre o que sabiam sobre os sintomas do derrame, cerca de um quinto dos pacientes entrevistados afirmaram pensar que um derrame sempre ocorre gradualmente. Somente pouco mais da metade (51,9%) revelou entender que buscar ajuda médica imediatamente é um fator importante.
Qual é a importância dessa descoberta, afinal? "O tempo é um fator crucial no tratamento de um derrame", afirma o médico Scott Silvers, diretor do departamento de medicina de emergência da Mayo Clinic de Jacksonville, na Flórida. Independente do seu histórico clínico, o quanto antes o paciente que está sofrendo um derrame ou os sintomas de um derrame chegar à sala de emergência, melhor.
"O atendimento médico imediato é um fator decisivo para a redução dos efeitos do derrame, prevenção de maiores danos e para favorecer a recuperação do paciente", completa o médico. "Sem dúvida, as descobertas de nossos colegas indicam, claramente, que o maior conhecimento dos sintomas de um derrame irá levar a um atendimento mais rápido e a melhores resultados", afirma.
O que se deve saber - Os derrames podem ocorrer como um ataque repentino, ou podem ser um processo de várias horas, com piora progressiva do paciente. Os coágulos sangüíneos (ou trombos) que causam o derrame podem ser dissolvidos ou desintegrados, para que o sangue volte a circular pelo cérebro. Por isso, o socorro imediato pode significar a diferença entre um dano leve e uma incapacidade maior. Com o uso de medicamentos, stents e outras tecnologias, os médicos podem interromper o derrame antes que se espalhe e limitar bastante os danos.
Os sintomas do derrame incluem:
- Dormência repentina, debilidade, paralisia do rosto, braço ou perna, normalmente em um lado do corpo
- Dificuldade repentina para falar ou entender uma conversação (afasia)
- Visão subitamente embaçada, dupla ou debilitada
- Vertigem, perda repentina de equilíbrio ou de coordenação.
- Dor de cabeça grave, súbita, sem explicação ou incomum, que pode vir acompanhada de rigidez do pescoço (torcicolo), dor facial, dor entre os olhos, vômito e consciência alterada
- Confusão ou problemas com a memória, orientação espacial ou percepção
Em alguns casos, um derrame acontece sem aviso prévio. Porém, um sinal possível de um derrame iminente é um AIT. Os sinais e sintomas de um AIT são os mesmos de um derrame, mas duram menos de alguns minutos a poucas horas e, então, desaparecem sem deixar rastros claros como danos permanentes. Um paciente pode ter mais de um AIT, com sinais e sintomas similares ou diferentes. Um AIT é uma indicação de um risco sério de um derrame a toda carga pode vir a seguir.
Fonte: Minha vida
terça-feira, 3 de Novembro de 2009
Estudo revela propriedades da cúrcuma contra o câncer
Pesquisa foi publicada na revista 'British Journal of Cancer'.
A curcumina, um corante natural oriundo da cúrcuma, tem capacidade de matar as células cancerígenas, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira (28) por pesquisadores do Centro de Pesquisa do Câncer de Cork, na Irlanda.
Não é de hoje que os cientistas já conheciam as propriedades deste componente da cúrcuma - planta originária da Índia e utilizada no molho curry - para o tratamento de artrite e demência, e agora constataram seu poder como anti-cancerígeno.
Publicado na revista "British Journal of Cancer", o estudo revela que a curcumina é capaz de destruir as células do câncer de garganta, abrindo caminho para novos tratamentos.
A médica Sharon McKennan e sua equipe constataram que a curcumina era muito eficaz e que em 24 horas começa o processo de destruição das células malignas.
Os investigadores descobriram que as células são capazes de se autodestruir, quando a curcumina dá sinais de destruição celular.
"Sabemos há tempos que os componentes naturais têm potencial para tratar de células defeituosas que se transformaram em cancerígenas, suspeitávamos que a curcumina poderia ter um valor terapêutico", disse McKennan.
Leslye Walker, professor do Centro de Pesquisa do Câncer no Reino Unido, destacou que esta é "uma pesquisa interessante que abre a possibilidade para os componentes químicos naturais da cúrcuma possam ser utilizados em novos tratamentos contra o câncer esofágico".
"Os índices de câncer no esôfago aumentaram mais de 50% desde os anos 70, em função da maior incidência de obesidade, o consumo de álcool e os problemas de refluxo, de modo que encontrar vias para prevenir esta doença são muito importante", comentou Walker.
No mundo desenvolvido, este tipo de câncer é o sexto mais frequente e causa 5% das mortes pela doença.
Fonte: G1
segunda-feira, 2 de Novembro de 2009
Receita com feijão-branco emagrece e ajuda a evitar diabetes
Não há mais como separar a boa comida da comida saudável. Em um laboratório de nutrição e pesquisa no Rio Grande do Sul, os futuros chefes de cozinha e nutricionistas se revezam para criar pratos mais bonitos, gostosos e saudáveis.
Muitas vezes, eles trabalham juntos. É o caso do chefe Alexandre Bagio e da nutricionista e bioquímica Renata Ramos. Ele conhece os segredos para seduzir o paladar. Ela, o que os nutrientes podem fazer pela nossa saúde. E o que une os dois é o nosso feijão de cada dia.
“Ele dá para a população uma quantidade muito boa de proteína. Os feijões, de uma maneira geral, têm em torno de 20% de proteína. É uma grande quantidade”, explica a nutricionista Renata Ramos, da Universidade do Vale dos Sinos (Unisinos).
Infelizmente, os brasileiros estão comendo menos feijão. Mas os pesquisadores não param. Tentam descobrir novas propriedades nesse grão que faz tão bem a nossa saúde. A novidade da vez é o feijão-branco, aquele que a maioria de nós está acostumada a consumir apenas como salada. Maior e mais cremoso que os outros, acredite, ele emagrece.
“O feijão-branco ajuda a emagrecer, porque ele tem uma proteína de reserva. Não só o feijão-branco, os feijões todos têm, mas o feijão-branco é o mais utilizado para isso, para este fim. Ele tem uma proteína chamada faseolamina, e essa proteína é inibidora do processo de digestão do carboidrato. Então, ela retarda, inibe essa absorção de açúcares no sangue”, aponta a nutricionista.
Mas isso só acontece no nosso organismo, se ele for ingerido na forma de farinha, uma espécie de extrato de feijão-branco que é bem fácil de fazer em casa.
Depois de ser lavado normalmente, é preciso secar bem o feijão: no sol ou sobre o papel toalha. Nunca no forno. Porque, segundo Renata Ramos, o feijão só tem efeito emagrecedor se não for cozido. Mas atenção: como pode ser tóxico, o feijão só deve ser consumido cru em quantidades mínimas.
Depois, é só triturar no liquidificador e peneirar. Se quiser a farinha bem fininha, pode passar também no processador. É bom fazer em pequenas quantidades que para o extrato não fique velho e deixe de fazer o efeito desejado.
O efeito da farinha de feijão funciona mais ou menos assim: quando consumimos um prato cheio de macarrão, de 200 gramas, é como se tivéssemos consumido uma porção menor, de 160 gramas. Mas para isto acontecer, meia hora antes das refeições, é preciso ingerir uma colher pequena, rasa, de farinha de feijão diluída em água. É essa mistura que vai garantir que parte do carboidrato dessa refeição, cerca de 20%, não seja absorvida pelo nosso organismo. Então, é como se tivesse comido este prato, que é menor.
O estudo mais recente que comprova que a farinha de feijão ajuda a emagrecer foi feito pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles. Ao todo, 50 adultos obesos fizeram uma dieta saudável, mas apenas metade recebeu farinha de feijão antes das refeições. A outra parte, sem saber, recebeu farinha sem efeito.
Depois de oito semanas, quem ingeriu o extrato de feijão-branco estava, em média, 1,7kg mais magro e com o nível de triglicerídeos três vezes menor do que os que receberam só o placebo.
Mas outros estudos registram perdas de peso de até 4% em apenas 30 dias. O bom é que, além de emagrecer, o extrato de feijão-branco também ajuda a prevenir o diabetes.
A receita é uma colher rasinha em um copo d’água, duas vezes por dia, porque são duas refeições principais. “Não adianta consumir mais, porque não vai emagrecer mais. Você tem que comer é em torno de um grama por dia. Então, você pode pesar um grama e comer isso durante o dia”, sugere a nutricionista Renata Ramos.
“Se a pessoa consumir mais, ela pode ter diarreia, como efeito colateral. Ela pode ter problemas intestinais e náuseas. Então, ela tem que ter muito cuidado na hora de ingerir este extrato de feijão cru. Consumindo mais de um grama por dia, os efeitos são negativos”, alerta a pesquisadora.
No laboratório da Universidade do Vale dos Sinos (Unisinos), a ordem é não desperdiçar. O farelo que sobra na peneira quando se prepara a farinha de feijão também é utilizado.
O chef de cozinha Alexandre Bagio, da Unisinos, criou misturas saborosas. Quando faz pão, ele coloca água, fermento, sal, açúcar e a novidade: ele substitui um terço da farinha de trigo pela farinha de feijão.
“É um pão que realmente tem uma quantidade maior de proteínas e de fibras, quando você coloca essa farinha de feijão”, afirma a nutricionista Renata Ramos.
“Acrescido a isso, você tem o sabor e a textura que ele vai ganhar também. Ele ficou mais saboroso”, aposta Alexandre Bagio. “Ficou também mais saudável”, completa Renata.
O chefe de cozinha mostra ainda uma versão da nossa conhecida salada de feijão-branco que também ajuda a não engordar, só porque se come fria.
“Eu coloquei na salada o feijão-branco que é a base. Depois, entrou um molho vinagrete, com cebola, tomate, pimentão verde, salsão e um molho vinagrete de limão, com azeite de oliva, sal e pimenta do reino”, ensina o chefe.
“O interessante é que, quando a gente come feijão-branco frio, ele muda um pouco a sua composição. Ele, então, engorda menos. Quer dizer, se eu comer dessa maneira, frio, eu vou engordar menos do que se comer ele sob forma de uma feijoada, por exemplo”, diz a nutricionista.
Importante: a pesquisadora Renata Ramos, da Unisinos, aconselha a triturar no liquidificador pelo menos 250 gramas de feijão branco de cada vez, ou até mesmo o pacote inteiro, já que cada embalagem padrão vem com 500 gramas. Dessa forma, segundo ela, o impacto dos grãos no copo do liquidificador é menor, o que evita acidentes.
(fonte: globo reporter)
fonte: Emporio XinguReceita com feijão-branco emagrece e ajuda a evitar diabetes
Proteína presente no grão inibe o processo de digestão do carboidrato e retarda a absorção de açúcares no sangue.
Não há mais como separar a boa comida da comida saudável. Em um laboratório de nutrição e pesquisa no Rio Grande do Sul, os futuros chefes de cozinha e nutricionistas se revezam para criar pratos mais bonitos, gostosos e saudáveis.
Muitas vezes, eles trabalham juntos. É o caso do chefe Alexandre Bagio e da nutricionista e bioquímica Renata Ramos. Ele conhece os segredos para seduzir o paladar. Ela, o que os nutrientes podem fazer pela nossa saúde. E o que une os dois é o nosso feijão de cada dia.
“Ele dá para a população uma quantidade muito boa de proteína. Os feijões, de uma maneira geral, têm em torno de 20% de proteína. É uma grande quantidade”, explica a nutricionista Renata Ramos, da Universidade do Vale dos Sinos (Unisinos).
Infelizmente, os brasileiros estão comendo menos feijão. Mas os pesquisadores não param. Tentam descobrir novas propriedades nesse grão que faz tão bem a nossa saúde. A novidade da vez é o feijão-branco, aquele que a maioria de nós está acostumada a consumir apenas como salada. Maior e mais cremoso que os outros, acredite, ele emagrece.
“O feijão-branco ajuda a emagrecer, porque ele tem uma proteína de reserva. Não só o feijão-branco, os feijões todos têm, mas o feijão-branco é o mais utilizado para isso, para este fim. Ele tem uma proteína chamada faseolamina, e essa proteína é inibidora do processo de digestão do carboidrato. Então, ela retarda, inibe essa absorção de açúcares no sangue”, aponta a nutricionista.
Mas isso só acontece no nosso organismo, se ele for ingerido na forma de farinha, uma espécie de extrato de feijão-branco que é bem fácil de fazer em casa.
Depois de ser lavado normalmente, é preciso secar bem o feijão: no sol ou sobre o papel toalha. Nunca no forno. Porque, segundo Renata Ramos, o feijão só tem efeito emagrecedor se não for cozido. Mas atenção: como pode ser tóxico, o feijão só deve ser consumido cru em quantidades mínimas.
Depois, é só triturar no liquidificador e peneirar. Se quiser a farinha bem fininha, pode passar também no processador. É bom fazer em pequenas quantidades que para o extrato não fique velho e deixe de fazer o efeito desejado.
O efeito da farinha de feijão funciona mais ou menos assim: quando consumimos um prato cheio de macarrão, de 200 gramas, é como se tivéssemos consumido uma porção menor, de 160 gramas. Mas para isto acontecer, meia hora antes das refeições, é preciso ingerir uma colher pequena, rasa, de farinha de feijão diluída em água. É essa mistura que vai garantir que parte do carboidrato dessa refeição, cerca de 20%, não seja absorvida pelo nosso organismo. Então, é como se tivesse comido este prato, que é menor.
O estudo mais recente que comprova que a farinha de feijão ajuda a emagrecer foi feito pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles. Ao todo, 50 adultos obesos fizeram uma dieta saudável, mas apenas metade recebeu farinha de feijão antes das refeições. A outra parte, sem saber, recebeu farinha sem efeito.
Depois de oito semanas, quem ingeriu o extrato de feijão-branco estava, em média, 1,7kg mais magro e com o nível de triglicerídeos três vezes menor do que os que receberam só o placebo.
Mas outros estudos registram perdas de peso de até 4% em apenas 30 dias. O bom é que, além de emagrecer, o extrato de feijão-branco também ajuda a prevenir o diabetes.
A receita é uma colher rasinha em um copo d’água, duas vezes por dia, porque são duas refeições principais. “Não adianta consumir mais, porque não vai emagrecer mais. Você tem que comer é em torno de um grama por dia. Então, você pode pesar um grama e comer isso durante o dia”, sugere a nutricionista Renata Ramos.
“Se a pessoa consumir mais, ela pode ter diarreia, como efeito colateral. Ela pode ter problemas intestinais e náuseas. Então, ela tem que ter muito cuidado na hora de ingerir este extrato de feijão cru. Consumindo mais de um grama por dia, os efeitos são negativos”, alerta a pesquisadora.
No laboratório da Universidade do Vale dos Sinos (Unisinos), a ordem é não desperdiçar. O farelo que sobra na peneira quando se prepara a farinha de feijão também é utilizado.
O chef de cozinha Alexandre Bagio, da Unisinos, criou misturas saborosas. Quando faz pão, ele coloca água, fermento, sal, açúcar e a novidade: ele substitui um terço da farinha de trigo pela farinha de feijão.
“É um pão que realmente tem uma quantidade maior de proteínas e de fibras, quando você coloca essa farinha de feijão”, afirma a nutricionista Renata Ramos.
“Acrescido a isso, você tem o sabor e a textura que ele vai ganhar também. Ele ficou mais saboroso”, aposta Alexandre Bagio. “Ficou também mais saudável”, completa Renata.
O chefe de cozinha mostra ainda uma versão da nossa conhecida salada de feijão-branco que também ajuda a não engordar, só porque se come fria.
“Eu coloquei na salada o feijão-branco que é a base. Depois, entrou um molho vinagrete, com cebola, tomate, pimentão verde, salsão e um molho vinagrete de limão, com azeite de oliva, sal e pimenta do reino”, ensina o chefe.
“O interessante é que, quando a gente come feijão-branco frio, ele muda um pouco a sua composição. Ele, então, engorda menos. Quer dizer, se eu comer dessa maneira, frio, eu vou engordar menos do que se comer ele sob forma de uma feijoada, por exemplo”, diz a nutricionista.
Importante: a pesquisadora Renata Ramos, da Unisinos, aconselha a triturar no liquidificador pelo menos 250 gramas de feijão branco de cada vez, ou até mesmo o pacote inteiro, já que cada embalagem padrão vem com 500 gramas. Dessa forma, segundo ela, o impacto dos grãos no copo do liquidificador é menor, o que evita acidentes.
(fonte: globo reporter)
fonte: Emporio Xingu
domingo, 1 de Novembro de 2009
Pesquisa associa uso excessivo de telemóveis ao risco de tumores cerebrais
Num estudo realizado durante uma década com 12.800 pessoas em 13 países, investigadores britânicos descobriram um «aumento significativo no risco» de tumores cerebrais entre pessoas que usavam telemóveis há mais de dez anos, de acordo com o jornal britânico Daily Telegraph.
Apesar de o estudo ser criticado por alguns especialistas por ter incluído pessoas que fazem apenas uma ligação por semana e por ter excluído as crianças das análises, ele acompanha os resultados de outros trabalhos que indicam maior risco de glioma (tumor cerebral mais comum), neurinoma (tumores entre o ouvido e o cérebro) e tumores em glândulas salivares com um uso excessivo desses aparelhos.
Representantes da Associação de Operadoras de Telefones Móveis também criticam a pesquisa, argumentando que mais de 30 outros estudos científicos não descobriram efeitos adversos para a saúde com o uso de telemóveis.
Embora os resultados ainda não sejam conclusivos, os especialistas destacam que, pelo menos entre as crianças, o uso de telemóveis deve ser restringido, e recomendam que os adultos moderem o seu uso, preferindo utilizar phones de ouvido e o recurso a alta voz para evitar o contacto directo com o aparelho.
2009-10-28
Fonte: Sapo
sábado, 31 de Outubro de 2009
Levístico - A planta que estimula o aparelho digestivo

Saiba mais sobre o levístico
O levístico (Levisticum officinale Koch) é natural do Irão e da Europa do Sul e julga-se ter sido introduzido na Europa Central e do Norte pelos monges Beneditinos.
Na antiga Ligúria era já uma panaceia muito utilizada.
Os Egípcios utilizam-no actualmente para acompanhar pratos de peixe grelhado, carnes e guisados. Era muito utilizada e louvada pelo botânico e médico Dioscórides, começando a ser cultivada na Idade Média, nos jardins dos conventos, tornando-se mais tarde muito popular.
Em 1735, o herbanário Irlandês Koch referiu que a planta iluminava a flatulência, auxiliava a digestão, provocava a micção e a menstruação, aclarava a vista e removia sinais, sardas e vermelhidão do rosto. No século XVI, a escola de Salerno elogia as suas propriedades emenagogas.
Na Suíça e na Alsácia, o caule oco do levístico utiliza-se como palhinha para beber leite quente para combater infecções da garganta. Na Áustria, nas procissões do dia do Corpo de Deus, as pessoas levam ramos de levístico para serem benzidos, guardando-os depois como protecção contra o mau tempo e os espíritos malígnos.
No dia de S. João era hábito dar levístico ao gado misturado com leite e colocar nos extremos dos campos três cruzes feitas com esta planta para afugentar as bruxas. Na actualidade, parece ter caído um pouco em desuso excepto nos países nórdicos onde é ainda bastante apreciada, sobretudo na culinária.
O levístico é uma planta vivaz, herbácea, da família das Umbelíferas ou Apiáceaes, é semelhante a um grande aipo bravo, podendo atingir 2 metros de altura. Apresenta folhas verdes brilhantes, grandes na base dos ramos, muito divididas e recortadas que quando esmagadas libertam um aroma muito semelhante ao aipo, umbelas achatadas de pequenas flores verde-amareladas que surgem no Verão, seguidas de mínúsculas sementes castanhas.
A raíz é cinzento-acastanhada. Podem utilizar-se as folhas, as sementes e a raíz depois de retirada a casca. Em Inglês é conhecida por lovage, em Francês por ammi, em Italiano por sisone e em Alemão por kummel.
Componentes
Contém óleos essenciais, cumarinas, gomas, resinas,, taninos, amidos, sais minerais e vitamina C.
Propriedades
Devido à acção diurética, recomenda-se para aliviar problemas das vias urinárias (não quando exista inflamação ou insuficiência renal), ureia, gota, cálculos renais, emenagogo (que induz a menstruação), falta de apetite, flatulência e cólicas gastrointestinais.
De uma forma geral é um tónico e estimulante do aparelho digestivo com uma acção semelhante à Angélica angelica archangelica L.
É anti-espasmódico, diafurético (induz sudação) e ligeiramente sedativo.
Como possui também propriedades anti-sépticas e antibióticas é usado em cataplasmas no tratamento de feridas postulentas e inchaços. Na medicina chinesa, a espécie Ligisticum chinensis é muito utilizada para aliviar cólicas menstruais.
Na culinária
Pode utilizar as folhas jovens em saladas, em sopas e em omeletes. As sementes trituradas servem para juntar a pratos de arroz, massa e podem ser usadas no fabrico de pão, bolachas e licores. Uma infusão feita com sementes ou folhas reduz a retenção de líquidos.
Na cosmética
Em uso externo, pode ser utilizado como loção calmante para o banho, desodorizante para a pele e em decocção contra as sardas.
No jardim e na horta
Deve semear-se na Primavera ou final do Verão em local coberto com cerca de 18º C. A sua germinação leva entre 6 a 10 dias. Pode semear-se no Verão ao ar livre em solo bem preparado e, quando a temperatura não for inferior a 0º C, dividi-lo e replantá-lo com cerca de 60 cm de intervalo.
Convém escolher cuidadosamente o local tendo em conta que esta planta leva entre 3 a 5 anos até atingir o tamanho máximo e algumas plantas podem ultrapassar os 2 metros de altura. Gosta de solo bem drenado e bem alimentado e pleno sol ou meia-sombra.
Para que as folhas se mantenham jovens e frescas, deve colher regularmente para estimular o crescimento de novas folhas. Convém usar as folhas jovens antes da floração, pois as mais velhas tornam-se rijas e demasiado amargas. No Outono, quando a parte aérea morrer, alimente com estrume bem curtido.
Texto: Fernanda Botelho
Mulher no Sapo
sexta-feira, 30 de Outubro de 2009
Doenças raras
Incompreendidas pela sociedade, desconhecidas da classe médica e ignoradas pelos investigadores, as doenças raras não são, ao contrário do que possa pensar, um fenómeno distante.
Embora a Organização Mundial de Saúde (OMS) classifique uma patologia rara quando menos de uma em cada 2000 pessoas tem a doença, só na Europa há entre 20 a 25 milhões de casos.
Apesar da falta de dados, julga-se que existam entre 600 a 800 mil portugueses afectados com patologias deste tipo. Conheça um problema que ainda é uma incógnita para a maioria das pessoas, mas que afecta uma imensa minoria.
De difícil diagnóstico
Por todo o mundo, milhares de famílias esperam anos para perceber qual é, realmente, o nome da doença que lhes causa dissabores. Estima-se que existam mais de 7000 doenças raras distintas e todas as semanas é noticiada uma média de cinco novas enfermidades.
80 por cento tem origem genética, mas as doenças do foro metabólico e oncológico também contribuem para esta lista. De cancros raros a alergias que provocam infecções graves no organismo, incapacidades físicas ou casos como a porfíria, cujos sintomas os populares relacionavam com o vampirismo, a diversidade é infindável.
Como refere Luís Nunes, geneticista, «alguns pacientes não têm complicações, noutros casos são patologias altamente incapacitantes», sublinha.
Barreiras sociais
A exclusão social é a principal queixa de quem sofre de uma doença rara. Mãe de um rapaz com Síndrome de Cornélia de Lange (doença congénita apenas detectada após a nascença) e após anos de contacto com centenas de doentes, na Raríssimas, Associação Nacional de Deficiências Mentais e Raras, Paula Brito e Costa não tem dúvidas que «a sociedade não sabe lidar com estas pessoas».
Para a presidente desta entidade, que se dedica a dar apoio psicológico e encaminhamento médico aos doentes e às famílias com enfermidades raras, às vezes, «basta um pequeno gesto para marcar a diferença, nem que seja um sorriso».
Investigação precisa-se
A falta de profissionais de saúde especializados, de apoios sociais e, na maioria das vezes, a inexistência de tratamentos são outros obstáculos a enfrentar. Para algumas patologias raras, no entanto, estão disponíveis os chamados medicamentos órfãos.
É o caso das doenças congénitas do metabolismo, em que se recorre a terapêuticas com enzimas de substituição. «Não curam, mas permitem melhorar a qualidade de vida do doente, como acontece, por exemplo, com o uso da hormona do crescimento», esclarece Luís Nunes.
Estes fármacos, por serem exclusivos, representam um custo elevado. Por isso, a Direcção-Geral da Saúde criou uma comissão que analisa os casos diagnosticados e, se há indício para tratamento, o Estado «passa a financiar a 100 por cento esse medicamento», adianta Luís Nunes.
A Raríssimas já apresentou o Plano de Acção para as Doenças Raras, que deverá entrar em vigor em 2009, para criar medidas de apoio social e financeiro às famílias.
Texto: Fátima Lopes Cardoso com Luís Nunes (geneticista) e Paula Brito e Costa (presidente da associação Raríssimas)
Mulher no sapo
quinta-feira, 29 de Outubro de 2009
Estudo sugere que água e chocolate podem ajudar a aliviar a dor
Segundo os autores, esse mecanismo pode ajudar os animais selvagens a evitar distracções enquanto comem alimentos escassos, mas, em relação ao homem moderno, isso poderia levar ao «comer em excesso» e à obesidade.
Nos testes, os cientistas notaram que os ratos demoravam mais a levantar a pata, ao estímulo de calor no piso da gaiola, enquanto comiam chocolate ou tomavam água.
E, surpreendentemente, não havia diferenças, nesse sentido, em relação à água e ao chocolate, contrariando estudos anteriores que indicam que apenas substâncias doces protegeriam contra a dor.
Porém, enquanto as cobaias ingeriam uma substância amarga, a reacção ao calor era tão rápida como no momento em que não consumiam nada, sugerindo que o efeito de alívio da dor não seria aplicável a alimentos não prazerosos.
Análises mais aprofundadas mostraram que uma parte do cérebro chamada magno do rafe – responsável pelo alívio da dor durante o sono – pode ter um papel nesse efeito que associa o sabor dos alimentos à dor.
2009-10-28
Saude Sapo
quarta-feira, 28 de Outubro de 2009
Hipercolesterolemia
Faz parte de um trio de doenças de que todos já ouvimos falar.
Mas esse facto não impede que os números relacionados com a hipertensão, colesterol e diabetes não sejam elevados em Portugal.
Sabia que são quase dois milhões os portugueses que sofrem de hipertensão e cerca de metade não o sabe? O problema coloca-se também com a diabetes que afecta cerca de meio milhão de pessoas, assim como se estima que mais de metade dos portugueses apresenta níveis de colesterol elevados. Aprenda a defender-se desta ameaça.
Excesso de gordura
Traduz o excesso de colesterol (substância gorda fabricada pelo fígado mas também adquirida através de alguns alimentos) no sangue. O organismo necessita de colesterol para o desenvolvimento das paredes celulares e para o desempenho de outras funções importantes, sendo que existem dois tipos de colesterol, o HDL ou o bom colesterol (que nos protege de doenças cardíacas) e o LDL ou mau colesterol.
O problema é que, com a passagem do tempo, o colesterol em excesso deposita-se nas paredes das artérias, fazendo com que as placas que se formam provoquem o estreitamento das artérias e diminuam o afluxo de sangue ao coração. Surge então a chamada aterosclerose, associada a angina de peito, ataque cardíaco e AVC. O nível total de colesterol não deverá ser superior a 190.
Factores de risco
O colesterol elevado pode já fazer parte do seu código genético, assim como ser incentivado por quadros como diabetes, doenças da tiróide, excesso de peso e tabagismo. Deixar de fumar ou manter um índice de massa corporal normal são pois estratégias a adoptar.
Uma dieta rica em alimentos que ofereçam gorduras saturadas (frequentemente encontradas em produtos de origem animal) e colesterol, assim como pobre em fibras, também contribui para a hipercolesterolemia.
Sinais de alarme
O colesterol elevado não apresenta sintomas, por isso devemos estar atentos e fazer análises regularmente. Alguns factores que nos podem por em alerta são o facto de termos antecedentes familiares e de sermos sedentários.
Defenda-se
1. Limite a ingestão de alimentos ricos em gorduras saturadas: manteiga, leite gordo, gelados, carnes gordas, ovos, marisco, produtos de charcutaria.
2. Aposte no consumo de alimentos ricos em fibra – legumes, leguminosas, produtos hortícolas, fruta, cereais integrais. As fibras ajudam a reduzir a absorção de colesterol pelo organismo, assim como favorecem a redução da sua síntese.
3. Pratique exercício aeróbico (nadar, caminhar a um bom ritmo, andar de bicicleta ou jogar ténis).
Texto: Claudia Marina
Fonte: Mulher no Sapo
EUA recusam vacina para gripe A usada na Europa
A vacina que está a ser usada em Portugal contra a gripe A não foi aprovada pelos Estados Unidos por conter substâncias na sua composição que podem alegadamente causar danos à saúde dos que a tomam. Trata-se da Pandemrix, vacina aprovada pela Organização Mundial da Saúde e escolhida pela Agência Europeia do Medicamento para ser usada em todos os Estados membros. E em relação à qual o Infarmed garante terem sido feitos todos os testes de qualidade.
No entanto, a Pandemrix está a provocar a recusa de muitas pessoas na Alemanha da sua utilização, dando como justificação o facto de os políticos e os funcionários públicos de topo serem preventivamente vacinados com uma outra. O presidente do Colégio Alemão dos Médicos de Família refere mesmo que os "potenciais riscos ultrapassam os benefícios" e, segundo Michael Kochen, este é um "teste em larga escala feito à população alemã" enquanto o Ministério da Saúde veio a público esclarecer que a Pandemrix não tem efeitos secundários mais graves que a vacina alternativa. Segundo o secretário de Estado da Saúde, Klaus Schroeder, foram encomendadas 50 milhões de doses de Pandemrix e não de outro preparado, porque pode ser produzida quatro vezes mais rapidamente do que a Cevalpan. Refira-se que 22 Governos europeus já encomendaram 440 milhões de Pandemrix.
Em Portugal, membros dos grupos prioritários recusaram a vacinação, designadamente políticos e a classe médica. Ontem, o presidente da Associação Portuguesa de Bioética, Rui Nunes, considerou que a recusa de médicos e de outros profissionais de saúde deve ser aceite com "prudência e bom-senso" porque acha esta reserva "natural" quando se trata de profissionais que "estão mais envolvidos no meio; sabem mais do ponto de vista técnico/científico o que se passa e sabem que não há ainda resultados verdadeiramente sólidos que permitam determinar com clareza se a pessoa deve ser vacinada".
Nos EUA, a Pandemrix não foi aprovada porque contém uma substância, o escaleno, que alegadamente provoca a alteração do sistema imunitário. Vários estudos ligaram os seus efeitos à síndrome da Guerra do Golfo porque terá sido utilizado como adjuvante na vacina do antrax (ler coluna ao lado). O que está em causa nesta vacina, segundo os seus detractores, são dois componentes que se encontram tanto na própria vacina como no adjuvante que lhe é adicionado para aumentar os efeitos.
Apesar de a vacina da GlaxoSmithKline (GSK) estar em conformidade com as regras europeias da Organização Mundial de Saúde (OMS), ela contém, segundo a informação que esteve no site da farmacêutica até ontem a meio do dia, cinco microgramas de tiomersal - na vacina - e 10, 69 miligramas de escaleno - no adjuvante -, cujos efeitos secundários são polémicos e considerados insuficientemente testados nos seres humanos. Estes dois produtos são necessários para potenciar os efeitos da vacina de modo a que a já gigantesca produção do medicamento satisfaça a procura em menos tempo de produção. O escaleno reduz o tempo da cultura de vírus inactivos e o tiomersal permite utilizar o sistema da multidose.
A preocupação da OMS perante os riscos das vacinas para a H1N1 é tão grande que responsabiliza as autoridades médicas nacionais para os alegados riscos e benefícios das vacinas disponíveis antes de as licenciarem, porque "quando vacinas pandémicas são administradas a tantos milhões de pessoas pode não ser possível identificar situações raras". Aconselha a monitorização intensa e comunicação imediata dessas situações e a troca a nível mundial desses dados.
A GSK, contactada pelo DN, considera que no caso do escaleno "não existem estudos conclusivos que permitam estabelecer relação entre causa e efeito" e confirma que a substância permite "com menos fazer mais" porque é um "amplificador de sinal". No caso do tiomersal, refere que "a pequena dose de mercúrio de 25 microgramas" não "induz malformações no sistema nervoso dos bebés nem ameaça o de-senvolvimento dos embriões" e que está muito abaixo do "limite aceitável para as grávidas de 60 kg, que é de 96 microgramas".
O Infarmed - a Autoridade Nacional do Medicamento - confirma que as duas substâncias encontram-se na Pandemrix, mas que "as afirmações sobre o tiomersal e o escaleno não são, de facto, nem correctas nem verdadeiras". Esclareceu ao DN que a vacina foi aprovada por "procedimento centralizado" - pela Agência Europeia do Medicamento - e que ficou homologada para todos os Estados membros.
O Infarmed informa, também, que "durante o processo de avaliação foram ponderados todos os aspectos relativos à qualidade, segurança e eficácia de um medicamento, sendo estabelecida uma relação benefício-risco. Na situação em apreço, o benefício foi considerado superior ao risco, razão pela qual a Agência Europeia emitiu uma posição favorável à autorização do medicamento".
Por João Céu e Silva
Fonte: DN Sapo
segunda-feira, 26 de Outubro de 2009
Portugueses desatentos a cancro da boca e da faringe
O cancro da boca e da faringe representa 7% dos tumores malignos diagnosticados em Portugal, ocupando o quinto lugar nas localizações no corpo, mas tem tido tão pouca atenção que justifica uma campanha de alerta.
"O cancro da cavidade oral aparece à frente das leucemias e dos linfomas, mas estes são os mais falados", observa Jorge Marinho, médico estomatologista no Centro do Porto do Instituto Português de Oncologia (IPO/Porto).
Lançada pela Associação Portuguesa de Medicina Dentária Hospitalar (AMDH), designada "Sorria para si mesmo", a campanha ensina a fazer o auto-diagnóstico e informa sobre sinais de alerta.
Se surgirem manchas brancas e vermelhas, endurecimento de tecidos moles, feridas ou inchaços, por exemplo, deve ser consultado de imediato um médico - de família, ou dentista, ou estomatologista, ou outro médico de uma especialidade vizinha, como o otorrinolaringologista.
O auto-exame (ver infografia) "é fundamental para a detecção precoce da patologia", acentuou o presidente da APMH, João Leite Moreira, na apresentação da campanha, que consiste na distribuição de panfletos e cartazes contendo um pequeno guia sobre a patologia, que atinge mais os homens.
Segundo João Leite Moreira, doutorado pela Faculdade de Medicina Dentária da Universidade do Porto e médico dentista no IPO/Porto, os homens "são mais atingidos do que as mulheres, num relação de quatro para uma".
No sexo masculino, representa cerca de 10% do total de tumores malignos diagnosticados anualmente, ocupando o quarto lugar no conjunto de localizações topográficas no corpo humano".
A discrepância parece dever-se ao facto de as mulheres serem geralmente mais cuidadosas com a saúde do que os homens, de alguma maneira ainda muito afirmativos da ideia da supremacia física do género. Por outro lado, é uma expressão da relação entre a dicotomia álcool-tabaco.
Embora não goste de usar dados sobre a mortalidade resultante deste tipo de patologia, que considera discutíveis, o presidente da APMH observa que nos homens se situa nos 40%, sendo de 22% nas mulheres.
Acentuando a importância da prevenção e da detecção precoce do cancro da boca, chama a atenção para os efeitos mutilantes da cirurgia, não só ao nível estético, com consequências para a auto-imagem, a auto-estima e a vida afectiva e profissional, mas também de funções importantes, como a deglutição dos alimentos.
"Pouco se liga à detecção precoce", mas "quanto mais cedo se fizer o despiste maior é a chance de alcançar a cura", sublinha Jorge Marinho, que preside à comissão científica da APMDH.
"Por ser uma zona de transição entre o corpo humano, a boca tem muitas defesas, pelo que o cancro não se desenvolve tão rapidamente como noutras". Mas, "quando ultrapassa essa barreira defensiva, as consequências podem ser desastrosas".
A campanha "Sorria para si mesmo" pretende atingir a população, privilegiando os hospitais e centros de saúde e outros locais públicos. Em Vila Real, cujo hospital distrital tem em curso um projecto na área do cancro da boca, foi criada uma acção piloto com as escolas e autarquias locais, explicou a advogada Maria Manuel Pinto, responsável pela área de bioética e ciências forenses da APMDH.
por ALFREDO MAIA
Fonte:JN - Sapo
sexta-feira, 23 de Outubro de 2009
H1N1 - É uma vergonha!!!
Esta semana, a guerra contra os remédios naturais chegou ao Dr. Andrew Weil, que é talvez o mais conhecido médico de medicina alternativa nos Estados Unidos.
Numa intimidante carta emitida pela FTC e FDA, esses órgãos do governo ameaçam o Dr. Weil com um processo criminal por fazer afirmações verdadeiras sobre a sua fórmula de reforçar o sistema imunitário, tais como o "Astragalus que é utilizado tradicionalmente para afastar resfriados(constipações) e gripes, e tem demonstrados efeitos antivirais e imuno- fortificantes com vasta investigação científica. "
Esta afirmação, apesar de cientificamente válida e verdadeira, é uma ameaça para os lucros da indústria de vacinas, e assim o Dr. Weil está sendo alvo da FTC / FDA.
Você pode ver as ameaças do FTC contra o Dr. Weil no próprio site do FTC:
http://www.fda.gov/ICECI/EnforcementActions/WarningLetters/ucm186837.htm
Estas ameaças são assinados pelo temidos lideres de censura do FTC e FDA:
Mary K. Engle Associate Director, Division of Advertising Practices Federal Trade Commission e Roberta F. Wagner Director, Office of Compliance Center for Food Safety and Applied Nutrition Food and Drug Administration
O artigo completo em inglês encontra-se aqui http://www.naturalnews.com/027303_the_FTC_America_vaccines.html
Tradução livre de Luis Guerreiro
UNITED STATES OF AMERICA
FEDERAL TRADE COMMISSION
BUREAU OF CONSUMER PROTECTION
WASHINGTON, D.C. 20580 DEPARTMENT OF HEALTH
AND HUMAN SERVICES
FOOD AND DRUG ADMINISTRATION
WASHINGTON, D.C. 20740
TO: ebenjamin@drweil.com
www.drweil.com
FROM: The Food and Drug Administration and the Federal Trade Commission
RE: Unapproved/Uncleared/Unauthorized Products Related to the H1N1 Flu Virus; and
Notice of Potential Illegal Marketing of Products to Prevent, Treat or Cure the H1N1 Virus
DATE: October 15, 2009
WARNING LETTER
This is to advise you that the United States Food and Drug Administration ("FDA") and the United States Federal Trade Commission ("FTC") reviewed your website at the Internet address www.drweil.com on October 13, 2009. The FDA has determined that your website offers a
product for sale that is intended to diagnose, mitigate, prevent, treat or cure the H1N1 Flu Virus in people. This product has not been approved, cleared, or otherwise authorized by FDA for use in the diagnosis, mitigation, prevention, treatment, or cure of the H1N1 Flu Virus.
This product is your Immune Support Formula. The marketing of this product violates the Federal Food, Drug, and Cosmetic Act (FFDC Act). 21 U.S.C. §§ 331, 351, 352. We request that you immediately cease marketing unapproved, uncleared, or unauthorized products for the diagnosis, mitigation, prevention, treatment, or cure of the H1N1 Flu Virus.
In addition, FTC staff reminds you that the FTC Act, 15 U.S.C. § 41 et seq., requires that claims that a dietary supplement can prevent, treat, or cure human infection with the H1N1 virus, must be supported by well-controlled human clinical studies at the time the claims are made. More generally, it is against the law to make or exaggerate health claims, whether directly or indirectly, through the use of a product name, website name, metatags, or other means, without rigorous scientific evidence sufficient to substantiate the claims. Violations of the FTC Act may result in legal action in the form of a Federal District Court injunction or Administrative Order. An order also may require that you pay back money to consumers.
Some examples of the claims on your website include:
On a webpage entitled, "The Swine Flu - H1N1 ," with the subtitle "Swine Flu and You":
"[D]uring the flu season, I suggest taking a daily antioxidant, multivitamin-mineral supplement, as well as astragalus, a well-known immune-boosting herb that can help ward off colds and flu. You might also consider. .. the Weil Immune Support Formula[,] which contains both astragalus and immune-supportive polypore mushrooms ...."
On a product webpage describing the Immune Support Formula:
"The Immune Support Formula contains astragalus. . . . Astragalus ... is used traditionally to ward off colds and flu and has been well studied for its antiviral and immunity-enhancing properties."
"Th[e] synergistic combination of immune modulators [found in the Immune Support Formula] is especially useful for those who tend to get every bug that goes around during the winter."
On the same webpage, under "Supplement Facts," describing the Astragalus supplement (which is one element of the Immune Support Formula):
"Astragalus ... is ... used traditionally to ward off colds and flu, and has demonstrated both antiviral and immune-boosting effects in scientific investigation."
On the website's home page, DrWeil.com:
"Worried About Flu? Dr. Weil's Immune Support Formula can help maintain a strong defense against the flu. It contains astragalus, a traditional herb that boosts immunity. Buy it now in one click, and start protecting your immune system against flu this season."
On the Dr. Weil Vitamins - Daily Vitamin Packs webpage:
"[L]earn more about Dr. Weil's Immune Support Formula, which contains astragalus - an herb Dr. Weil recommends to help ward off colds and flu."
The Secretary of Health and Human Services, under section 319 of the Public Health Service Act, 42 U.S.C. § 247d, has determined that a public health emergency exists nationwide involving the H1N1 Flu Virus that affects or has the significant potential to affect national
security. Following this determination and in response to requests from the U.S. Centers for Disease Control and Prevention, FDA issued letters authorizing the emergency use of certain unapproved and uncleared products or unapproved or uncleared uses of approved or cleared products, provided certain criteria are met, under 21 U.S.C. § 360bbb-3. The marketing and sale of unapproved or uncleared H1N1 Flu Virus-related products that are not authorized by and used in accordance with the conditions of an Emergency Use Authorization, is a potentially significant threat to the public health. Therefore, FDA is taking urgent measures to protect consumers from products that, without approval or authorization by FDA, claim to diagnose, mitigate, prevent, treat or cure H1N1 Flu Virus in people.
You should take immediate action to ensure that your firm is .not marketing, and does not market in the future, products intended to diagnose, mitigate, prevent, treat or cure the H1N1 Flu Virus that have not been approved, cleared, or authorized by the FDA. The above is not meant to be an all-inclusive list of violations. It is your responsibility to ensure that the products you market are in compliance with the FFDC Act and FDA's implementing regulations. We advise you to review your websites, product labels, and other labeling and promotional materials to ensure that the claims you make for your products do not adulterate or misbrand the products in violation of the FFDC Act. 21 U.S.C. §§ 331, 351, 352. Within 48 hours, please send an email to FDAFLUTASKFORCECFSAN@fda.hhs.gov, describing the actions that you have taken or plan to take to address your firm's violations. If your firm fails to take corrective action immediately, FDA may take enforcement action, such as seizure or injunction for violations of the FFDC Act without further notice. Firms that fail to take corrective action may also be referred to FDA's Office of Criminal Investigations for possible criminal prosecution for violations of the FFDC Act and other federal laws.
FDA is advising consumers not to purchase or use H1N1 Flu Virus-related products offered for sale that have not been approved, cleared, or authorized by FDA. Your firm will be added to a published list on FDA's website of firms and websites that have received warning letters from FDA concerning marketing unapproved, uncleared and unauthorized H1N1 Flu Virus-related products in violation of the FFDC Act. This list can be found at www.accessdata.fda.gov/scripts/h1n1flu. Once the violative claims and/or products have been removed from your website, and these corrective actions have been confirmed by the FDA, the published list will be' updated to indicate that your firm has taken appropriate corrective action.
If you are not located in the United States, please note that unapproved, uncleared, or unauthorized products intended to diagnose, mitigate, prevent, treat, or cure the H1N1 Flu Virus offered for importation into the United States are subject to detention and refusal of admission. We will advise the appropriate regulatory or law enforcement officials in the country from which you operate that FDA considers your product listed above to be an unapproved, uncleared, or unauthorized product that cannot be legally sold to consumers in the United States.
Please direct any inquiries to FDA at FDAFLUTASKFORCECFSAN@fda.hhs.gov or by contacting Kathleen Lewis at 301-436-2148.
It is also your responsibility to ensure that the products you market are in compliance with the FTC Act. FTC staff strongly urge you to review all claims for your products and ensure that those claims are supported by competent and reliable scientific evidence. The FTC also asks that you notify it via electronic mail at flu@ftc.gov within 48 hours of the specific actions you have taken to address the agency's concerns. If you have any questions regarding compliance with the FTC Act, please contact Karen Jagielski at 202-326-2509.
Very truly yours,
/S/
Mary K. Engle
Associate Director
Division of Advertising Practices
Federal Trade Commission
/S/
Roberta F. Wagner
Director
Office of Compliance
Center for Food Safety and Applied Nutrition
Food and Drug Administration
Fonte: FDA
Falta de vitamina D relacionada com hipertensão nas mulheres
Durante o estudo, realizado pela Universidade de Michigan, foram testadas mais de 550 mulheres com carência de vitamina D, que responderam a questionários sobre hábitos de vida e dados como altura, peso e casos de hipertensão na família.
As voluntárias foram monitorizadas durante um ano e cerca de 20% delas apresentaram grande redução da pressão após a reposição da vitamina.
Segundo os investigadores, isso acontece porque a vitamina D é um dos principais responsáveis pelo controlo da tensão arterial nas mulheres.
Com a falta da vitamina, o organismo feminino faz um esforço três vezes maior para manter o seu equilíbrio circulatório e acaba sobrecarregando algumas funções como a irrigação das artérias, o que gera um aumento na pressão e desconfortos, como tontura e transpiração excessiva.
A vitamina D pode ser encontrada em alimentos como a manteiga, gema de ovo, fígado, entre outros, mas a sua principal fonte é a luz solar. O nutriente também é importante no processo de absorção de cálcio e fósforo no intestino e na mineralização, ou seja, crescimento e reparação dos ossos.
2009-10-09
´Fonte:Sapo Saude
quinta-feira, 22 de Outubro de 2009
Cuide bem da tireoide
Ela tem o formato de uma borboleta e pesa apenas 12 gramas, mas deixa seu organismo de cabeça pra baixo quando passa por algum problema. Estamos falando da glândula tireoide, que fica na base do pescoço, logo abaixo daquela região conhecida como pomo-de-adão. E, apesar de ser muito pequena, ela controla o metabolismo do organismo todo.
A tireoide produz os hormônios T3 e T4, que são responsáveis pelo controle do peso corporal. Quando eles são produzidos em quantidade muito menor (ou bem maior) que a normal, surgem doenças. "O principal alvo são as mulheres,que engordam ou emagrecer demais sem qualquer motivo aparente", afirma a endocrinologista Zuleika Halpern, do Hospital das Clínicas de São Paulo.
Remédios e cirurgia
Que o diga a atriz Claudia Raia, a Donatela de A Favorita. No início dos anos 90, antes de descobrir o problema,Claudia chegou a pesar 11 quilos a mais do que hoje. “Tirei seis nódulos e só tenho 20% da glândula em funcionamento", conta a atriz.Diariamente, Claudia Raia toma remédios para repor os hormônios que a tireoide deixou de fabricar. A maioria das doenças da glândula pode ser tratada com medicamentos ou cirurgia. No entanto, é muito importante detectar os nódulos o mais cedo possível.Veja como a seguir.
Atenção!
3 em cada 10 brasileiros adultos apresentam nódulos na tireoide
Fonte: M de Mulher
por Tyciane Vaz
quarta-feira, 21 de Outubro de 2009
LINHAÇA - LEINSAMEN - FLAX SEED - LIN - SEMI DI LINO - LNENÉ (CÁRKA NO N) SEMENO - LINAZA
ALEMÃO - LEINSAMEN
INGLÊS - FLAX SEED (SEMENTE DE LINHO)
FRANCÊS - LIN
ITALIANO - SEMI DI LINO
TCHECO - LNENÉ (CÁRKA NO N) SEMENO
ESPANHOL- LINAZA
Além de proporcionar diversos ganhos à saúde, essa semente poderosa ainda pode ajudar a perder alguns quilos se incorporada à rotina alimentar por Paula Bueno
Quando o assunto é a perda de peso, as pessoas sempre têm alguma receitinha de dieta para indicar. Os nomes são os mais variados e alguns até engraçados. Em um primeiro momento elas parecem eficazes, pois proporcionam uma redução de quilos rápida. Mas a alegria acaba por aí. Se utilizadas por muito tempo podem prejudicar a saúde. O ideal mesmo seria um alimento que auxiliasse a emagrecer de forma saudável (sem aquele efeito sanfona) e ainda proporcionasse outros benefícios ao organismo. Muito prazer, linhaça.
A mais recente boa-nova vem sendo chamada de "dieta da linhaça". Não adianta, porém, achar que apenas a sua ingestão cuidará de todo o processo de emagrecimento. "Na verdade, não existe uma 'dieta da linhaça', o que se sugere é sua utilização como coadjuvante no emagrecimento, pois, devido ao alto teor de fibras que possui, causa a sensação de saciedade e, dessa forma, reduz o apetite", alerta a nutricionista Bruna Murta, da rede Mundo Verde.
COMO FUNCIONA
A linhaça é uma semente oleaginosa, com alto valor nutricional e excelente fonte de vitaminas, minerais, fibras solúveis e insolúveis, e ácidos graxos essenciais, como os ômegas-3 e 6. Ao ser consumida, as fibras (encontradas em quantidade quatro vezes maior que na aveia) absorvem a água e formam um gel que retarda o esvaziamento do estômago, e é essa ação responsável pelo aumento da saciedade. Então, o segredo é comer linhaça para emagrecer? Calma. A primeira coisa a se fazer é analisar como está a qualidade da sua alimentação. Para que o processo de emagrecimento seja bem-sucedido, é fundamental que haja mudanças nos hábitos alimentares. É sempre interessante consultar um profissional de nutrição para se ter uma orientação mais completa sobre um plano alimentar adequado e individualizado, que mostrará quais alimentos incluir na dieta e em quais quantidades.
Para garantir uma maior biodisponibilidade dos nutrientes, indica-se que a linhaça seja levemente triturada, já que sua casca é resistente à ação do suco gástrico e passa sem sofrer digestão no trato gastrointestinal. Um modo fácil e prático de quebrar as sementes é pas- sá-las levemente em um liquidificador. Depois disso, deve ser armazenada em potes de vidro, no refrigerador e ao abri- go da luz, por até três dias, já que oxida com muita facilidade, perdendo assim as suas propriedades.
De forma geral, indica-se o consumo de três colheres de sobremesa ao dia, que podem ser distribuídas nas três princi- pais refeições - café da manhã, almo- ço e jantar. A linhaça é muito versátil e pode ser acrescentada em frutas, iogur- tes, saladas, arroz, feijão, sopas, vitami- nas, sucos e até na água.
Mesmo aquelas pessoas que fazem suas principais refeições fora de casa e não conseguem manter uma regularidade na rotina alimentar, podem e devem fazer o uso dessa semente. "Uma boa opção é levar na pasta ou na bolsa um saquinho com uma porção de linhaça e, durante uma refeição qualquer do dia, adicioná- la", indica a nutricionista Marcella Ro- manelli, da Nutricêutica (MG).
A nutricionista Roseli Rossi, da clínica Equilíbrio Nutricional (SP), ressalta que a linhaça não deve ser utilizada de forma exagerada, e que outros tipos de semen- tes oleaginosas que possuem proprieda- des funcionais similares também podem ser consumidas, como as nozes, castanha do Brasil e amêndoas. "Não é indicado comer qualquer alimento de forma exa- gerada por achar que vai tratar, curar ou prevenir qualquer doença, pois cada organismo responde de uma maneira, e nem sempre o que é bom para um, é bom para todos", alerta a profissional.
Vale lembrar que há pessoas que não podem consumir a linhaça. Por ser um alimento rico em fibras, quem tem obstruções digestivas, diverticulite e síndrome do intestino irritado, pode ter problemas para digeri-la.
Outros benefícios
Estudos comprovam que o consumo regular da linhaça tem efeitos benéficos na prevenção e controle de diversas doenças. Veja quais:
Coração: tem efeito cardioprotetor, pois é rica em ômega-3, gordura insaturada - aliada à saúde do coração, pois reduz o colesterol total, o colesterol ruim (LDL) e a pressão arterial e aumenta o colesterol bom (HDL).
Anti-inflamatório: pode ser usada no tratamento de artrite e dermatite.
Fortalece: a imunidade: sua ação antioxidante reforça o sistema imunológico.
Antidepressivo: coadjuvante no tratamento da depressão, pois melhora as funções mentais de idosos e de portadores de esquizofrenia.
Ação na memória: estudos demonstram ainda que o ômega-3 atua na prevenção do mal de Alzheimer.
TPM: a linhaça é o principal alimento fonte de lignanas, que desempenham importante papel no equilíbrio hormonal, atuando no combate a sintomas de TPM e menopausa.
Previne o câncer: estudos mostram seu efeito na redução do risco de câncer de mama e próstata.
Controla e previne a diabete: as fibras da linhaça auxiliam no controle das taxas de glicose sanguíneas, diminuindo o risco de diabete.
MARROM X DOURADA
Essa oleaginosa também pode ser encon- trada em forma de farinha, que é uma boa opção para quem não tem muito tempo para fazer a preparação da semente ou procura maior praticidade. Na maioria das vezes, essa farinha é parcialmente desen- gordurada, já que é obtida por meio da extração do óleo de linhaça pelo método de prensagem a frio. O óleo é retirado da semente e o que sobra é triturado e trans- formado em farinha. Esse processo é feito com os dois tipos de linhaça.
Vale lembrar que essa opção não con- tém todas as propriedades nutricionais das sementes, já que quase não contém ômega-3 e lignanas (fitoesteroide que "imita" a ação do estrógeno). Por outro lado, é uma excelente fonte de fibras so- lúveis, que causam a saciedade, regulam a absorção do colesterol e regularizam o trânsito intestinal. Por causar saciedade e absorção mais lenta da glicose, a farinha também auxiliará no emagrecimento.
Dicas para emagrecer
Tome de 8 a 10 copos de água por dia.
Coma no mínimo três frutas variadas todos os dias.
Aumente a ingestão de alimentos ricos em fibras, como frutas, verduras e legumes.
Prefira os cereais integrais, como aveia, quinoa e arroz integral.
Consuma proteínas magras, como aves, peixe, ovos, leite e derivados.
Utilize alimentos termogênicos, como o chá-verde e de hibisco.
Coma devagar e mastigue várias vezes. Assim, você ficará mais saciado e sentirá menos fome.
Faça as refeições em locais tranquilos e longe da televisão.
Coma a cada três horas. Assim, você estimula o seu organismo e acelera o metabolismo.
Não pule refeições! Todas elas fazem diferença na sua alimentação. Procure comer mesmo se estiver sem fome.
Plantão de dúvidas
COMO ADICIONAR A LINHAÇA NA ALIMENTAÇÃO?
O alimento, muito versátil, pode ser adicionado a frutas, sucos, iogurtes ou até mesmo polvilhado por cima da refeição. As sementes devem ser trituradas e guardadas em potes de vidros bem fechados, na geladeira e ao abrigo da luz, por até três dias. Também podem ser germinadas, deixando-as de molho durante 24 horas em um recipiente com água. Depois disso, bata-as no liquidificador até que forme um gel, que poderá ser guardado na geladeira, em pote bem vedado, por até cinco dias.
Adicione-o em sucos, vitaminas e sopas. Outras sugestões: em panquecas (basta diminuir a quantidade de óleo). Em bolos também funciona como substituta do ovo, trocando cada um por 1 colher (sopa) de sementes trituradas, misturadas em 3 colheres (sopa) de água. Deixe descansar por 2 minutos e adicione à receita.
O CONSUMO DAS TRÊS COLHERES PODE SER FEITO DE UMA VEZ OU PODE SER DIVIDIDO AO LONGO DO DIA?
O mais indicado é que seja feito de forma fracionada, pois como proporciona saciedade, se for utilizada em várias refeições, fará que o consumo de alimentos seja menor em cada uma delas. Outro ponto importante é que a ingestão de fibras solúveis deve sempre estar associada à de água.
Essa divisão da linhaça, ao longo do dia, torna mais fácil manter uma hidratação proporcional. Além disso, o fato de consumi-la aos poucos fará que os nutrientes presentes na semente circulem pelo organismo o dia todo.
COMO DEVE SER O CARDÁPIO DE QUEM QUER CONSUMIR LINHAÇA PARA EMAGRECER?
Fracionado e balanceado, incluindo verduras, legumes, frutas, cereais e grãos integrais, proteínas magras (frango, peixe, soja), alimentos fontes de cálcio (brócoli, leite e sardinha) e ricos em gorduras do bem (castanha do Brasil, nozes e macadâmia). É importante cuidar da hidratação, pois o aumento do consumo de fibras solúveis exige o aumento proporcional do consumo de água, caso contrário, o efeito pode ser constipação em vez de regularização do trânsito intestinal. Como em toda dieta, deve-se comer a cada 3 horas e evitar frituras e alimentos ricos em gordura saturada. Aveia, soja e quinoa também devem fazer parte do cardápio, pois agem como aliadas da linhaça, já que também têm o poder de reduzir o colesterol e, no caso da soja, controlar os sintomas da menopausa. Uma dieta neste perfil, associada ao consumo regular de linhaça e a hábitos de vida saudáveis, como a prática de exercícios, leva ao emagrecimento.
Suco desintoxicante com linhaça 1
Ingredientes
1 copo de água de coco
1 maçã
1 folha de couve
1 colher (sopa) de semente de linhaça
Preparo
Bata todos os ingredientes no liquidificador e sirva.
Rendimento
1 copo
Pão com linhaça 2
Ingredientes
3 xícaras de farinha integral
5 xícaras de farinha branca
40 g de linhaça
1 tablete de fermento biológico fresco
2 xícaras de água morna
2 colheres (sopa) de manteiga
1 colher (sopa) de açúcar
½ colher (sopa) de sal
Preparo
Dissolva o fermento na água morna.
Acrescente as farinhas, a linhaça, a manteiga, o açúcar e o sal. Sove a massa por alguns minutos. Unte formas de bolo inglês ou faça dois pães e deixe descansar em forma untada. Cubra com um pano e deixe a massa dobrar de volume. Asse em forno a 200°C por 20 minutos e termine em 160°C até corar.
Rendimento
2 pães
Molho cremoso de linhaça 1
Ingredientes
150 ml de azeite de oliva extravirgem
100 ml de óleo de linhaça
3 colheres (sopa) de farinha de linhaça
Suco de ½ limão 1 colher (sopa) de mostarda
Ervas desidratadas a gosto (cebolinha, salsa, tomilho)
Alho a gosto
Preparo
Misture o azeite de oliva extravirgem com o óleo de linhaça e reserve.
Hidrate a farinha de linhaça com nove colheres de água morna por 30 minutos. Coloque no liquidificador a farinha de linhaça hidratada, o suco de limão, a mostarda, o alho e as ervas. Bata levemente. Acrescente a mistura de azeite e óleo de linhaça aos poucos, mantendo o liquidificador ligado até formar um molho cremoso e espesso. Use como alternativa à maionese em sanduíches e saladas.
Rendimento
300 ml
Caqui cremoso com linhaça 2
Ingredientes
2 caquis maduros
1 colher (sopa) de semente de linhaça
Folhas de hortelã para decorar
Preparo
Lave e higienize os caquis em solução de hipoclorito de sódio.
Remova os cabinhos, corte em quatro partes e processe no liquidificador ou processador de alimentos com a linhaça. Coloque em tacinhas de vidro e com folhinhas de hortelã. Sirva gelado.
Rendimento
4 porções
Salada com molho de linhaça 2
Ingredientes
100 g de folhas variadas (alface, rúcula, agrião, alface-romana, alfafa)
Flores comestíveis
150 ml de azeite de oliva extravirgem
100 ml de óleo de linhaça
3 colheres (sopa) de farinha de linhaça
Suco de ½ limão
1 colher (sopa) de mostarda
Alho a gosto
Ervas aromáticas a gosto (cebolinha, salsa, tomilho)
Preparo
Lave e higienize os brotos em solução de hipoclorito de sódio de acordo com as instruções de rotulagem do produto utilizado. Deixe as folhinhas em água e gelo por alguns minutos e seque-as. Para o molho, misture o azeite extravirgem com o óleo de linhaça e reserve. Hidrate a farinha de linhaça com nove colheres de água morna por 30 minutos. Coloque no liquidificador a farinha de linhaça hidratada, o suco de limão, a mostarda, o alho e as ervas. Bata levemente. Acrescente a mistura de azeite e óleo de linhaça aos poucos, mantendo o liquidificador ligado até formar um molho cremoso e espesso.
Despeje sobre a salada.
Rendimento
4 porções
Risoto de abóbora e pesto de linhaça 2
Ingredientes
60 g de manteiga
60 g de parmesão ralado
40 ml de azeite
60 g de cebola picada
1 dente de alho picado
120 g de arroz para risoto (arbóreo)
60 g de arroz integral
100 g de abóbora sem casca (cortada em cubinhos)
50 ml de vinho branco
Sálvia
Preparo
Pré-cozinhe o arroz integral. Reserve. Refogue a cebola e o alho no azeite. Acrescente o arroz arbóreo, o arroz integral e a abóbora. Deixe cozinhar alguns minutos e adicione o vinho branco. Deixe o vinho evaporar um pouco e acrescente o caldo de legumes aos poucos, mexendo sempre. Quando o risoto atingir o ponto al dente, finalize com a manteiga e o queijo parmesão. Decore com um fio de pesto de linhaça e folhinhas de sálvia.
Ingredientes para o caldo
1 litro de água
1 cenoura
½ cebola
½ alho-poró
½ salsão
Tomilho e pimenta-branca
Preparo
Junte todos os ingredientes e cozinhe por 30 minutos. Passe no chinois ou na peneira para extrair o caldo dos legumes.
Ingredientes para o pesto de linhaça
20 g de linhaça
60 ml de azeite de oliva
10 g de castanha do Brasil
1 pitada de sal e pimenta
Preparo
Bata todos os ingredientes no liquidificador. Tempere com sal e pimenta.
Rendimento
4 porções
Suco com gel de linhaça dourada 3
Ingredientes
3 colheres (sopa) de gel de linhaça
180 ml de suco de uva orgânico
180 ml de infusão de hibisco
1 anis-estrelado
1 flaconete de clorofila
Preparo do gel
Deixe 1 pacote de linhaça em grão em 1,5 litro de água filtrada, por 24 horas. Processe no liquidificador e armazene em pote de vidro bem higienizado, na geladeira.
Preparo do suco
Bata todos os ingredientes no liquidificador e coe. Sirva imediatamente.
Rendimento
1 copo
Fonte: Revista Vida Natural
Marcella Romanelli, nutricionista da Nutricêutica (MG) e Roseli Rossi, nutricionista da clínica Equilíbrio Nutricional (SP)
Enviado por email - Alexandre Pagliuca Gomes
terça-feira, 20 de Outubro de 2009
Mau hálito? Acabe com ele!
Halitose - esse é o nome técnico do "bafo". Quatro em cada dez brasileiros sofrem com ele. Mesmo quem escova os dentes e usa fio dental diariamente pode enfrentar saias justas ao falar de pertinho com alguém.
As causas são muitas: desde a baixa produção de saliva e o uso excessivo de medicamentos, até rinite e prisão de ventre.
Para tirar a prova, o dentista Sérgio Salomão, de São Paulo, sugere este teste: passe a língua no punho, aguarde 30 segundos e cheire o local que foi lambido. Foi reprovada no teste? Então siga as dicas seguintes enquanto não marca a próxima visita ao dentista.
Tome chá
Enquanto o café é conhecido por ser um dos causadores do mau hálito, o chá tem o efeito oposto. Quando fervida, a bebida libera substâncias que impedem as bactérias causadoras do cheirinho ruim de se fixarem na boca.
Coma iogurte
Um estudo feito no Japão comprovou que a ingestão diária de um pote de iogurte ou leite fermentado acaba com a halitose. Em oito de cada dez pacientes, os efeitos surgem em até quatro semanas. Os responsáveis por isso são os lactobacilos vivos, que exterminam as bactérias vilãs.
Use chiclete de canela
Uma pesquisa americana comprovou que o chiclete de canela é o mais eficaz para acabar com o mau hálito. Contudo, o efeito não dura mais do que meia hora. Reserve a goma de mascar para momentos estratégicos.
Mastigue cenoura crua
Em muitos casos, o mau hálito é causado por alimentos ricos em proteína, como carnes. As bactérias da boca atacam essas proteínas, provocando o cheiro ruim. Ao comer pedaços de cenoura crua, você faz uma "faxina" nos dentes, eliminando os restos de alimentos.
Risque do cardápio alho, cebola e brócolis
Alho e cebola liberam gases à base de enxofre durante a digestão (o que não tem nada a ver com o gosto forte que fica na boca depois de comê-los). Esses gases caem na corrente sanguínea e são liberados quando expiramos o ar, durante a respiração. Brócolis, repolho e comidas gordurosas têm o mesmo efeito - fuja deles!
Fonte: M de Mulher
segunda-feira, 19 de Outubro de 2009
As virtudes das uvas
São uma das frutas mais suculentas e saborosas, mas também as mais terapêuticas, graças ao resveratrol que contêm, uma substância altamente antioxidante (que se encontra mais concentrada na pele das uvas pretas e vermelhas), de acção antifúngica, que previne a ocorrência de fungos e infecções, melhora a digestão, cuida da saúde do coração e protege contra o cancro.
Propriedades medicinais
São ricas em hidratos de carbono de fácil assimilação, como a glucose, a frutose, a sacarose, a dextrose e a levulose. Destaca-se o seu conteúdo em ácido fólico, que fortalece o sistema imunitário, e em vitamina B6, que favorece o metabolismo das proteínas.
Além disso, contêm ferro, betacotenos, vitamina C e flavonoides (miricetina, quercitina e antocianósidos, pigmentos naturais que dão a cor à fruta e que, entre outras coisas, favorecem a circulação).
As uvas contêm ainda pterostilbene, uma substância muito semelhante ao resveratrol, que ajuda a reduzir o colesterol e possibilita a regulação da glucose no sangue, podendo combater a diabetes tipo 2.
Preta ou branca
A uva preta possui mais resveratrol que as outras variedades e maiores concentrações de potássio (que estimula o impulso nervoso e favorece um bom funcionamento muscular).
A uva branca é mais rica em magnésio (que potencia o sistema nervoso) e cálcio (que fortalece os ossos e os dentes).
Indicadas para...
Depurar o fígado.
Fortalecer o sistema imunitário antes do Inverno.
Fazer jejuns terapêuticos, comendo apenas uvas, um ou dois dias por semana.
Tratamentos de artrite, reumatismo e gota.
Melhorar a circulação e purificar o sangue.
Regenerar a flora intestinal e prevenir a obstipação.
Evitar a fadiga, o cansaço e o stress físico e mental, e recuperar a energia rapidamente.
Fonte Sapo Saude
domingo, 18 de Outubro de 2009
Ervas que curam ... Gripe
Chá contra gripe
Ingredientes: 1 litro de água - 1 colher (sopa) de folhas de eucalipto - 1 colher (sopa) de folhas de sabugueiro - 1 colher (sopa) de folhas de alfavaca - 1 colher (sopa) de folhas de hortelã - 1 colher (sopa) de folhas de guaco - 1 colher (sopa) de folhas de poejo • mel. Modo de fazer: ferva a água. Em seguida, acrescente todas as ervas e deixe ferver por mais 15 minutos. Desligue o fogo, abafe e deixe amornar. Coe e adoce com mel a gosto. Beba 1 xícara (chá) de quatro a cinco vezes ao dia
Fonte: M de Mulher
Por Fabricio Pellegrino
sábado, 17 de Outubro de 2009
Erva que curam... Gripe
Chá contra gripe
Ingredientes: 1 litro de água - 1 colher (sopa) de folhas de eucalipto - 1 colher (sopa) de folhas de sabugueiro - 1 colher (sopa) de folhas de alfavaca - 1 colher (sopa) de folhas de hortelã - 1 colher (sopa) de folhas de guaco - 1 colher (sopa) de folhas de poejo • mel. Modo de fazer: ferva a água. Em seguida, acrescente todas as ervas e deixe ferver por mais 15 minutos. Desligue o fogo, abafe e deixe amornar. Coe e adoce com mel a gosto. Beba 1 xícara (chá) de quatro a cinco vezes ao dia
Fonte: M de Mulher
Por Fabricio Pellegrino
sexta-feira, 16 de Outubro de 2009
Ervas que curam ... Figado
Chá contra problemas no fígado
Ingredientes: 1 litro de água - 1 colher (sopa) de folhas de alcachofra - 1 colher (sopa) de folhas de jurubeba - 1 colher (sopa) de folhas de pariparoba - 1 colher (sopa) de folhas de carqueja - 1 colher (sopa) de folhas de boldo. Modo de fazer: depois de ferver a água, desligue o fogo e despeje as ervas. Tampe por cinco minutos. Após esfriar, coe. Tome uma xícara (chá) quatro vezes ao dia: antes do café-da-manhã, do almoço, do jantar e de dormir
Fonte: M de Mulher
Por Fabricio Pellegrino
quinta-feira, 15 de Outubro de 2009
Ervas que curam... Dor de estomago, Gases e Gastrite
Chá contra dor de estômago, gases e gastrite
Ingredientes: 1 litro de água - 1 colher (sopa) de folhas de espinheira-santa - 1 colher (sopa) de folhas de hortelã - 1 colher (sopa) de folhas de casca de zedoária - 1 colher (sopa) de folhas de camomila - 1 colher (sopa) de folhas de funcho. Modo de fazer: depois de ferver a água, desligue o fogo e despeje as ervas. Tampe por cinco minutos. Após esfriar, coe. Tome uma xícara (chá) quatro vezes ao dia: antes do café-da-manhã, do almoço, do jantar e de dormir
Fonte: M de Mulher
Por Fabricio Pellegrino
quarta-feira, 14 de Outubro de 2009
Ervas que curam,... TPM
Chá contra cólica de TPM
Ingredientes: 1 litro de água - 1 maçã inteira cortada em cubinhos - 1 colher (sopa) de folhas de hortelã - 1 colher (sopa) de folhas de funcho - 10 folhas de louro - 1 colher (sopa) de folhas de camomila - 1 colher (sopa) de folhas de erva-de-são-joão. Modo de fazer: após ferver a água, desligue o fogo, despeje a maçã e as ervas, tampe e deixe descansar por 20 minutos. Tome uma xícara (chá) cinco vezes ao dia, com intervalos de, no mínimo, 1h30 entre cada ingestão
Fonte: M de Mulher
Por Fabricio Pellegrino
terça-feira, 13 de Outubro de 2009
Ervas que curam.... Colesterol
Chá contra colesterol alto
Ingredientes: 1 colher (sopa) de folhas de alcachofra - 1 colher (sopa) de sementes de urucum - 1 colher (sopa) de folhas de carqueja - 1 colher (sopa) de folhas de graviola - 1 litro de água. Modo de fazer: leve a água ao fogo até ferver. Em seguida, despeje uma xícara (chá) das ervas misturadas e deixe ferver por mais cinco minutos. Desligue e tampe por 20 minutos. Beba uma xícara (chá) quatro vezes ao diadevem tomar o chá
Fonte: M de Mulher
Por Fabricio Pellegrino
segunda-feira, 12 de Outubro de 2009
Ervas que curam....Asma e Bronquite
Xarope contra asma e bronquite
Ingredientes: 1/2 litro de água - 1/2 kg de açúcar cristal - 10 g de folhas de hera - 5 g de brotos de xaxim - 10 g de folhas de alcaçuz - 10 g de folhas de cambará - 10 g de folhas de pulmonária - 1/2 cálice de conhaque. Modo de fazer: ferva a água e o açúcar. Jogue as ervas e deixe ferver por mais 20 minutos. Desligue, misture o conhaque, tampe, deixe esfriar e coe. Beba 1 xícara (chá), quatro vezes ao dia. Os xaropes podem ser consumidos em até 60 dias
Fonte: M de Mulher
Por Fabricio Pellegrino
domingo, 11 de Outubro de 2009
Ervas que curam... Tosse
Xarope contra tosse
Ingredientes: 1 litro de água - 1 kg de açúcar cristal - 10 g de folhas de guaco - 10 g de folhas de assa-peixe - 10 g de folhas de mastruço - 10 g de folhas de eucalipto - 100 g de folhas de agrião - 1 xícara (chá) de conhaque. Modo de fazer: ferva a água e o açúcar. Jogue as ervas e deixe ferver por mais 20 minutos. Desligue, misture o conhaque, tampe, deixe esfriar e coe. Beba 1 xícara (chá), quatro vezes ao dia. Os xaropes podem ser consumidos em até 60 dias
Fonte: M de Mulher
Por Fabricio Pellegrino
sábado, 10 de Outubro de 2009
Ervas que curam.... Conjutivite
Solução contra conjuntivite
Ingredientes: 20 g de camomila - 1/2 litro de água. Modo de fazer: ferva a água, desligue o fogo e acrescente a camomila. Tampe e deixe descansar por 20 minutos. Depois de filtrar e esfriar, banhe os olhos com algodão embebido na mistura várias vezes ao dia
Fonte: M de Mulher
Por Fabricio Pellegrino
sexta-feira, 9 de Outubro de 2009
Ervas que curam .... Micose
Solução contra micose de unha
Ingredientes: 500 ml de água - 30 g de folhas secas de arruda - 100 ml de álcool líquido. Modo de fazer: ferva a água, desligue o fogo e misture os outros ingredientes. Esprema as folhas, coloque tudo em um frasco e reserve por uma semana. Três vezes ao dia - de manhã, à tarde e à noite - despeje um pouco no líquido até penetrar embaixo da unha
Fonte: M de Mulher
Por Fabricio Pellegrino
quinta-feira, 8 de Outubro de 2009
Ervas que curam... Dor de garganta
Chá contra dor de garganta
Ingredientes: 1 litro de água - 1 colher (sopa) de folhas de alcaçuz - 1 colher (sopa) de folhas de alfavaca - 1 colher (sopa) de casca de sucupira - 1 colher (sopa) de mastruço - 1 colher (sopa) de folhas de sálvia - 1 colher (sopa) de folhas de tanchagem - 1 colher (sopa) de folhas de jequitibá - 1 colher (sopa) de folhas de malva-branca - mel. Modo de fazer: ferva a água. Em seguida, acrescente todas as ervas e deixe ferver por mais 15 minutos. Desligue o fogo, abafe e deixe amornar. Coe e adoce com mel a gosto. Beba 1 xícara (chá) de quatro a cinco vezes ao dia
Fonte: M de Mulher
Por Fabricio Pellegrino
quarta-feira, 7 de Outubro de 2009
Ervas que curam.... Caspa
Solução contra caspa
Ingredientes: 300 ml de água - 10 g de gel de babosa (retire o líquido com uma colher). Modo de fazer: bata tudo no liqüidificador até ficar homogêneo. Uma vez ao dia, passe nos cabelos e deixe agir por uma hora
Fonte: M de Mulher
Por Fabricio Pellegrino
segunda-feira, 5 de Outubro de 2009
Azeite: ouro líquido
Tal como a pedra filosofal - que transformava em ouro tudo o que tocava -, o elixir da eterna juventude é um dos sonhos mais antigos do homem. Muitas buscas em rios se fizeram e muitas noites de sono se perderam nos laboratórios na procura do tesouro escondido.
Postos estes anos todos, descobrimos finalmente o ouro que lhe dá vida quase eterna: o azeite. Não acredita? Este precioso alimento traz longevidade aos homens, com efeitos tão benéficos como os de evitar que as suas artérias se obstruam de gordura, melhorar o funcionamento do pâncreas, da vesícula biliar e do intestino, prevenir as doenças coronárias, e retardar o envelhecimento.
Mas para lhe apresentar todos estes prós, não nos limitámos a transcrever o que vem nos livros. Investigámos, consultámos inúmeros estudos elaborados em vários países e pedimos a opinião a especialistas consagrados. No final, decidimos resumir a informação e dividi-la por temas, salientando as pesquisas mais relevantes para este artigo.
Quando se fala de azeite, à nossa mente aflui de imediato a ideia de uma dieta mediterrânica, saudável, que inclui feijões, azeite e vinho tinto.
De acordo com os especialistas do Núcleo de Doenças do Comportamento Alimentar (NDCA), "Ao estudar os hábitos alimentares das diferentes populações, a comunidade médica internacional verificou que a alimentação rica em azeite dos países costeiros do Mediterrâneo podia explicar os níveis reduzidos de colesterol no sangue e uma baixa incidência de doenças cardiovasculares dos povos mediterrânicos, em comparação com os habitantes da América do Norte e Europa Central".
Infelizmente, com a invasão da fast food e a aquisição de hábitos alimentares diferentes, assim como o aumento do poder de compra, os portugueses começam a pôr de parte as hortaliças e as leguminosas e a colocar no prato maiores quantidades de carne vermelha e doces.
De acordo com o Centro de Informação do Azeite (CIA), a Comissão Europeia levou a cabo uma sondagem no âmbito da VII Campanha de Promoção do Consumo de Azeite, sobre as compras alimentares entre indivíduos entre os 25 e os 60 anos, de ambos os sexos.
No final, constatou-se que em Portugal, apenas 63,4% dos inquiridos consumem diariamente hortaliça e vegetais frescos e 10% não incluem estes produtos na sua alimentação. Apenas o Grande Porto revelou um consumo de 76,1%. Em contrapartida, mais de metade dos inquiridos integra carne vermelha na sua alimentação diária.
Contudo, apesar dos maus hábitos, é de salientar o facto de a maioria se manter fiel ao poderoso azeite, em grande parte pela consciência dos benefícios que traz para a saúde.
"52% consomem azeite por ser uma 'gordura saudável'", refere o CIA. A mesma fonte acrescenta ainda que "é na população jovem que o consumo de azeite relacionado com a saúde apresenta o índice mais baixo (47%)".
Manual de utilização
Grau de acidez
Indica o teor de ácidos gordos livres presentes no azeite, expresso em percentagem de ácido oleico.
O teor de ácidos gordos livres está directamente relacionado com o estado original da azeitona. Por conseguinte, um maior grau de acidez significa uma maior deterioração da azeitona que deu origem ao azeite.
A ordem de alinhamento
Quando estiver a preparar uma salada há que verter primeiro orégãos, tomilho, noz moscada ou outro condimento, depois o vinagre ou o sumo de limão e, por último, o azeite.
Aporte calórico
Cerca de 9 calorias por grama.
Conservação
Tal como acontece com os vinhos, convém proteger o azeite da luz e impedir que entre em contacto com o ar (deve manter a rolha bem apertada).
Frituras
Há que evitar que provoque a libertação de fumo ou escureça, já que quando o azeite sobreaquece perde alguns dos seus nutrientes essenciais e verificam-se alterações no tipo de ácidos gordos. Depois de uma fritura, deve procurar-se substituir o azeite utilizado.
Tipos de azeite
Em virtude da sua "pureza" o azeite pode ser:
extra virgem (é o sumo natural procedente do fruto da oliveira, diz-se que é virgem porque na sua elaboração não foram empregues produtos químicos ou dissolventes orgânicos) virgem (similar ao anterior, mas com pequenas alterações no armazenamento ou conservação) de azeitona (o mais comum e o terceiro no ranking) e da pele (obtém-se aplicando dissolventes autorizados na pasta ou resíduo que fica depois de prensadas as azeitonas. É o de pior qualidade e necessita de ser processado para reduzir a sua acidez máxima a 0,3º). "Os azeites ideais para consumir a cru, temperar e para a doçaria são os azeites de sabor suave extra virgem (com acidez menor que 1%).
Para preparar molhos, como maionese ou vinagreta, os azeites virgem (com acidez menor ou igual a 2%) são uma boa escolha.
Os azeites virgem, mais frutados ou picantes, de acidez eventualmente mais alta, são óptimos para os escabeches, açordas, pratos de bacalhau e caldeiradas, intensificando o sabor dos alimentos.
O azeite (refinado, enriquecido com azeite virgem, de acidez menor ou igual a 1,5%) é uma boa opção para fritar e para as sopas", aconselha a nutricionista Dra. Rosa Maria Santos Vilares.
Os Estudos
Para contrariar essa tendência, deixamos-lhe alguns dos melhores estudos efectuados um pouco por todo o mundo e as opiniões dos especialistas portugueses.
Contra o que se tem proclamado nos últimos anos, a saúde cardíaca não está relacionada com a ausência de gordura na dieta, mas depende, isso sim, da qualidade da mesma.
Uma investigação epidemiológica em grande escala da Universidade de Harvard analisou, durante 20 anos, 80.000 norte-americanos.
Depois de corrigir a influência que nos resultados pudessem ter a idade, o tabagismo e a falta de exercício, entre outras variáveis, a investigação concluiu que para reduzir a incidência de enfartes de miocárdio e de anginas de peito não se pode eliminar a gordura da dieta.
O que se tem de fazer é substituir a margarina por azeite.
De resto, os especialistas calcularam que ao se substituir 5% do total da energia que se obtém das gorduras saturadas pelas não saturadas, o risco de problemas coronários diminuía cerca de 43%.
Outro estudo levado a cabo pela Faculdade de Medicina e a Clínica Universitária de Navarra, em Espanha, assinala que o consumo de azeite reduz em 79% a possibilidade de que alguém sofra um primeiro enfarte do miocárdio.
"O azeite é a melhor gordura para confeccionar alimentos e para o tempero de saladas. O seu teor em monoinsaturados faz diminuir o colesterol, pelo que tem acção benéfica nas doenças cardiovasculares. O seu consumo deve ser diário e em substituição de outras gorduras", refere a Dra. Rosa Maria Santos Vilares, nutricionista e membro da direcção da Fundação Portuguesa de Cardiologia (Delegação Norte).
Foi o que confirmou um estudo elaborado no início da década de 60 que, segundo os especialistas do NDCA, demonstrou que o padrão alimentar mediterrânico é um dos mais saudáveis do mundo.
Segundo este estudo, os países onde a dieta tem por base as gorduras vegetais (como o azeite), registam uma incidência muito menor do enfarte do miocárdio.
Por seu lado, nos EUA, Finlândia e Holanda, onde se verifica um consumo elevado de gorduras saturadas, há uma alta incidência desta doença coronária.
Colesterol
Dezenas de estudos garantem que as gorduras ricas em ácido oleico, como o azeite, aumentam o colesterol bom (HDL) uma vez que transportam o colesterol mau (LDL) até ao fígado para sua eliminação, reduzindo substancialmente os riscos de sofrer uma trombose arterial.
A corroborar esta teoria, uma investigação levada a cabo pelos catedráticos de Cardiologia e Bioquímica da Faculdade de Medicina de Saragoza, em Espanha, demonstrou que a substituição do óleo de girassol pelo azeite garantia um efeito benéfico sobre os lípidos sanguíneos, até chegar ao ponto de diminuir o colesterol total em cerca de 12% e o colesterol mau em 13,5%.
"O azeite, apesar de ser uma gordura, não eleva a taxa de colesterol no sangue. Pelo contrário, provoca uma redução dos teores de gordura do sangue; aumenta a percentagem das lipoproteínas de alta densidade (HDL) no sangue, tendo como consequência a diminuição do risco de enfarte do miocárdio. No que se refere à coagulação sanguínea, o azeite provoca uma redução da agregação das plaquetárias e do risco de trombose arterial", acrescenta a Dra. Rosa Maria Santos Vilares.
Hipertensão
"Um dos principais benefícios de um consumo regular, mas moderado, de azeite é a presença dos chamados ácidos gordos essenciais ómega-3 e ómega-6. Estes fazem parte da constituição da parede celular e contribuem em grande parte para a optimização da saúde cardiovascular, tão necessária nos dias de hoje", indica o Dr. Pedro de Meireles Queiroz, nutricionista da Clínica de Nutrição do Porto.
Um trabalho publicado no Archives of Internal Medicine concluiu que o azeite contribui para que os hipertensos, em grau ligeiro ou moderado, possam baixar a sua dose de medicação.
A experiência consistiu em formar dois grupos de hipertensos: o primeiro seguiu uma dieta rica em ácidos gordos monoinsaturados procedentes do azeite virgem, enquanto o segundo aplicou outra cujos ácidos gordos provinham do óleo de girassol (polinsaturados).
Seis meses depois, ambos os grupos trocaram as suas dietas.
Foi então que os autores constataram que a pressão sanguínea era menor quando os participantes consumiam azeite.
Na verdade, este grupo pôde deixar de tomar até 48% da sua dose de medicação, enquanto os que fizeram uma dieta com base no óleo de girassol apenas viram uma redução dos medicamentos em 4%.
Envelhecimento
Uma investigação realizada por Antonio Capurso, professor de Geriatria (medicina que se ocupa das doenças dos idosos) da Universidade de Bari (Itália) analisou a relação existente entre a deterioração cognitiva e o consumo de azeite.
Os resultados foram elucidativos: as pessoas que consumiram maiores quantidades de azeite (140 g diárias) tornaram-se 33 vezes menos propensas a perder as suas faculdades mentais do que aquelas que consumiram 30 g ou menos.
A investigação continua, mas tudo leva a crer que o ácido oleico ajuda a manter a estrutura das membranas que rodeiam os neurónios e preserva o correcto funcionamento dos neurotransmissores ou substâncias que servem de ligação entre estas células.
Além do interior, o azeite parece ser também um bom conservante do exterior. De acordo com o Dr. Pedro de Meireles Queiroz, "de facto, o azeite por ser uma excelente fonte de vitamina E, contribui para a saúde da pele, sua elasticidade, luminosidade, etc."
Aparelho digestivo
Desde que um alimento entra na boca produzem-se no corpo uma série de efeitos que podem ser mais ou menos benéficos e que diferem muito segundo se trata de azeite ou de outro tipo de gorduras.
Tal como nos confirma o NDCA: "o azeite é bem tolerado pelo estômago. Diminui a secreção de ácidos estomacais, o que produz efeitos muito positivos nas úlceras do estômago e do intestino delgado. Além disso, o azeite tem um efeito preventivo na formação de pedras e actua como um auxiliador da digestão".
Também a nutricionista Dra. Isabel Mendes Alves, da Fundação Portuguesa de Cardiologia, afirma que "na constituição do azeite entram também ácidos gordos indispensáveis ao bom funcionamento do organismo chamados ácidos gordos polinsaturados e apresenta ainda um papel benéfico na digestão, ajudando-a".
Oxidação corporal
Uma investigação do Departamento de Epidemiologia da Universidade de Atenas, da qual fez eco o American Journal of Nutrition, chegou à conclusão de que os agentes antioxidantes contidos no azeite evitam a deterioração celular, o que mantém os tecidos da pele humana em melhor estado durante muito mais tempo.
Alguns especialistas afirmam que o perfil lipídico do azeite virgem extra é muito similar ao da pele do ser humano, como consequência da presença de vitamina E, a principal fonte de protecção frente aos radicais livres que provocam oxidação celular.
Cancro
Na actualidade sabe-se que 80% dos cancros estão relacionados com a alimentação.
No caso em questão, parece que não há margem para dúvidas de que o azeite protege contra alguns tipos de cancro, como o da pele, do cólon, da mama e inclusive o da próstata.
Muitos estudos se fizeram para demonstrar que a composição do azeite (muito rico em antioxidantes como a vitamina E e determinados compostos fenólicos) gera padrões hormonais que não estimulam os processos cancerosos.
Tal como refere o Dr. Custódio César, nutricionista da E-netur@l: "este fabuloso alimento apresenta ainda propriedades estimulantes da vesícula biliar e fígado devido à sua acção suave sobre estes órgãos, favorecendo a digestão".
Texto concedido pela revista: Men´s Health
Fonte: Sapo Saude
sábado, 3 de Outubro de 2009
Ossos fortes com linho
A revista norte-americana Nutrition Journal, publicou o primeiro estudo controlado em humanos no qual se sugere que tomar uma maior quantidade de ácidos gordos ómega 3 de origem vegetal, em concreto o ácido linoleico do óleo de linho ou das nozes, pode beneficiar a saúde cardiovascular e o sistema esquelético.
Os autores deste estudo, realizado na Universidade da Pensilvânia, afirmam que o efeito benéfico sobre a calcificação óssea poderá ser devido ao facto de estes ácidos gordos essenciais favorecerem um turnover positivo do osso, ou seja, proporcionarem a formação da massa óssea, ao mesmo tempo que ajudam a reduzir a sua degradação.
Poderá encontrar, no mercado dietético, sementes de linho inteiras (para demolhar e moer), e pérolas de óleo de linho, ambas ricas em ácidos gordos ómega 3 de origem vegetal. Uma em cada quatro mulheres com mais de 50 anos de idade e cerca de 750.000 homens padecem de osteoporose, uma doença óssea metabólica que produz uma desmineralização no osso, que se torna mais frágil e propício a fracturas.
Aumentar o consumo de cálcio, vitamina D, magnésio e ácidos gordos ómega 3 é imprescindível para a sua prevenção.
in: Revista Saúde Actual Nº 25
Pode encontrar este artigo em: Sapo Saude
domingo, 27 de Setembro de 2009
ÁLCOOL GEL
Já tem muitos lugares que não se encontra ÁLCOOL GEL e onde ainda é encontrado o preço é bem alto.
Guarde a fórmula simples do álcool gel, caso tenha necessidade:
- 2 folhas de gelatina incolor e sem sabor (compra-se em qualquer super mercado)
- 1 copo (250 ml) de água quente para dissolver as 2 folhas de gelatina.
Espere esfriar.
- Acrescente 12 copos de álcool de 96° graus.
- Está pronto o álcool gel de 72° a 75° graus.
O álcool de baixa graduação, é o mais indicado em termos de limpeza, higienização e desinfectante.
sábado, 26 de Setembro de 2009
Episódios curtos de stress podem fortalecer o sistema imunológico
Realizado por cientistas da Universidade de Stanford, nos EUA, o estudo, divulgado pela revista especializada Brain, Behavior and Immunity traz «resultados surpreendentes».
Os investigadores avaliaram o efeito do stress agudo em 30 ratos de laboratório expostos, durante dez semanas, a doses de raio ultravioleta três vezes por semana.
A luz não formava bolhas e não queimava a pele dos roedores, causando apenas uma leve vermelhidão, mas era composta de um dos mais perigosos tipos de raio – o UVB. Após a décima semana, alguns tinham desenvolvido formações pré-cancerígenas similares às encontradas em humanos com cancro da pele.
As análises de dois grupos de ratos mostraram que menos roedores entre os que tinham sofrido o stress agudo (um dos grupos teve os seus movimentos restritos para gerar stress) desenvolveram o cancro de pele.
«Esta é a primeira evidência de que esse tipo de stress de curta duração – como o de falar em público ou em uma entrevista de emprego – pode aumentar a actividade anti-tumor», disse o psiquiatra Firdaus Dhabhar, líder do estudo.
Segundo os autores, o stress crónico tem o efeito oposto – sobrecarrega o sistema imunológico e aumenta a susceptibilidade à doença.
Fonte Sapo.Saude
segunda-feira, 7 de Setembro de 2009
Comer durante a noite pode aumentar o pesoPublicado por Pedro Santos em 4 setembro
Segundo o jornal New York Times, a pesquisa foi conduzida para se averiguar se o comer durante a noite contribuía para o aumento de peso devido a razões comportamentais, tais como comer em excesso enquanto se vê televisão, ou por motivos psicológicos.
Os resultados revelaram que os ratos que comiam durante as horas normais de sono tinham, em média, um aumento de 48% do seu peso, enquanto que aqueles que comiam o mesmo mas nas horas normais registaram apenas um aumento de 20%.
Estudos realizados em humanos têm que ser realizados de forma a determinar se as horas de consumo de comida afectam realmente o peso, afirmaram os investigadores.
"Após o pôr-do-sol não existem frigoríficos, nem comida disponível", afirmou Fred Turek, investigador principal do estudo, referindo-se ao tempo do homem primitivo.
"Simplesmente não comiam a essas horas, e as pessoas consomem a maior parte das suas calorias depois do pôr-do-sol", concluiu.
Fonte: Upi
Publicado em Farmacia.com.pt
domingo, 30 de Agosto de 2009
O que esta faltando....
1. DIFICULDADE DE PERDER PESO
O QUE ESTÁ FALTANDO: ácidos graxos essenciais e vitamina.
ONDE OBTER: semente de linhaça, cenoura e salmão - além de suplementos específicos.
2. RETENÇÃO DE LÍQUIDOS
O QUE ESTÁ FALTANDO: na verdade um desequilíbrio entre o potássio, fósforo e sódio.
ONDE OBTER: água de côco, azeitona, pêssego, ameixa, figo, amêndoa, nozes, acelga, coentro e os suplementos.
3. COMPULSÃO A DOCES
O QUE ESTÁ FALTANDO: cromo.
ONDE OBTER: cereais integrais, nozes, centeio, banana, espinafre,cenoura + suplementos..
4. CÂIMBRA, DOR DE CABEÇA
O QUE ESTÁ FALTANDO: potássio e magnésio
ONDE OBTER: banana, cevada, milho, manga, pêssego, acerola, laranja e água.
5. DESCONFORTO INTESTINAL, GASES, INCHAÇO ABDOMINAL
O QUE ESTÁ FALTANDO: lactobacilos vivos
ONDE OBTER: coalhada, iogurte, missô, yakult e similares.
6. MEMÓRIA RUIM
O QUE ESTÁ FALTANDO: acetil colina, inositol.
ONDE OBTER: lecitina de soja, gema de ovo + suplementos.
7. HIPOTIREOIDISMO (PROVOCA GANHO DE PESO SEM CAUSA APARENTE)
O QUE ESTÁ FALTANDO: iodo.
ONDE OBTER: algas marinhas, cenoura, óleo, pêra, abacaxi, peixes de água salgada e sal marinho.
8. CABELOS QUEBRADIÇOS E UNHAS FRACAS
O QUE ESTÁ FALTANDO: colágeno.
ONDE OBTER: peixes, ovos, carnes magras, gelatina + suplementos.
9. FRAQUEZA, INDISPOSIÇÃO, MAL ESTAR
O QUE ESTÁ FALTANDO: vitaminas A, C, e E e ferro.
ONDE OBTER: verduras, frutas, carnes magras e suplementos.
10. COLESTEROL E TRIGLICERÍDEOS ALTOS
O QUE ESTÁ FALTANDO: Ômega 3 e 6.
ONDE OBTER: sardinha, salmão, abacate, azeite
Fonte - Recebido por email....
sábado, 29 de Agosto de 2009
Prisão de ventre
1. Pode comer maçã e banana se o intestino está preso?
Pode, mas há senões. Para alguns especialistas, a casca da maçã contribui para prender ainda mais o intestino. Segundo eles, comer maçã descascada e, melhor ainda, cozida está liberado. Outros acham que não há nenhum problema em ingeri-la com casca e tudo numa situação dessas. Até porque a casca seria uma fonte de fibra, que libera o tráfego intestinal. Em relação à banana, não existe nenhuma restrição. Ela não piora o quadro, mas também não ajuda, ou seja, não está entre os alimentos famosos por dar um chega-pra-lá no desconforto. A banana-maçã, no caso, é a menos indicada devido à sua composição.
2. Pode tomar laxante, natural ou não?
Não pode, a não ser em situações emergenciais, quando o indivíduo está há mais de cinco dias sem ir ao banheiro. Existem alguns tipos de laxantes. Os chamados osmóticos hidratam as fezes ressecadas, típicas de um quadro de prisão de ventre. Já os laxantes denominados catárticos provocam uma espécie de irritação nas mucosas do intestino, o que deflagra as contrações musculares responsáveis por expulsar o bolo fecal empacado no meio do caminho. Quando usada de maneira contínua, os laxantes catárticos podem lesionar o intestino, prejudicando a absorção de nutrientes. Por fim, existem remédios com a mesma função que são rotulados de naturais porque se valem de extratos de fibras. Eles aumentam o volume do bolo fecal, mas o uso crônico também acarreta males para o intestino. Afinal, apesar de naturais, eles irritam a parede do órgão.
3. Pode aumentar o consumo de óleo nas refeições para ajudar?
Pode. Os óleos ajudam a lubrificar as vias intestinais, facilitando a expulsão das fezes. Basta ingerir uma colher de chá de azeite de oliva, por exemplo. Mas nada de exageros. Óleo em demasia pode deflagrar, entre outras encrencas, uma diarréia daquelas! Os extremos nunca são bons.
4. Pode comer mais vegetais para ajudar?
Pode, sobretudo os verdes, como alface, rúcula e agrião. Eles são (quase) fibra pura. Essa substância não é absorvida pelo intestino. Daí, no final das contas, serve de matéria-prima para o bolo fecal. E um bolo fecal bem formado e volumonoso estimula as contrações intestinais.
5. Pode comer cereais integrais porque eles resolvem a questão?
Pode. Eles ajudam mesmo. Não à toa. Os cereais integrais são ricos em fibras, que dão aquele empurrão para o intestino regularizar seu funcionamento. Mas de nada adiantará se empanturrar deles caso não haja um consumo adequado de água ao longo do dia – pelo menos 3 litros. A ingestão de líquidos hidrata as fezes, que, assim, ficam pastosas e são expelidas sem maiores dramas. Cereal integral sem líquido, por outro lado, vira sinônimo de fezes duras e ressecadas, que dificilmente são expulsas.
6. Pode comer mais mamão para ajudar?
Pode. O mamão é uma ótima pedida quando a prisão de ventre dá as caras justamente por ser outra excelente fonte de fibras. Os especialistas só não recomendam a ingestão de suas sementes, porque elas estão associadas a algumas complicações. Lá dentro do intestino com predisposição a encrenca elas se tornam o estopim de diverticulites, por exemplo.
7. Pode tomar mais de uma porção daqueles iogurtes que prometem resolver o problema?
Pode. Mas o ideal é começar com uma porção diária desses iogurtes, ricos em bactérias que colocam o trabalho do intestino nos eixos. Limitar-se a uma única porção no início é a maneira de habituar o órgão a essa novidade. Mas, no final das contas, o número de porções recomendadas vai variar de indivíduo para indivíduo.
8. Pode tomar qualquer iogurte já que todos fazem bem?
Pode. Os iogurtes em geral, assim como a velha e boa coalhada, têm bactérias benéficas para o trato intestinal, mas, sem sombra de dúvida, os mais recomendados são os probióticos, que contêm boas doses de cepas específicas desses micróbios do bem. Sem falar que muitos vêm com um bônus: cereais, que também auxiliam no ajuste do ritmo do intestino.
9. Pode pedir ajuda médica?
Pode. Aliás, quem padece com a prisão de ventre crônica deveria recorrer a um especialista. Além de a maioria dos pacientes não conseguir dar um fim ao tormento sozinha, o intestino preso pode ser sintoma de algo mais sério.
10. Pode esperar sentado no banheiro para induzir a vontade?
Pode. Por meio dessa estratégia, o intestino desenvolve uma memória. Assim, como um relógio, ele vai ajustar seis ponteiros e, no horário habitual, tende a trabalhar a contento. Trata-se, portanto, de treino. Só não fique muito tempo por lá, forçando a barra. Fazer força, para alguns, é induzir hemorróidas, entre outros problemas.
11. Pode tomar remédio para gases?
Pode. Como eles provocam o rompimento das bolhas, melhorando a eliminação de gases, a desconforto associada à prisão de ventre diminui. Mas o uso em excesso desse tipo de medicamento pode levar a uma inibição das contrações do intestino. Portanto, só é para tomar remédio para gases quando eles estiverem realmente incomodando.
12. Pode parar de tomar estatina para diminuir o colesterol, se ela parece ser a causadora da encrenca?
Não pode parar de tomar estatina, principalmente se o indivíduo tem níveis elevados dessa gordura no sangue. Em outras palavras, é preciso dosar bem o custo e benefício do tratamento com essa medicação por meio de uma boa avaliação médica. São raras as vezes em que a estatina é suspensa devido a um problema intestinal como a prisão de ventre. Em geral, os especialistas preferem cuidar desse efeito colateral sem retirar a droga que reduz as taxas de colesterol.
13. Pode fazer massagem na barriga ou não adianta nada?
Pode. A massagem nesse caso adianta, sim. Isso porque é um estímulo mecânico que auxilia a dar um fim ao engarrafamento no trânsito intestinal.
14. Pode esperar cinco dias para só aí tomar uma atitude?
Não pode. Ficar sem evacuar durante três dias ou mais dias talvez indique que algo não vai bem no organismo, sinalizando a possibilidade de algo mais sério. Mas nada de pânico. Uma mudança na alimentação ou uma situação estressante também podem ter sido a causa da chateação.
15. Pode ser sinal de verminose?
Pode, especialmente em crianças. Bichos estranhos que caem de pára-quedas no intestino acabam perturbando o ecossistema de bactérias que habitam essa porção do corpo. E, afinal, elas têm um papel de destaque na manutenção de um bom processo digestivo. Assim, diante de um caso de verminose, a função intestinal fica desregulada, abrindo alas para a prisão de ventre.
16. Pode ser sinal de outra doença?
Pode. Além de problemas no próprio intestino, como um câncer, a prisão de ventre crônica muitas vezes indica males como o hipotireoidismo, quando a glândula tireóide não produz níveis satisfatórios de hormônios.
17. Pode ser conseqüência de uma operação, como parto cesariano?
Pode. A cesariana e todo procedimento cirúrgico que envolva manipulação dos órgãos internos do abdômen geralmente causam alterações intestinais como a prisão de ventre. Há quem diga, nos meios médicos, que o intestino não gosta de ser tocado numa operação. Sensível, faz greve até se recuperar. E há ainda a possibilidade de aderências internas depois de uma cirurgia, risco que os médicos descartam esperando o paciente ir ao banheiro normalmente para só aí dar alta.Até o próprio processo de cicatrização local pode ter culpa no cartório, acabando com a pontualidade do intestino. A prisão de ventre, se não houver complicações como as tais aderências pode durar até uns três dias.
18. Pode ter origem psicológica?
Pode. Momentos de tensão são capazes de desencadear toda sorte de desarranjo intestinal. A prisão de ventre, inclusive. Sem falar na depressão profunda, no medo e até mesmo no prosaico constrangimento de usar um sanitário público. De acordo com os especialistas, o intestino tem um marca-passo próprio, a célula de Cajal. Ela é a responsável por gerar as contrações no órgão. Esse instrumento natural recebe estímulos de nervos e de substâncias químicas, como a endorfina, que está por trás das sensações de bem-estar, e adrenalina, sempre relacionada ao nervosismo. Ou seja, não chega a causar espanto o fato de o intestino ser pra lá de sensível às mudanças de humor.
19. Pode causar doenças e até tumores?
Pode, se a prisão de ventre é crônica. As fezes são um depositório de toxinas e bactérias, inclusive nocivas. Dessa forma, quando ficam em contato contínuo e direto com a parede do intestino, sem sair de lá, há um favorecimento de processos infecciosos e até mesmo de tumores.
20. Pode provocar irritabilidade?
Pode – e como! Daí, não é de estranhar que o adjetivo enfezado seja sinônimo de irritado. Curiosidades lingüísticas à parte, o intestino é o saco de pancadas para muita gente quando as emoções estão à flor da pele. Dessa forma, devido a um transtorno psicológico, por exemplo, tudo empaca no órgão. Na contramão, se tudo empaca, é bem plausível que deixe de produzir substâncias que regulam o humor. Você sabia que o seu intestino produz serotonina, a mesma molécula que, no cérebro, gera a sensação de alto astral?
Fontes: Jacques Matone, gastroenterologista do Hospital Israelita Albert Einstein , e Alfredo Salim Helito, clínico-geral do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.
Fonte: Saude Abril por Fábio Oliveira
domingo, 16 de Agosto de 2009
Estudo comprova efeitos positivos da vitamina C na pele
Em comunicado enviado à Lusa, o grupo de investigadores salienta que «os dados comprovam que a vitamina C favorece a cicatrização de feridas através da estimulação da reentrada dos fibroblastos quiescentes no ciclo celular, promovendo a migração de células».
«Contribui assim para a manutenção de uma pele saudável, possuindo propriedades anti-oxidantes que protegem o DNA celular contra a danificação pela oxidação», sublinham os autores da investigação, frisando que estas conclusões «podem conduzir a avanços na prevenção e tratamento de lesões ou cancro da pele».
Este estudo identificou novas propriedades protectoras da vitamina C nas células da pele humana, com base na identificação da expressão de genes que promovem uma melhor regeneração mesmo que haja danos no DNA de algumas células.
Os investigadores analisaram o efeito da longa exposição de um derivado da vitamina C, o ácido ascórbico 2-fosfato (AA2P), em fibroblastos dérmicos humanos (células responsáveis pela regeneração da pele).
Os resultados demonstraram que «a vitamina C protege a pele através da promoção da proliferação e migração de fibroblastos, permitindo também a reparação de potenciais danos no DNA».
Em vez de se centrar apenas nos efeitos imediatos da simples adição da vitamina C às células, este estudo foi mais longe e focou-se nos efeitos da exposição contínua.
Desta exposição resultaram «fibroblastos mais capazes de cicatrizar os danos resultantes da oxidação do DNA, aumentando o número de células que migraram para a área danificada, o que indica melhoria na cicatrização», sustentam os investigadores.
Fonte: Sapo Saudehttp://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=145460
quinta-feira, 13 de Agosto de 2009
Divórcio prejudica saúde, diz estudo
Segundo uma pesquisa da Universidade de Chicago feita a 8652 pessoas com idades compreendidas entre os 51 e os 61 anos, os divorciados têm maior incidência de doenças crónicas - 20% mais do que entre pessoas que nunca se casaram.
O índice cai para 12% entre aqueles que se casaram novamente, afirma o estudo publicado na revista científica Journal of Health and Social Behavior.
As pessoas começam a vida adulta com uma "quantidade de saúde" que se mantém ou diminui de acordo com a vivência matrimonial de cada um, explica a socióloga Linda Waite que conduziu o estudo.
"Algumas situações de saúde, como depressão, parecem responder rapidamente e fortemente a mudanças nas condições actuais" afirma Linda Waute e concluiu que o divórcio ou a viuvez afectam a saúde porque a renda cai e há mais stresse devido às discussões sobre a custódia dos filhos.
Porém, é importante referir que os casamentos podem trazer benefícios imediatos de saúde por estimularem comportamentos saudáveis e bem-estar financeiro para o casal.
4 de Agosto de 2009
Fonte: Mulher no sapo
quarta-feira, 12 de Agosto de 2009
Homeopatia pode ser eficaz contra rinite
A pesquisa, levada a cabo pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, foi realizada em 41 pacientes, divididos em dois grupos. Parte recebeu medicamentos homeopáticos individualizados e parte tomou placebo. Decorridos seis meses, a melhoria nos sintomas e sinais da rinite foi semelhante entre as pessoas de ambos os grupos - cerca de 25%.
Até então, nem o médico nem os participantes sabiam a que grupo cada um pertencia. Após esse período, esses dados foram revelados, e os pacientes, reunidos.
Na segunda fase, aqueles que tinham recebido placebo foram tratados com homeopatia por um ano, e os demais, pela metade do tempo. Dessa forma, todos os participantes receberam a substância activa durante o mesmo intervalo de tempo. Ao final dos doze meses, metade apresentou melhoria nos sintomas e sinais da rinite alérgica. No segundo ano de tratamento, essa taxa aumentou para 64%, alcançando 72% ao final dos três anos de pesquisa.
De acordo com o médico homeopata Marcus Zulian Teixeira, foi preciso realizar um acompanhamento de longo prazo porque uma característica do tratamento homeopático é a demora para acertar no remédio mais indicado para cada paciente.
"Existem centenas de remédios homeopáticos que podem ser usados para tratar a rinite. É necessário um tempo grande para testar todas as possibilidades", afirma. Segundo ele, os estudos clássicos têm duração de um ou dois meses, o que não é eficaz para a homeopatia.
Embora os resultados apontem uma diferença estatisticamente significativa entre a melhoria do mesmo paciente nos 12 meses de tratamento com homeopatia em relação aos seis meses iniciais, o próprio autor aponta a desistência da maior parte das pessoas como uma falha do estudo. Dos 41 participantes, só 13 foram até o fim.
No entanto, segundo ele, cerca de 80% dos que desistiram atribuíram o facto ao alívio dos sintomas da rinite.
"A limitação da pesquisa é o pequeno número de pacientes devido à desistência que há em qualquer tratamento de longo prazo. Para compensar, fizemos uma análise qualitativa para saber como foi a melhora dos pacientes", afirma. Os pacientes que apresentaram 100% de melhoria ficaram em média três anos sem nenhum sintoma de rinite após o fim do tratamento.
Fonte: Sapo Saude
2009-07-31
terça-feira, 11 de Agosto de 2009
Doenças impedem 120 mil portugueses de ir à praia
FÁTIMA MARIANO
Verão é sinónimo de calor, sol e idas à praia. Mas para mais de 120 mil portugueses, esse é um prazer totalmente proibido, por sofrerem de doenças que provocam fotossenssibilidade, como sejam o lúpus, o albinismo ou a dermatomiosite.
Os números resultam de estimativas, uma vez que estas doenças não são de declaração obrigatória. Mas de acordo com Paulo Leal Filipe, dermatologista do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, cerca de 120 mil portugueses não podem expor-se aos raios ultravioletas naturais (sol) ou artificiais (dos solários, por exemplo), devido a doenças que provocam fotossenssibilidade.
A esta parcela é necessário acrescentar uma outra, de dimensão ainda mais incerta, referente às pessoas que num determinado momento estão medicadas com fármacos que também contribuem para a sensibilidade à radiação solar, como sejam alguns antibióticos, anti-inflamatórios não esteróides, diuréticos ou antiarritmícos e antihipertensores, exemplifica o mesmo clínico.
"Quem está a tomar este tipo de fármacos não deve expor-se de todo ao sol, mesmo que utilize um protector de factor máximo", alerta Paulo Leal Filipe. "A exposição aos raios ultravioletas poderá provocar queimaduras, eczemas ou dermatites".
Os mesmos cuidados devem ter quem sofre de determinadas doenças, como as porfírias, grupo de perturbações de certas enzimas envolvidas no processo de síntese do heme, herdadas ou adquiridas, que se manifestam através de problemas na pele e/ou complicações neurológicas.
A mais frequente é a porfíria cutânea tardia que, em Portugal, afecta um em cada 40 a 50 mil portugueses. "Alguns minutos de exposição ao sol e podem surgir queimaduras na face, orelhas e dorso das mãos", refere o dermatologista do Santa Maria.
Extremamente rara em Portugal (calcula-se que existam apenas meia dúzia de casos), a xeroderma pigmentosa também não reage bem com os raios ultravioletas. Trata-se de uma doença hereditária provocada por um defeito em pelo menos um entre os nove genes conhecidos no corpo humano e que foi retratada na telenovela da TVI "Olhos nos Olhos", através da personagem de Marco Delgado ("Simão).
Paulo Leal Filipe aponta, ainda, a dermatomiosite, doença muscular adquirida rara que é acompanhada por lesões na pele, principalmente nas pálpebras e no dorso das mãos. Por ano, surgem em Portugal cinco casos por cada milhão de habitantes.
Lupus, albinismo e vitiligo são as restantes doenças que, devido à fotossensibilidade que provocam, os doentes não devem expor-se de todo aos raios ultravioletas, sejam eles naturais ou artificiais.
Fonte: JN
segunda-feira, 10 de Agosto de 2009
Incidência de cancro é menor entre vegetarianos
Na investigação, publicada no American Journal of Clinical Nutrition. os cientistas analisaram dados de 52,7 mil pessoas com idades de 20 a 89 anos, e concluíram que as que não comiam carne tinham uma incidência significativamente menor de cancro do que as que incluíam carne na sua dieta.
O estudo revelou, contudo, que os vegetarianos – quase um terço dos participantes – tinham uma maior incidência de cancro cólo-rectal, que abrange tumores que atingem o cólon (intestino grosso) e o recto.
Este tipo de cancro geralmente está associado ao consumo de carne vermelha e a descoberta surpreendeu os estudiosos.
O autor do estudo, Tim Key, da organização Cancer Research UK, disse que nenhum trabalho anterior tinha examinado a dieta vegetariana dessa forma e a questão gera muita confusão.
«É interessante. O estudo sugere que pode haver alguma redução do risco de cancro em vegetarianos e pessoas que comem peixe e precisamos de examinar isto com cuidado», afirmou.
«O estudo não sustenta a ideia de que os vegetarianos têm uma incidência mais baixa de cancro cólo-rectal e eu acho que (...) precisamos de analisar com mais cuidado como a carne se encaixa nisto.»
2009-03-17
Fonte: Sapo.Saude
domingo, 9 de Agosto de 2009
Risco de cancro cai para metade com 30 minutos de exercícios por dia
A pesquisa, publicada recentemente pelo "British Journal of Sports Medicine", indica que, quando uma pessoa pratica desportos de média ou alta intensidade, o consumo de oxigénio aumenta e ajuda o corpo a combater diversos tipos de doença, entre elas o cancro.
Para chegar a essa conclusão, uma equipa de investigadores das universidades finlandesas de Kuopio e Oulu acompanhou por quase 17 anos os hábitos de vida de mais de 2.500 homens adeptos de práticas desportivas e que tinham entre 42 e 61 anos de idade.
Do total dos participantes do estudo, 181 morreram na sequência de algum tipo de cancro. Os mais frequentes foram de pulmão, próstata, cérebro, na região gastrointestinal e os linfomas.
Ao longo da pesquisa, os cientistas estudaram os hábitos desportivos dos voluntários para determinar, em unidades metabólicas (MET), qual a quantidade de oxigénio consumida durante a prática de exercícios segundo a intensidade do mesmo.
Ficou constatado, por exemplo, que a quantidade de oxigénio consumida numa caminhada normal, numa caminhada acelerada e durante o nado é de 4,2 MET, 10,1 MET e 5,4 MET, respectivamente.
Em média, a quantidade de oxigénio consumida por todos os voluntários nos seus exercícios era de 4,5 MET, dedicando 66 minutos a actividades físicas. No entanto, 27% deles não dedicavam meia hora de seu dia à prática de desporto.
Com esses dados, os investigadores concluíram que um aumento de 1,2 MET na quantidade de oxigénio consumida durante exercícios reduz os riscos de cancro, especialmente de pulmão e na região gastrointestinal.
Durante o estudo, os cientistas avaliaram outros factores exógenos, como a idade, o consumo de álcool e tabaco, a alimentação e o índice de massa corporal.
2009-07-30
Fonte: Saude.sapo
sábado, 8 de Agosto de 2009
Uso de analgésico eleva risco de hipertensão
GABRIELA CUPANI
da Folha de S.Paulo
O uso de analgésicos não narcóticos (como aspirina e ibuprofeno) pelo menos uma vez por semana foi relacionado a 17% dos casos de desenvolvimento de hipertensão em um grupo de mulheres americanas.
Os resultados são de um levantamento com mais de 83 mil voluntárias de 27 a 44 anos que avaliou como o consumo desses medicamentos e outros cinco hábitos modificáveis estavam relacionados à doença.
As mulheres foram acompanhadas por 14 anos por pesquisadores de Harvard, e o estudo foi publicado na última edição do "Jama". As participantes não apresentavam pressão alta, diabetes nem doenças cardiovasculares no início da pesquisa. Foram ajustados outros fatores de risco, como histórico familiar, idade, tabagismo e uso de pílulas anticoncepcionais.
Para a pesquisa, foram associados à prevenção de pressão alta os seguintes itens: IMC (índice de massa corpórea) menor do que 25 kg/m³, alta adesão à dieta Dash (da sigla em inglês Dietary Approaches to Stop Hypertension), 30 minutos diários de atividade física, consumo moderado de álcool (até uma dose diária) e suplementação com ácido fólico, além da baixa ingestão de analgésicos.
No período estudado, 12.319 mulheres desenvolveram hipertensão -78% desses casos teriam sido evitados se elas seguissem os seis hábitos.
A obesidade foi o fator de maior risco: as obesas apresentaram 4,7 mais risco de sofrer de pressão alta do que aquelas com IMC menor que 23 kg/m³. Entre as mulheres com hipertensão, 40% delas poderiam ter evitado a doença se não tivessem sobrepeso. "O estudo destaca a importância dos fatores modificáveis na prevenção", afirma o cardiologista Marcus Malachias, diretor clínico do Instituto de Hipertensão Arterial de Minas Gerais.
Dos seis fatores avaliados, o uso de analgésicos é ainda o menos relacionado ao problema. Os mecanismos não são claros, mas pesquisas recentes têm apontado uma associação entre esse tipo de medicamento e um maior risco de hipertensão. "Alguns estudos sugerem que esses remédios possam levar a lesões renais em pessoas com alguma predisposição", explica Malachias.
Os rins estão envolvidos nos mecanismos de regulagem da pressão arterial, como a eliminação de sódio pelo organismo. Se essa função é prejudicada, pode haver um desajuste nos níveis da pressão.
ControvérsiaPara Fernando Nobre, presidente da Sociedade Brasileira de Hipertensão, a relação dos analgésicos com a doença vascular ainda é controversa. "Alguns estudos associam esses medicamentos a hipertensão, outros, não. Ainda não é possível chegar à conclusão de que o uso deve ser limitado", afirma.
No entanto, já se conhece uma possível relação entre o uso de analgésicos e a resistência de alguns hipertensos, que não conseguem fazer um controle adequado da pressão arterial com o uso de remédios.
28/07/2009 - 10h53
Fonte: Folha on Line -
sexta-feira, 7 de Agosto de 2009
Automedicação eleva riscos relacionados à cistite
colaboração para a Folha de S.Paulo
Nem a morte da modelo Mariana Bridi, no começo do ano, causada por uma cistite que evoluiu para uma sepse (infecção generalizada), fez com que a estudante Fernanda Strelow Fernandes, 25, interrompesse sua rotina de automedicação.
Havia ao menos cinco anos, Fernanda usava, por conta própria, um antibiótico sempre que sentia dor e ardência ao urinar. Assim como a mãe, a estudante tem cistite recorrente (mais de dois episódios por ano) e procurou um especialista só nas primeiras crises. Depois, acostumou-se a tomar remédio só pelo tempo necessário para aliviar o incômodo.
Repetiu a dose em janeiro, quando percebeu a chegada de uma nova infecção. Em março, estava na praia com amigos quando acordou com febre e dor no corpo, principalmente na altura dos rins. "Achei que era gripe. Como não melhorei e cheguei a vomitar de tanta dor, voltei para São Paulo e fui direto ao hospital", conta.
Os exames provaram que as bactérias que haviam causado a cistite -e que, com o diagnóstico e tratamento corretos, poderiam ter sido eliminadas em até cinco dias- resistiram e atingiram os rins. O problema evoluiu para uma pielonefrite, infecção urinária mais grave. No caso da cistite, a inflamação é só na bexiga. Daí para o micro-organismo cair na corrente sanguínea e provocar uma sepse seria uma questão de tempo.
"Lembrei-me do sofrimento da modelo e tive muito medo", diz ela, que só melhorou depois de uma semana no hospital e outra em casa, de repouso.
Há boas razões para a estudante ter ficado preocupada. Segundo a médica Flávia Machado, especialista em terapia intensiva e presidente do Ilas (Instituto Latinoamericano de Sepse), essa resposta inflamatória exacerbada à presença de uma infecção no organismo pode levar a disfunções orgânicas, à queda da pressão arterial (choque séptico) e à morte. "No Brasil, a sepse grave e o choque séptico matam 60% dos pacientes, o dobro do registrado em todo o mundo", alerta.
Há várias explicações para essa diferença. "Pode ser o atraso no diagnóstico, a má condução do tratamento e a escassez de vagas nas unidades de terapia intensiva", diz Machado.
A infecção urinária é a causa de 12% das sepses, segundo o Ilas. "Em se tratando de um problema de fácil solução, esse índice é alto", diz Flávia Machado, que orienta que o paciente com cistite fique atento a sinais de complicação, como persistência da febre e da redução da quantidade da urina, tontura e sonolência.
Mitos
A frequência com que a infecção urinária afeta as mulheres -50% delas terão ao menos um episódio ao longo da vida- deixou-a muito conhecida e também exposta a mitos, como o de acreditar que o mesmo remédio pode funcionar sempre.
Não há apenas um tipo de bactéria capaz de causar a cistite, apesar de mais de 80% dos casos estarem associados à Escherichia coli. Existem cistites mais raras, causadas inclusive por fungos, e até as assépticas, que não envolvem a presença de micro-organismos.
É por isso que toda infecção urinária deve ser avaliada pelo médico o quanto antes. "Por meio de dois exames, a urocultura e o antibiograma, é possível identificar que tipo de micro-organismo causou a infecção e a qual antibiótico ele é mais sensível", explica o urologista José Roberto Colombo Jr., do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo.
Outro erro é achar que a cistite é um problema só feminino. De fato, a anatomia das mulheres e questões hormonais favorecem tanto a entrada de agentes nocivos quanto a sua proliferação. Mas há fatores de risco que independem do gênero, pois estão associados a maus hábitos, como não beber água ou adiar a ida ao banheiro quando a bexiga está cheia.
Certos problemas de saúde, como prisão de ventre, também podem predispor a essas infecções, observa José Carlos de Almeida, presidente da Sociedade Brasileira de Urologia.
Nos homens, o canal da uretra está menos exposto à ação de micro-organismos, mas nem por isso fica livre de uma invasão. Segundo Colombo Jr., os episódios no sexo masculino ocorrem mais nos extremos da vida, quando são recém-nascidos e idosos -nesse caso, o aumento natural da próstata pode interferir na bexiga, fazendo com que não se elimine toda a urina, o que facilita o crescimento de bactérias.
Relação sexual
Mulheres devem prestar atenção especial à higiene íntima, por diversos motivos. Em primeiro lugar, a vagina é úmida, quente e, por isso, aconchegante para fungos e bactérias. Além disso, a região fica bem próxima ao ânus, e um descuido pode fazer com que um micro-organismo vá para a vagina via papel higiênico.
A relação sexual também contribui para o vaivém de micro-organismos. Não é à toa que há muitos casos de cistite na lua de mel. "Para evitar a infecção, recomendo que as mulheres tentem urinar antes e, principalmente, depois do ato sexual", ensina o urologista Colombo Jr., do HC.
A alteração do pH (o nível de acidez) ou da flora vaginal, que pode ocorrer tanto com o uso de espermicida quanto com a queda natural do estrogênio na menopausa, afeta a proteção natural das mulheres e também favorece a invasão de bactérias na região genital.
Até a gravidez é um fator de risco para a cistite: o crescimento do feto comprime a bexiga, o que reduz a capacidade de armazenar a urina. É por isso que a gestante precisa ir mais vezes ao banheiro.
Para completar, o aumento da circulação sanguínea na região pélvica da mulher grávida também deixa a vagina ainda mais úmida.
28/07/2009 - 13h01
Fonte Folha Online -
quinta-feira, 6 de Agosto de 2009
OMS conclui que câmara de bronzeamento provoca câncer
A Iarc (Agência Internacional para Pesquisa do Câncer), braço da OMS (Organização Mundial da Saúde) voltado para pesquisas da área oncológica, elevou o nível de alerta do bronzeamento artificial. Para a entidade, as cabines usadas no processo deixaram de ser "prováveis cancerígenas" para representar uma causa concreta de tumor de pele --a mesma relação entre o cigarro e o câncer, por exemplo.
A conclusão surgiu depois que um grupo de 20 especialistas concluiu que o risco de câncer de pele aumenta em cerca de 75% quando as pessoas começam a usar câmaras de bronzeamento antes dos 30 anos.
Os raios UVA emitidos pelas câmaras estimulam a produção de melanina (que dá a coloração mais escura da pele). É justamente essa radiação que está relacionada a um maior risco de melanoma, o tipo mais agressivo de câncer de pele.
As lâmpadas usadas nessas cabines são capazes de acelerar o envelhecimento da pele. O excesso de radiação, por sua vez, pode danificar o DNA das células. O melanoma surge quando uma dessas células danificadas se prolifera.
Desde 1992, os raios solares ultravioletas (A, B e C), do mesmo modo que os UVA artificiais de lâmpadas de bronzeamento, são classificados no nível 2 de perigo do Iarc. Com os novos estudos, essa radiação passa a ser de nível 1, que classifica produtos cancerígenos para o homem.
O organismo destaca ainda que "numerosos estudos mostraram uma ligação entre o bronzeamento artificial e o melanoma ocular". "Não somos uma agência reguladora; publicamos resultados científicos para que as agências de saúde nacionais possam tomar as decisões que julguem necessárias", explicou Vincent Cogliano, um dos pesquisadores da Iarc.
Segundo um estudo da Associação Alemã para a Prevenção Dermatológica, realizado no final de 2008, cerca de 14 milhões de alemães com entre 18 e 45 anos fazem bronzeamento artificial e um quarto deste total começou com entre 10 e 17 anos.
Georges Reuter, presidente do Sindicato Francês de Dermatologistas, disse que o "grande perigo é tentar manter o bronzeado durante todo o ano". Segundo Reuter, o limite de sessões de bronzeamento é de dez ao ano. "O outro perigo é a má manutenção das instalações", disse.
Com France Presse
29/07/2009 - 02h51
Fonte: Folha Online -
quarta-feira, 5 de Agosto de 2009
Estudo comprova que actividades físicas melhoram o sono das crianças
Segundo os autores do estudo, publicado na revista Archives of Disease in Childhood, cair no sono mais rapidamente está associado a uma maior duração do sono.
Os investigadores registaram 871 crianças de mães australianas no nascimento, incluindo, sete anos depois, 591 dessas crianças no estudo. Utilizando medidores de actividade na cintura dessas crianças, os especialistas notaram que a demora média para uma criança adormecer seria de 26 minutos.
Para cada hora de sedentarismo durante o dia, havia um aumento de 3,1 minutos no tempo que ela gastava a tentar dormir.
“Essas descobertas enfatizam a importância da actividade física para crianças, não apenas para a forma física, a saúde cardiovascular e o controlo de peso, mas também para promover o bom sono”, concluíram os autores.
2009-07-28
Fonte: Saude Sapo
terça-feira, 4 de Agosto de 2009
Aloe vera
Texto de Pedro Lôbo do Vale*
* médico
Nome Comum: Aloe
Outros Nomes: Aloe vera, Erva-babosa, Babosa, Aloe barbadense Sinónimos: Aloe elongata Murr., Aloe lumilis Blanco, Aloe indica Royle, Aloe littoralis Koen, Aloe perfoliata vera L., Aloe vera L. Var. officinalis Baker, Aloe vulgaris Lamarck, Aloe vera Tourn. ex L., Aloe vera (L.) Webb. (non Miller)
O aloe é uma planta nativa do Este e Sudeste de África. Pertencente à família das Liliáceas, o aloe cresce espontaneamente nos trópicos e é cultivado um pouco por todo o mundo, principalmente na Índia ocidental e na zona costeira da Venezuela.
Acerca do uso medicinal do aloe vera, temos, antes de mais, que fazer uma distinção importante sobre as aplicações desta planta. Assim, existem dois produtos principais do aloe: o gel, resultante da expressão da folha carnuda do aloe vera; e o aloés, que é obtido do suco desidratado da folha do aloe vera. De acordo com estes dois produtos, assim temos também aplicações, contra-indicações e recomendações diferentes.
O gel de aloe é rico em água e polissacáridos. Estes componentes fazem dele um bom hidratante, emoliente (acalma e diminui a dor e a inflamação) e cicatrizante. Devido à sua acção anti-inflamatória, imunomodeladora e até anti-viral, é também ideal para ser aplicado em feridas, queimaduras e até em eczemas e na psoríase. Além destas propriedades cosméticas e terapêuticas, o gel de aloe vera também é utilizado para preparar uma bebida, à qual a medicina popular atribui propriedades benéficas no tratamento de gastrites, úlceras gastroduodenais e até do cancro.
Os preparados à base de gel de aloe vera devem conter entre 10-70% de gel fresco. Não devem ser utilizados sobre cesarianas nem após laparoscopias, uma vez que, em alguns estudos, demonstraram ter um efeito retardador do processo de cicatrização destas feridas.
Em relação ao aloés, são essencialmente as propriedades laxativas, aquelas que ressaltam da sua aplicação na medicina. O seu elevado conteúdo em compostos antracénicos leva este suco a possuir uma acção estimuladora da secreção da mucosa intestinal e um aumento do peristaltismo intestinal. É a conversão dos compostos hidroxiantracénicos em aloe-emodina-antrona (substância activa) que permite ao aloés ter uma acção laxativa.
Contra-indicações e Recomendações
No que respeita a contra-indicações sobre a utilização do aloés, há a salientar que este não deverá ser utilizado nos casos em que existe obstrução intestinal, doenças inflamatórias intestinais (como doença de Crohn, colite ulcerativa), apendicite, dor abdominal de origem desconhecida, hemorróidas, problemas renais, menstruação e em crianças com menos de 12 anos de idade.
É ainda conveniente que a sua utilização não se faça por mais de 8 a 10 dias seguidos, sem consulta médica. Devido à perda de electrólitos, em particular de potássio, o aloés não deve ser usado em conjunto com medicamentos para o coração, diuréticos e corticosteróides. Existem ainda referências que a sua utilização também não deverá ser feita em simultâneo com o alcaçuz (também denominada raiz doce). O aloés não deve ser igualmente utilizado na gravidez e na amamentação.
Pode encontrar este artigo em:
Fonte: Sapo Saude
segunda-feira, 3 de Agosto de 2009
Alergia aos ácaros
Uma em cada quatro famílias tem, pelo menos, um elemento que é alérgico aos ácaros.
Conheça as melhores formas de tornar a sua casa impermeável a estes animais de dimensões microscópicas.
Cerca de 26% dos lares têm, no mínimo, uma pessoa que sofre de alergia aos ácaros do pó. Apesar disso, um terço dos pacientes não segue nenhum tratamento para tratar o problema. Embora os ácaros não transmitam qualquer tipo de doença, a exposição (sobretudo através das vias respiratórias) a determinadas proteínas que existem no seu corpo e nos seus excrementos pode provocar o aparecimento de doenças alérgicas.
O que são os ácaros?
Os ácaros do pó da casa são considerados a principal causa de alergias do aparelho respiratório. São animais microscópicos que vivem no pó das casas e que podem ser encontrados em tapetes, cobertores, colchões e bonecos de pelúcia.
Preferem locais húmidos e com temperaturas amenas, e é no Outono que mais se proliferam.
Alimentam-se principalmente dos restos de pele humana, que se vão libertando do corpo por descamação e que se acumulam nas roupas da cama e colchões.
Quais os sintomas da alergia aos ácaros do pó?
A alergia aos ácaros não se caracteriza por um só sintoma, os seus efeitos podem ser variados. Nas formas mais moderadas, a pessoa pode sofrer apenas de obstrução ou corrimento nasal. Nas alergias moderadas a graves podem ocorrer outros sintomas, tais como olhos lacrimejantes, irritação cutânea, espirros e ataques de asma.
Conselhos para uma casa livre de ácaros
Os ácaros do pó encontram-se em todas as casas, mesmo as mais meticulosamente limpas. No entanto, existem medidas que permitem diminuir o número de ácaros dentro de casa:
Chão
Opte por soalhos de madeira, facilmente laváveis, e evite alcatifas ou tapetes grossos.
Paredes
As paredes lisas retêm menos pó e são facilmente laváveis.
Cortinas
Evite reposteiros pesados e prefira sempre cortinas em materiais sintéticos e lisos.
Móveis
Escolha móveis com superfícies lisas e pouco trabalhadas, ou seja, móveis que acumulam menos pó e que são mais fáceis de limpar. Tente não fazer do seu quarto uma biblioteca, local de estudo ou de arrumação de brinquedos e evite ter aparelhagens de música ou TV no quarto, já que acumulam muito pó.
Roupa de cama
O melhor é optar sempre por material sintético, como por exemplo o poliéster (em vez do algodão). As almofadas devem ser de espuma ou outro material sintético e lavável.
Use colchões de espuma ou borracha sintética e envolva-os com uma capa de plástico ou fibra impermeável. Evite os lençóis de flanela e cobertores felpudos. Dê preferência aos cobertores de fibra, edredões sintéticos e laváveis, e não use edredões de penas.
Texto: Madalena Alçada Baptista
Fonte: Prevenir - Sapo Saude
domingo, 2 de Agosto de 2009
A nutrição/suplementação e a estética podem ajudar a combater a gordura localizada.
Nutrição/Suplementação
Antes de mais é importante perceber que um descontrolo ao nível das glicémias pode gerar uma insulino-resistência. O aumento da insulina vai aumentar a lipogénese e a inflamação, dois factores que potenciam a acumulação de gordura localizada.
Este ciclo funciona como uma bola de neve, aumentado mais o apetite e a acumulação de gordura nessas zonas. Assim, é fundamental seguir uma dieta isenta de hidratos de carbono refinados e alimentos de elevado índice glicémico (bolos, pão branco, refrigerantes açucarados, etc.) e apostar mais nos cereais integrais, em carnes magras e no peixe (que fornece ácidos gordos omega-3, fundamentais para combater a inflamação mencionada), em vegetais e frutas (ricas em vitaminas, minerais e nutrientes antioxidantes), manter um bom nível de hidratação, ingerindo, pelo menos, 1,5l de líquidos, como água ou chá (por exemplo, o chá verde é rico em polifenóis, fundamentais para combater os radicais livres produzidos pela inflamação).
A nível da suplementação, os estudos científicos demonstram que o CLA (ácido linoleico conjugado) é muito eficaz no combate da gordura localizada. É ainda fundamental utilizar crómio (cerca de 150 µg/dia) e um complexo antioxidante. Não se esqueça também de pedir no seu ginásio um esquema de treino específico de exercícios localizados para intensificar a queima de gordura nesses zonas.
Lydia Freire
Nutricionista
Fonte: Sapo Saude
Nota do Natural Naturalmente:
A Mestoterapia tem resultados fantásticos. Dependendo logicamente do produto utilizado.
Marque já e veja resultados em poucas semanas.
Atendemos em Lisboa e em São Marcos
Márcia B. Almeida
email: naturalnaturalmente@gmail.com
Contacto: 00 35 1 965493081
sábado, 1 de Agosto de 2009
O sistema imunitário gosta de reishi
Os cogumelos reishi apresentam um potente efeito antioxidante, possuem propriedades antimutagénicas e aumentam alguns aspectos do sistema imunitário. Além disso, o ácido ganodérico presente na composição deste cogumelo tem-se mostrado um excelente auxílio no tratamento de alergias comuns, pela inibição dos mediadores químicos da inflamação.
O segredo está no conteúdo
Os corpos frutíferos utilizados na fitoterapia são constituídos por poli-holósidos.
Os poli-holósidos e as glicoproteínas apresentam actividades imunoestimulante, anticancerígena e antiviral. Os triterpenos são responsáveis pelas acções anti-inflamatória, hipolipemiante e hepatoprotectora.
O cogumelo reishi (Ganoderma lucidum) apresenta ainda actividades antiagregante plaquetária, relaxante muscular e anti-hipertensora. É um incrementador do sistema imunológico, sendo utilizado como coadjuvante no tratamento de asma e também no alívio de problemas alérgicos, digestivos e insónia, existindo ainda evidências da sua acção na redução dos níveis de colesterol e da aderência plaquetária.
Foi ainda comprovada a sua utilidade na cirrose hepática, hepatites agudas e crónicas, bem como a sua acção enquanto protector celular durante os tratamentos oncológicos. É principalmente indicado em doenças crónicas como imunoestimulante, hepatoprotector, antiviral e antitumoral, actuando ainda como coadjuvante no tratamento da diabetes mellitus.
A "erva de Deus" da medicina oriental.
Na China, por mais de 2000 anos, foi designado como “erva de Deus” e os imperadores chineses, ao longo de varina medicas dinastias, ordenavam que fossem procurados cogumelos reishi selvagens, encontrados nas montanhas de regiões distantes, acreditando que o seu consumo lhes traria saúde e a eterna juventude. O primeiro relato da utilização deste fungo data da época do primeiro imperador da China, Shih-huang da Dinastia Ch’in.
São vários os estudos que relatam as capacidades antimutagénicas e imunoestimulantes desta espécie ancestral, desde sempre reconhecida por desempenhar uma acção eficaz como coadjuvante no tratamento de várias patologias. No entanto, somente nos últimos 30 anos as propriedades medicinais do cogumelo reishi foram apresentadas ao mundo ocidental. Até ao final do século XX, o reishi era reservado principalmente para uso da realeza asiática ou de indivíduos com elevado poder de compra. Médicos chineses e japoneses há muito utilizam plantas como o ginseng e o astrágalo, combinadas com reishi (Ganoderma lucidum), para reduzir os efeitos colaterais da quimioterapia em pacientes com patologias oncológicas.
Para melhores resultados
O extracto seco de cogumelos reishi apresenta-se normalmente sob a forma de cápsulas, encontrando-se muitas vezes associado a extractos de outras espécies de cogumelos, como o shiitake e o maitake, cuja administração apresenta também benefícios ao nível do reforço do sistema imunitário. As acções sinérgicas destes três extractos reforçam-se e permitem obter resultados óptimos.
Fonte: Sapo Saude
quinta-feira, 30 de Julho de 2009
ESCLERODERMIA LOCALIZADA - pés cretados -
Esclerodermia significa “pele dura”. Na esclerodermia localizada, apenas a pele e por vezes os músculos subjacentes estão envolvidos, sendo que os órgãos internos geralmente estão poupados. A esclerodermia localizada não é uma doença fatal, mas a qualidade de vida do paciente é muitas vezes afetada por causa do aspecto da pele, das contraturas articulares e, raramente, por sérias deformidades da face e das extremidades. O objetivo deste material é informar sobre a natureza, prognóstico e complicações da esclerodermia localizada e discutir aquilo que atualmente está disponível para o seu tratamento. Devido ao fato que a esclerodermia localizada geralmente afeta crianças, um objetivo importante deste material é dissipar o medo sobre esta condição clínica e diferenciá-la da forma clínica da esclerodermia que pode acometer os órgãos internos (a esclerose sistêmica).
O QUE É A ESCLERODERMIA LOCALIZADA?
A esclerodermia localizada é caracterizada pelo espessamento da pele devido à excessiva deposição de fibras colágenas. O colágeno representa uma proteína normalmente presente na pele normal. Contudo, quando uma quantidade anormalmente grande de colágeno é produzida, a pele vai se tornar rígida e dura. Devido ao fato dela estar restrita à pele, a esclerodermia localizada é muito diferente da esclerose sistêmica, que quase sempre acomete órgãos internos. Embora existam casos isolados sugerindo que a transformação da esclerodermia localizada para esclerose sistêmica possa ocorrer, o fato ainda não está completamente reconhecido. Pacientes e pais de crianças com esclerodermia localizada devem ficar tranquilos quanto ao fato da doença estar restrita à pele e tecidos subjacentes.
O QUE CAUSA A ESCLERODERMIA LOCALIZADA?
Ainda não se sabe. Ela não é infecciosa (não pode ser transmitida para outra pessoa). Não é hereditária, e muito raramente ocorre em membros de uma mesma família. Alguns a consideram uma “doença auto-imune”, mas os pacientes não apresentam outros defeitos conhecidos do sistema imunológico. A esclerodermia localizada pode ocorrer após pequenos traumas à pele afetada, mas esta associação pode ser puramente uma coincidência.
QUANTOS TIPOS DE ESCLERODERMIA LOCALIZADA EXISTEM?
Os diferentes nomes causam muita confusão na esclerodermia localizada. Os pacientes que recebem o diagnóstico de “esclerodermia” podem ficar muito assustados pensando que têm esclerose sistêmica, a forma da esclerodermia que acomete os órgãos internos. Dependendo da forma e da extensão da pele afetada, existem três tipos principais de esclerodermia localizada: morféia, morféia generalizada e esclerodermia linear.
Morféia é a forma clínica mais comum e se apresenta como uma ou mais placas de pele espessada com graus variados de pigmentação. Uma borda de cor violeta ou rosa
pode ser observada quando as lesões ainda estão em atividade e se extendendo. Por vezes, alguns médicos podem classificar a morféia em diversos subtipos de acordo com a forma ou a profundidade das lesões. Por exemplo, morféia “gutata” se refere a áreas de pele espessada na forma de “gotas”, enquanto morféia “subcutânea” indica uma forma com envolvimento predominante dos tecidos cutâneos mais profundos, poupando de maneira relativa a pele.
Morféia generalizada apresenta extensas áreas da pele acometidas por lesões tipo morféia. Alguns pacientes com morféia generalizada podem também apresentar áreas de espessamento da pele em braços ou pernas característicos de esclerodermia linear. Da mesma forma, placas de morféia são comuns na esclerodermia linear. Portanto, embora ocorra o predomínio de uma forma clínica da esclerodermia localizada, os pacientes podem apresentar mais de uma forma de envolvimento da pele.
A esclerodermia linear, como o nome indica, apresenta áreas lineares de espessamento da pele. Podem apresentar envolvimento profundo da pele até atingir os músculos. As áreas de espessamento cutâneo são mais comuns nas pernas e nos braços e, quando acometem as articulações, podem acarretar limitações da função articular. Raramente, a esclerodermia linear pode representar um sério problema em crianças, especialmente quando acomete profundamente a pele. Algumas vezes, por razões até o momento não compreendidas, a esclerodermia linear pode retardar o crescimento dos ossos abaixo da pele afetada.
A esclerodermia linear que acomete a face ou o couro cabeludo pode, em algumas ocasiões, ser bastante destrutiva e ter a aparência de uma linha branca, descrita como “golpe de sabre”, devido ao seu aspecto. O “golpe de sabre” está ocasionalmente associado à atrofia da face, podendo também afetar a língua e a boca. Raramente, pode estar associado com anormalidades do crescimento dos ossos da face, levando a deformidades consideráveis.
Qualquer que seja a forma, todas estas variantes representam esclerodermia localizada. Mesmo nos casos muito raros em que a maioria da superfície corpórea estiver envolvida, geralmente não ocorre acometimento de órgãos internos.
COMO SE FAZ O DIAGNÓSTICO DE ESCLERODERMIA LOCALIZADA?
Em muitos casos, os médicos podem informar os pacientes que eles têm esclerodermia localizada simplesmente pelo aspecto da pele. Médicos que estão familiarizados com esclerodermia, ou são especialistas em examinar a pele, podem estabelecer o diagnóstico sem muita dificuldade.
A BIÓPSIA DE PELE É NECESSÁRIA?
Geralmente, é realizada para confirmar o diagnóstico de esclerodermia (a biópsia não pode distinguir a esclerodermia localizada da esclerose sistêmica). Para a biópsia da pele, geralmente se faz uma leve anestesia local com xilocaína, que pode causar uma breve sensação de queimação que deve durar apenas alguns segundos. A partir daí, uma pequena amostra de pele é extraída, de maneira indolor. Geralmente, não ocorrerá dor, mesmo após o efeito da anestesia ter desaparecido. Os resultados da biópsia de pele, se interpretados de maneira inadequada, podem causar confusão e apreensão.
Tipicamente, a descrição da biópsia pode indicar “esclerodermia”, que pode levar os pacientes a acreditarem que têm a forma generalizada da doença. É importante se
reconhecer que é difícil, se não impossível, estabelecer se alguém tem esclerodermia localizada ou esclerose sistêmica baseado somente na biópsia de pele.
PROGNÓSTICO: O QUE VAI ACONTECER?
Como regra geral, pacientes com esclerodermia localizada não apresentam acometimento de órgãos internos. Como será discutido a seguir, pacientes com esclerodermia localizada podem apresentar certas alterações nos exames laboratoriais, que podem trazer ansiedade tanto aos médicos quanto aos pacientes.
A morféia pode ocorrer em todas as faixas etárias, e tende a ser mais frequente nas mulheres. A maioria dos pacientes desenvolve apenas uma ou duas placas espessadas que são frequentemente mais escuras ou mais claras que a pele que as circunda. Uma área de descoloração amarelada também pode ocorrer. As mudanças na coloração da pele podem durar anos, a despeito da melhora e do amolecimento da pele. Em geral, a morféia tende a acometer apenas as camadas superficiais da pele. Pacientes com morféia geralmente apresentam boa evolução, mas visitas periódicas ao médico são recomendadas. Raramente, alguns pacientes continuarão a desenvolver novas áreas de morféia e poderão evoluir para morféia generalizada (ainda sem envolvimento de órgãos internos). A evolução para morféia generalizada é mais comum em mulheres.
A morféia generalizada também pode ocorrer em todas as faixas etárias, e estes pacientes costumam apresentar doença mais extensa e prolongada, em alguns casos podendo durar vários anos. A morféia generalizada representa mais que um grande número de placas de morféia. As áreas de espessamento da pele na morféia generalizada tendem a se tornar confluentes, ocasionalmente chegando a acometer a maioria da superfície corpórea, e a profundidade do envolvimento é geralmente maior que na morféia. Mesmo assim, estes pacientes não costumam apresentar acometimento de órgãos internos. O seguimento periódico por um médico é imprescindível. Dependendo do grau de envolvimento da pele, pacientes com morféia generalizada podem se apresentar desfigurados, devido ao extenso espessamento da pele. De maneira semelhante à morféia, o amolecimento da pele é esperado, porém a descoloração da pele pode se manter durante anos ou ser permanente.
A esclerodermia linear é mais comum em crianças e adolescentes. Cerca de 80% dos pacientes têm menos de 20 anos de idade. É quatro vezes mais comum na mulher do que no homem. A esclerodermia linear tem o potencial de causar sérias complicações. As áreas lineares de espessamento da pele podem estender-se para músculos e tecidos subjacentes na criança, o que pode retardar o crescimento de um braço ou perna afetado. As alterações da superfície cutânea são semelhantes àquelas descritas na morféia e na morféia generalizada. Lesões extensas de esclerodermia linear, quando atravessam as articulações, podem limitar a mobilidade articular. A menos que esforços continuados no sentido de manter uma boa amplitude de movimento das articulações afetadas através da fisioterapia sejam realizados, estas complicações podem se tornar permanentes. E claro, muitos outros pacientes com esclerodermia linear, especialmente aqueles com idade de início mais tardia, cursarão apenas com mínimas alterações e espessamento da pele. A esclerodermia linear permanece em atividade por dois a cinco anos, mas pode ser mais duradoura em alguns casos. Por vezes, alguns pacientes apresentam recorrência após um período de aparente inatividade da doença. Isto é mais frequente em pacientes com esclerodermia “em golpe de sabre”.
A esclerodermia “em golpe de sabre” é a forma potencialmente mais desfigurante da esclerodermia localizada. Pode ser leve, com apenas leve atrofia (perda de tecido) da área afetada. Contudo, dependendo da sua localização na face, pode levar a problemas consideráveis, especialmente nas crianças. Quando acomete o couro cabeludo, pode causar perda de cabelos. Quando envolve a face, pode levar à desfiguração da fisionomia. O processo pode se estender aos ossos subjacentes. Recorrências podem ocorrer, mesmo quando parece que a doença se tornou inativa.
A ESCLERODERMIA LOCALIZADA DESAPARECE?
Como regra geral, a esclerodermia localizada é uma doença auto-limitada. Às vezes, lesões novas podem aparecer, mas, ao final, a doença regride. Uma provável exceção à regra é a esclerodermia “em golpe de sabre”, que pode apresentar um curso imprevisível e se tornar ativa novamente anos após ter aparecido.
EXISTEM OUTRAS COMPLICAÇÕES DA ESCLERODERMIA LOCALIZADA?
Alguns pacientes com esclerodermia localizada, provavelmente 10 a 20%, desenvolvem dores articulares durante o curso da doença. A dor não fica limitada às articulações situadas abaixo da pele acometida, e pode envolver inúmeras articulações, como joelhos, punhos e a coluna vertebral. Ocasionalmente, esta complicação precede o espessamento da pele, causando considerável confusão com a artrite reumatóide. Por fim, as dores articulares regridem, mesmo ocorrendo um novo espessamento da pele.
EXISTEM OUTROS TESTES PARA COMPROVAR O DIAGNÓSTICO DE ESCLERODERMIA LOCALIZADA?
O diagnóstico de esclerodermia localizada é feito pelo exame clínico e pela biópsia. A biópsia de pele pode auxiliar a determinar se a doença ainda está ativa.
Existem vários testes laboratoriais que podem ser realizados em pacientes com esclerodermia localizada que, quando alterados, auxiliam a determinar a atividade da doença e quão extensa e prolongada esta pode se tornar. Estes exames laboratoriais incluem o número de eosinófilos no sangue, a quantidade de imunoglobulinas séricas, e vários auto-anticorpos, como o fator antinuclear (FAN) e os anticorpos anti-DNA e anti-histonas. Estes exames não são específicos para esclerodermia localizada e podem estar alterados em outras doenças. Os auto-anticorpos que são comuns na esclerose sistêmica geralmente estão negativos na esclerodermia localizada.
EXISTE TRATAMENTO PARA A ESCLERODERMIA LOCALIZADA?
Não existe cura para a esclerodermia localizada, embora alguns medicamentos possam alterar a progressão da doença. Recomendações específicas devem ser deixadas ao julgamento dos médicos, que irão discutir as opções terapêuticas com o paciente e sua família. Muitos medicamentos têm sido usados na esclerodermia localizada. Contudo, nenhum deles se mostrou comprovadamente eficaz em estudos controlados. A esclerodermia localizada geralmente se torna inativa e melhora espontaneamente, de maneira que experiências pessoais isoladas são difíceis de avaliar. Muitos médicos continuam a preconizar o uso da vitamina E por via oral, mas não existe comprovação de sua eficácia.
Numerosos medicamentos, como a fenitoína, o para-amino-benzoato de potássio (POTABA), os corticosteróides sistêmicos, os antimaláricos e a d-penicilamina, isolados ou combinados, têm sido utilizados, com resultados tanto favoráveis quanto desfavoráveis. Contudo, devido às suas potencialmente sérias complicações, estas drogas são reservadas para os pacientes com doença ativa, generalizada e rapidamente progressiva.
A vitamina D por via oral parece ser benéfica em alguns pacientes. Também existem evidências de que tipos específicos de luz ultravioleta podem auxiliar na doença. A penicilina e outros antibióticos são frequentemente utilizados por médicos que acreditam que a esclerodermia localizada possa ser causada por agentes infecciosos, mas não existe consenso quanto à esta relação.
Existe consenso definido de que a fisioterapia é importante no sentido de preservar a amplitude da mobilidade das articulações acometidas. O escurecimento da pele pode diminuir com o tempo. Como algumas lesões podem se tornar mais escuras após exposição solar, o uso de fotoprotetores pode ser útil. Vários agentes tópicos atualmente disponíveis, quando adequadamente utilizados, tornarão as áreas com alterações de pigmentação cosmeticamente mais aceitáveis. Peeling químico e tratamento com laser poderão diminuir a quantidade de pigmentos em alguns pacientes. Naqueles pacientes com extenso envolvimento da face, cirurgia plástica reparadora tem apresentado bons resultados.
Panfleto da Scleroderma Foundation, elaborado com o auxílio do Dr. Vincent Falanga (Boston University e Roger Williams Medical Center, Providence – EUA); tradução do Dr. Percival D. Sampaio-Barros (UNICAMP).
Fonte: scleroderma.org
IMPORTANTE
Procure o seu médico para diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios.
quarta-feira, 29 de Julho de 2009
Teste de saliva prevê enfarte
Uma simples amostra de saliva poderá ser utilizada, em qualquer lugar, para averiguar de forma rápida se uma pessoa está a sofrer um enfarte ou corre o risco de vir a sofrê-lo.
A pesquisa realizada com 56 doentes que tiveram um enfarte e 59 pessoas saudáveis identificou proteínas que possuem a habilidade de rapidamente classificar potenciais ataques cardíacos. Com base nesta pesquisa, os investigadores da Universidade do Texas (EUA) desenvolveram um sensor bioquímico que detecta, em menos de 15 minutos, o risco de ter um enfarte num futuro próximo.
O processo é simples. A saliva é recolhida num tubo e transferida para um cartão que contém vários indicadores da saúde cardíaca e, uma vez inserido num analisador, determina o estado do coração do paciente.
Fonte: Sapo Saude
terça-feira, 28 de Julho de 2009
Não é verdade que a esquizofrenia torna as pessoas mais violentas
por Rodrigo Affonseca Bressan*
A esquizofrenia é uma doença psiquiátrica que deve ser diagnosticada e tratada rapidamente. Ela se caracteriza por alterações no pensamento, no afeto e na vontade. Os principais sintomas são: delírios, alucinações e retraimento social.
Delírios são idéias distorcidas, irreais, que o esquizofrênico percebe como reais. Dividemse em persecutórios, de grandeza e místicoreligiosos. De repente a pessoa cisma, por exemplo, que traficantes a estão perseguindo. Tudo que ocorre a partir de então gira em torno desta idéia delirante.
Já alucinações são percepções sem objeto, como ouvir vozes, ver luzes ou vultos que na realidade nunca existiram. Em geral as alucinações se referem ao conteúdo dos delírios; por exemplo, a pessoa ouve a voz dos "traficantes que a perseguem". Outro sintoma frequente é a autorreferência, ou seja, a pessoa tem a sensação de que tudo que ocorre à sua volta está relacionado com ela. Entra no ônibus, por exemplo, e se incomoda porque tem certeza de que todos a estão olhando, pois trabalham para os "traficantes".
Sintomas importantes são ainda isolamento e diminuição da interação afetiva. Esquizofrênicos têm mais dificuldade para interagir socialmente e acabam se isolando.
A doença cursa com períodos em que os sintomas são mais intensos (episódios psicóticos agudos), mas quando tratados perdem intensidade (fase de estabilidade) e a pessoa leva uma vida praticamente normal.
A prevalência da moléstia ao longo da vida, em todo o planeta, é de 05,% a 1% da população; no Brasil, gira em torno 0,7% da população. A esquizofrenia ocorre em homens e mulheres. Manifesta-se mais entre os 17 e os 27 anos, isto é, em adolescentes e adultos jovens. Por volta de 13% dos que recebem o diagnóstico de esquizofrenia apresentam-na na forma aguda, são tratados e nunca mais voltam a apresentá-la.
A doença vem sendo bastante estudada. Muitos dos mecanismos cerebrais envolvidos nela já foram descobertos. O estresse e o uso de drogas ilícitas, por exemplo, têm papel importante em seu desencadeamento. Quando a pessoa vive situações de estresse ou usa drogas, algumas células cerebrais liberam o neurotransmissor dopamina em demasia. Este excesso está associado à ocorrência de delírios e de alucinações. Mas só pessoas que apresentam predisposição genética desenvolvem esquizofrenia.
Quanto mais tempo sem tratamento, mais grave se torna a doença, fazendo com que o portador se isole, perca o interesse pela escola e pelo trabalho e tenha o risco de suicídio aumentado. Para evitar estes problemas, é preciso um tratamento efetivo com medicamentos, que diminuem a ação da dopamina, e terapias.
Quem apresenta delírios e/ou alucinações deve ser levado a um psiquiatra para que faça o diagnóstico e estabeleça o tratamento. Existem até serviços específicos de esquizofrenia nas Faculdades Federais e Estaduais existentes nas capitais e em cidades grandes Brasil afora. Quanto mais cedo a doença é diagnosticada e tratada, melhor a evolução do tratamento. A rapidez é importante ainda pois, como disse, 13% dos doentes tratados logo no início se curam. Nos demais, controlam-se os sintomas para que levem uma vida produtiva.
* Rodrigo Affonseca Bressan, médico psiquiatra na capital paulista, é PhD pela Universidade de Londres, professor adjunto do Departamento de Psiquiatria da Escola Paulista de Medicina - Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e coordenador do Programa de Esquizofrenia (Proesq) da mesma instituição de ensino. E-mail: r.bressan@psiquiatria.epm.br
Fonte: Caras
quarta-feira, 22 de Julho de 2009
Agulhas substituem analgésicos
Dor: palavra pequena, sinônimo de um grande sofrimento.
"É uma dor terrível", descreve a diarista Eliana Pereira.
"A impressão é de que minha cabeça está inchada. É uma dor inexplicável", conta a auxiliar administrativa Terezinha D'Oliva.
Esse sentimento torna seres humanos prisioneiros. "Eu deixei de trabalhar várias vezes. Tive vários afastamentos", lembra Terezinha.
No caso de Eliana, problemas na coluna trouxe
ram limitação. "Não posso trabalhar direito porque não posso carregar peso, não posso arrastar um móvel do lugar, não posso ficar agachando. Então, fico uma pessoa inútil. Minha filha de 9 anos estava dando banho em mim", lembra ela, que em uma das crises chegou ao posto de saúde do bairro com dificuldade e conheceu um tratamento alternativo.
Parece estranho: alívio da dor com espetadas na cabeça. Mas esse é o método de acupuntura Yamamoto, nome do médico japonês que descobriu como o crânio tem regiões importantes para o equilíbrio da energia.
De acordo com a teoria, na parte frontal da cabeça estão os pontos ying e na parte de trás os opostos, yang. Para encontrar as áreas correspondentes à cada região do corpo é só imaginar a posição de um feto. Os órgãos desse ser imaginário são chamados áreas reflexas, ou seja, refletem o estímulo das agulhas diretamente na região onde está a dor.
É como um atendimento de emergência: a técnica traz alívio imediato com a liberação de substâncias no organismo.
"É indicada principalmente para retirada de dores agudas, crônicas e sequelas de acidente vascular cerebral. É excelente nesse aspecto", diz o médico William Hyppolito Ferreira.
Para Eliana, as agulhas do método japonês fizeram mágica. "Cheguei dura, travada. Agora eu posso levantar, baixar, dançar, correr. Estou pronta para a vida. Me sinto mocinha", assegura.
Após dez sessões de acupuntura, Terezinha também descobriu a fonte da juventude. "Fazia dez anos que eu não vivia – eu vegetava. Para mim, foi um verdadeiro milagre", diz.
Um equívoco na hora de aplicar injeção deu origem ao método revolucionário japonês. O médico responsável pela descoberta colocou água em vez de analgésico na seringa. Curiosamente, o tratamento para dor de cabeça não só surtiu efeito como resolveu outro problema na perna. Por acaso, surgiu o primeiro ponto da acupuntura Yamamoto. Trinta e cinco anos depois, a técnica faz sucesso na Ásia, Europa e no interior de São Paulo. Em Campinas, os postos de saúde oferecem de graça essa terapia. E os resultados aparecem em um setor muito procurado pelos pacientes: a farmácia. São 70 mil comprimidos a menos distribuídos por mês.
"A prescrição vem diminuindo. Os médicos prescrevem menos analgésicos e antiinflamatórios para pacientes que já estão fazendo uma terapia alternativa", diz a auxiliar de enfermagem Bruna Silva.
Queda de 12,5% na entrega de remédios na farmácia popular. Economia para o bolso do contribuinte.
"Com uma agulha que custa um preço muito ínfimo, eu consigo tratar uma dor que seria tratada com antiinflamatório, no mínimo, de oito em oito horas, de sete a dez dias", compara doutor William Hyppolito Ferreira.
A comparação é fácil: dez sessões de acupuntura custam R$ 1,50 pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Já o arsenal de antiinflamatórios sai, em média, por R$ 30. E o ganho na saúde? Esse não tem preço.
A dona de casa Edna Soares Heitor ia à farmácia com frequência. Chegou a ter intoxicação com a quantidade de medicamentos. "Eu cheguei a tomar oito tipos de remédios por mês, incluindo medicamentos de faixa preta e receita azul. Isso me dava muita ansiedade, me deixava inchada. Alguns remédios fazem engordar. Outros fazem o organismo reter líquido. Outros causam dor de estômago", lembra.
Edna sofre de fibromialgia, uma doença responsável por dores em todo o corpo. Foi encaminhada para a terapia alternativa. "Eu continuei minha rotina diária normalmente, trabalhando e estudando. E consegui diminuir os remédios", afirma.
Até os profissionais de saúde se renderam à acupuntura de Yamamoto. A coordenadora do posto de saúde, Regina Gonçalves, sofria de um problema comum entre as mulheres: os efeitos da tensão pré-menstrual (TPM). No caso dela, dores, inchaço e irritabilidade.
"De três anos para cá tenho notado uma melhora significativa. Eu sou insuportável com TPM. Eu ainda tenho alguns sintomas, mas estou mais calma. Eu consigo dominar os sintomas. Eles não me dominam mais", diz.
Medicina oriental preventiva ao alcance da população.
"Eu me libertei da dor. Agora é tudo de bom. Chega de dor!", decreta Terezinha.
"Vou poder trabalhar, dançar, passear, fazer tudo que não posso quando estou com dor", diz Eliana.
Saúde em harmonia.
Fonte Globo Reporter
Ver video no site do Globo Reporter
quinta-feira, 16 de Julho de 2009
Beber demais aumenta os riscos de cancro da próstata
Além disso, o fármaco finasterida, que ajuda a reduzir os riscos da doença, parece não fazer efeito contra os danos do álcool.
Numa pesquisa com 11 mil homens, os especialistas descobriram que aqueles que bebiam em excesso – quatro ou mais doses por dia, pelo menos cinco dias na semana – eram duas vezes mais propensos a ter tumores agressivos na próstata do que os que não bebiam. Para os tumores menos agressivos, os riscos seriam 43% maiores entre os bebedores.
Os riscos eram iguais para aqueles que tomavam finasterida.
Os investigadores destacam que alguns factores de risco não podem ser modificados, como idade avançada, raça negra e histórico familiar da doença. Por isso, recomendam que os médicos divulguem para os seus pacientes os factores de risco que podem ser controlados, como a obesidade, o tabagismo, o consumo excessivo de gordura animal, incluindo, agora, o abuso de álcool.
2009-07-16
Fonte Sapo Saude
Gripe A (H1N1)
As pegas dos carrinhos de compras, as maçanetas das portas e os ratos do computador são fontes de contágio de microrganismos, como o vírus da gripe A, que só poderá evitar-se com uma frequente lavagem das mãos, alerta um especialista.
Mário Durval, da direcção da Associação Nacional dos Médicos de Saúde Pública (ANMSP), explicou à agência Lusa que são aos «milhões» os microrganismos que vivem nas superfícies mais mexidas pelas pessoas.
Esses microrganismos podem sobreviver mais do que as oito a dez horas que normalmente resistem no ar quando são transmitidos através das gotículas que saem da boca e fossas nasais, por meio de tosse ou espirros.
«Os vírus dessas gotículas sobrevivem no ar entre oito a dez horas», disse Mário Durval, adiantando que estes passarão de pessoa a pessoa se estiverem a menos de um metro de distância.
Contudo, estes microrganismos sobrevivem mais tempo nas superfícies, disse o especialista, chamando a atenção para a facilidade com que essas áreas são tocadas por um grande número de pessoas.
É o caso dos carrinhos de compras - cujas pegas são frequentemente tocadas por mãos de adultos e de crianças, já que algumas têm um suporte para os mais pequenos - mas também caixas de Multibanco, corrimões, maçanetas das portas, ratos de computador, entre muitos outros.
O contágio pode dar-se desta forma, já que «as gotículas ficam nas superfícies que passam a vida a ser tocadas por muitas pessoas».
Segundo Mário Durval, uma frequente e correcta lavagem das mãos pode evitar até 80 por cento do contágio.
Mas este é um hábito a que os portugueses «não ligam muito», daí a mensagem das autoridades de saúde, numa altura em que existe uma pandemia pelo vírus da gripe A (H1N1): insistir na importância da lavagem das mãos.
De acordo com a Direcção-Geral da Saúde (DGS), «lavar as mãos frequentemente ajuda a evitar o contágio por vírus da gripe e por outros germes».
Este organismo do Ministério da Saúde recomenda o uso de sabão e água, pelo menos durante 20 segundos.
«Quando tal não for possível, podem ser usados toalhetes descartáveis, soluções e gel de base alcoólica, que se adquirem nas farmácias e nos supermercados», prossegue a recomendação.
Para Mário Durval, a frequente lavagem das mãos é um hábito a que os portugueses estão «pouco habituados».
Na impossibilidade de lavar as mãos, deve «generalizar-se o uso de soluções alcoólicas», disse Mário Durval, para quem «ainda não estamos numa fase [da pandemia] que obrigue a cuidados muito rigorosos» nesta área.
Apesar disso, esta pode ser «uma óptima altura» para os portugueses se «habituarem» a estes cuidados.
«Não fará mal nenhum, principalmente se as pessoas compreenderem o que está em jogo», disse.
Mário Durval alerta ainda para um outro lado da questão: «Não nos podemos esquecer de que precisamos de ser contaminados pelos microrganismos para criarmos defesas».
O especialista questiona mesmo os benefícios da «hiperlavagem», defendendo «bom senso» nesta matéria.
«Por mais que custe a acreditar, vivemos rodeados de muitos milhões de microrganismos, a esmagadora maioria dos quais não é patogénica», frisou.
Lusa / SOL
Fonte: sol sapo
quinta-feira, 9 de Julho de 2009
Gripe Normal e Gripe A
terça-feira, 30 de Junho de 2009
Música pode ajudar o coração e diminuir a pressão sanguínea
O médico Luciano Bernardi e sua equipa de investigadores da Universidade de Pávia, Itália, pediram a 24 voluntários saudáveis que ouvissem cinco faixas de músicas clássicas, escolhidas aleatoriamente, e monitorizassem as respostas do seu corpo.
Entre as músicas escolhidas estavam a Nona Sinfonia de Beethoven, uma área de Turandot, de Puccini, a Cantata nº 169 de Bach, Va Pensiero, da ópera Nabuco, de Verdi, e Libiam Nei Lieti Calici, de La Traviata, também de Verdi.
Cada "crescendo" destas músicas, um aumento gradual do volume, "estimulava" o corpo e levava ao estreitamento dos vasos sanguíneos, aumentando a pressão sanguínea e os batimentos cardíacos, além de provocar um aumento das taxas respiratórias. Por outro lado, os diminuendos, diminuição gradual do volume, causavam o relaxamento, diminuindo os batimentos cardíacos e diminuindo também a pressão sanguínea.
«A música leva a uma mudança dinâmica e contínua - e previsível, até certo ponto - no sistema cardiovascular», afirmou Bernardi. «Essas descobertas aumentam a nossa compreensão de como a música pode ser usada na medicina de reabilitação».
Os investigadores testaram várias combinações de música e silêncio nos voluntários e descobriram que as faixas que alternam entre ritmos rápidos e mais lentos, como óperas, parecem ser as melhores para a circulação e para o coração.
As árias de Verdi, que seguem frases musicais de dez segundos, parecem sincronizar-se perfeitamente com o ritmo cardiovascular natural, de acordo com o estudo.
«Observamos grandes benefícios do uso da música para pessoas que sofreram acidentes vasculares cerebrais (AVC) ou ataques cardíacos. O poder da música é simplesmente incrível», afirma Diana Greenman, directora executiva da organização britânica Music in Hospitals. A música já é usada em muitos hospitais britânicos por ser uma terapia barata e fácil de aplicar e também por gerar efeitos físicos perceptíveis no organismo, além de ter um impacto positivo no humor do paciente. «Já observamos, em pesquisas anteriores, um estado emocional positivo, que pode ser desencadeado ao ouvir música, e que pode ajudar sobreviventes de AVC», disse um porta-voz da associação britânica especializada em tratamento de derrames, "Stroke Association".
Fonte: Sapo Saúde
segunda-feira, 29 de Junho de 2009
Componente do chá verde pode retardar cancro da próstata
Diversos estudos indicam os benefícios do chá contra uma grande variedade de condições, como doença cardíaca e Alzheimer. E a nova pesquisa, publicada na revista Cancer Prevention Research, mostra efeitos da bebida no controle de tumores.
Os autores destacam que substâncias presentes no chá verde, principalmente polifenóis, “podem ter o potencial de reduzir a incidência e retardar a progressão do cancro da próstata”.
Avaliando 26 homens com idades entre 41 e 72 anos diagnosticados com cancro da próstata e com cirurgia marcada, os investigadores notaram que aqueles que, por mais de 30 dias, tomaram cápsulas contendo um componente do chá verde chamado polifenol E, apresentaram antes da cirurgia menores níveis de importantes marcadores que indicam o desenvolvimento do cancro – PSA, VEGF e HGF.
A quantidade ingerida no estudo seria o equivalente a 12 chávenas diárias, mostrando que o consumo da bebida para a prevenção não seria indicada, mas antes poderia ser base de medicamentos para a prevenção da doença.
2009-06-23
Fonte: Sapo Saude
sábado, 27 de Junho de 2009
Estudo associa depressão a um maior risco de desenvolver doença de Alzheimer
Os resultados indicaram que o tratamento com um medicamento comummente usado para o tratamento de Alzheimer pode retardar a progressão da doença degenerativa em pessoas depressivas com transtorno cognitivo leve ou problemas de memória.
Acompanhando, por três anos, 756 pessoas com idades entre 55 e 91 anos que apresentavam transtorno cognitivo leve, os investigadores, da Universidade da Califórnia, registaram 208 casos de depressão.
As análises mostraram que, a cada aumento de um ponto na escala de depressão, havia um aumento de 3% no risco de os participantes desenvolverem a doença de Alzheimer. «Os nossos estudos de mais longo prazo unem-se ao conjunto de evidências que sugerem que a depressão é um factor de risco importante para a doença de Alzheimer», disse um dos autores do estudo, o investigador Po H. Lu.
Na análise do tratamento, os investigadores descobriram que, entre aqueles que tomaram o fármaco donepezil, apenas 11% desenvolveram a doença degenerativa em 1,7 anos, contra 25% daqueles que foram tratados com vitamina E ou placebo. E, em 2,2 anos, essas taxas foram de 14% e 29%, respectivamente. Porém, o fármaco não fez efeito no grupo não depressivo.
Os investigadores destacam que esse fármaco não é aprovado para o uso em transtorno cognitivo leve, mas apenas em caso de doença de Alzheimer. Por isso, antes de qualquer recomendação, são necessários mais estudos para confirmação e para revelar se o tratamento da depressão pode retardar o desenvolvimento da doença de Alzheimer.
Fonte: Sapo Saúde
quinta-feira, 25 de Junho de 2009
Hepatite C afecta 100 a 150 mil portugueses
Entre 100 a 150 mil portugueses deverão estar infectados com o vírus da hepatite C, e estarão identificados apenas 20 a 30 por cento dos casos, devido ao facto de praticamente não existirem sintomas. Esta foi uma das áreas mais debatidas no Congresso Nacional de Gastrenterologia e Endoscopia Digestiva, que terminou sábado no Porto.
«Pelo facto de ser uma doença assintomática, a larga maioria dos portadores da doença desconhecem que estão infectadas, um número que pode atingir os 70-80% em Portugal», revelou Rui Tato Marinho, presidente cessante da Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado (APEF). O vírus da hepatite C foi identificado em 1989, é carcinogénico, sendo a primeira causa de cirrose hepática e a primeira indicação para transplante hepático a nível europeu.
Em todo o mundo, a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que a hepatite C afecte 3% da população (200 milhões de pessoas) e 350 milhões estão infectados pelas hepatites B. Aproximadamente morre uma pessoa a cada 30 segundos, segundo a World Hepatitis Alliance. Em Portugal, cerca de 60% das mortes por carcinoma hepatocelular e 20% das mortes por SIDA estão relacionadas como vírus da Hepatite C.
«Aqueles que apresentam maior risco de estarem infectados devem realizar o teste», alerta Rui Marinho. O teste sanguíneo é muito fácil de realizar e denomina-se «anti-VHC». O rastreio deve ser fundamentalmente efectuado em quem consumiu ou consome drogas injectáveis, quem foi submetido a transfusões de sangue antes de 1992, pessoas com vários parceiros sexuais e antigos combatentes do Ultramar, entre outros grupos. As pessoas que fizeram tatuagens e desconhecem se os instrumentos utilizados foram esterilizados devem também fazer o teste.
A doença apresenta um grande impacto social, uma vez que, ao não saberem que estão infectadas, os portadores poderão facilmente transmitir a outros indivíduos. «As pessoas podem estar 20 ou mais anos sem desenvolverem qualquer tipo de sintoma», explica o especialista.
Neste congresso foi ainda abordada a terapêutica da hepatite B. Esta doença crónica, que é a principal causa de cancro do fígado a nível mundial, afecta 14 milhões de europeus e provoca cerca de 36 mil mortes anuais. A hepatite B é a principal causa de cirrose a nível mundial e constitui um problema de saúde pública. Estima-se que existam, a nível mundial, 400 milhões de indivíduos com infecção crónica pelo vírus da hepatite B. Em Portugal calcula-se cerca de 100 mil portadores.
O doente com hepatite B crónica tem risco aumentado de evoluir para cirrose, insuficiência hepática e carcinoma hepatocelular. «Quando se tornar crónico, o vírus é quase impossível de eliminar», sublinha o Rui Marinho.
Os dados da notificação obrigatória não espelham o verdadeiro impacto social, económico e individual da hepatite B que é fortemente estigmatizante. Dos cerca de 435 mil cidadãos estrangeiros a viver em Portugal, cerca de 5% poderá estar infectado com a doença. Vários dos cidadãos estrangeiros são provenientes de países com cerca de 10% de prevalência do vírus da hepatite B, nomeadamente do continente asiático e africano.
2009/06/23
Fonte: Sapo Saúde
terça-feira, 23 de Junho de 2009
Medidas simples podem ajudar a prevenir a infertilidade masculina
De acordo com a especialista em reprodução Suzanne Kavic, o exercício moderado, dormir bem (oito horas por noite) e comer frutas e verduras ajudam a proteger a função reprodutiva.
Ela alerta que o calor excessivo na região dos órgãos sexuais – como em banhos muito quentes de banheira e, por exemplo, quando se usa muito um computador portátil ao colo – podem atrapalhar a produção de espermatozóides.
Outras causas principais da infertilidade masculina são a exposição a toxinas (de medicamentos, cigarro, ou excesso de álcool), algumas doenças sexualmente transmissíveis, infecções ou inflamação na próstata, distúrbios imunológicos e hormonais, veias varicosas alargadas no escroto, lesões ou defeitos genitais, e impotência.
Para aumentar as possibilidades de um homem ser pai, os especialistas recomendam uma hora de exercícios moderados, três a cinco vezes por semana; manter-se hidratado, limitando o consumo de cafeína, e ter uma dieta saudável; dormir oito horas por noite; praticar técnicas de redução de stresse; além de evitar comportamentos de risco.
Fonte: Sapo Saúde
sábado, 20 de Junho de 2009
Cozinhar as cenouras inteiras pode aumentar as suas propriedades anti-cancerígenas
É o que defende um estudo recente da Universidade de Newcastle, no Reino Unido, e da Universidade da Dinamarca.
Os investigadores descobriram, há cerca de quatro anos, os benefícios da substância anti-cancerígena falcarinol, presente nas cenouras, e agora demonstraram que “cortar as cenouras aumenta a área de superfície, de forma que muitos dos nutrientes são desperdiçados na água da cozedura”.
O investigador Kirsten Brandt, líder do estudo, destaca que “ao cozinhá-las inteiras e cortá-las mais tarde, mantém-se mais nutrientes e o sabor”.
O mesmo estudo constata – num teste com 100 indivíduos – que 80% prefere o sabor das cenouras cozidas inteiras, até porque retêm mais açúcar.
2009-06-19
fonte: Sapo Saude
quarta-feira, 17 de Junho de 2009
Três chávenas de chá por dia diminuem o risco de AVC
Estas descobertas, levadas a cabo por investigadores da Universidade da Califórnia (EUA) e divulgada pela American Stroke Association, foram consistentes tanto para o chá preto (24% de redução do risco relativo) como para o chá verde (21% de redução do risco relativo).
A similaridade dos resultados entre os dois tipos de chá pode ter ocorrido pelo facto de que ambos são produzidos a partir da mesma planta, a Camelia sinensis.
Tanto o chá preto como o chá verde demonstraram efeitos benéficos sobre a função vascular, além de reduzirem a pressão arterial e aumentarem a formação do óxido nítrico, uma substância que dilata os vasos. Os chás também são fonte de um aminoácido (theanine), que protege os vasos sanguíneos cerebrais.
Este efeito preventivo do chá apresenta a mesma magnitude do proporcionado pelo exercício físico, capaz de reduzir o risco de um derrame cerebral em 20%, de acordo com estudos anteriores.
Esta revisão incluiu nove estudos com um total de 4.378 casos de derrame cerebral numa população de 194.965 indivíduos.
2009-06-17
Fonte: Sapo Saude
sexta-feira, 12 de Junho de 2009
Lentes de contacto usadas por mais tempo do que o recomendado
É o que indica um estudo recente, realizado pela Universidade de Waterloo, no Canadá, que envolveu mais de 1.600 adultos americanos utilizadores de lentes de contacto.
Os investigadores observaram que 59% daqueles que usavam lentes de gel de silicone que devem ser trocadas a cada duas semanas, 29% dos que usavam lentes que devem ser trocadas mensalmente e 15% dos que usavam lentes diariamente descartáveis permaneciam com elas por mais tempo do que o recomendado pelo fabricante.
Segundo os autores, o motivo principal dos dois primeiros grupos para manter a lente por mais tempo seria o esquecimento de quando deveriam trocá-las; enquanto, para aqueles que deveriam trocar todos os dias, a razão principal de manter a lente por mais tempo seria a economia.
Além disso, 9% dos especialistas admitiram terem recomendado o uso por mais tempo.
No entanto, o uso de lentes de contacto por mais tempo do que o recomendado pode aumentar os riscos de infecções nos olhos.
Fone: Sapo Saude
segunda-feira, 8 de Junho de 2009
Tai chi pode reduzir dor e incapacidade associadas à artrite
Esta é a conclusão de um trabalho publicado recentemente na revista Arthritis Care & Research. Com a análise de sete estudos sobre o assunto, os investigadores, da Universidade de Sidney, Austrália, concluíram que os pacientes que tiveram aulas semanais de tai chi em combinação com o tratamento convencional apresentaram uma queda de dez pontos numa escala de 0 a 100 de dor e incapacidade relatadas.
Esses doentes também relataram menos tensão e melhor satisfação com a saúde do que aqueles que passaram apenas pelo tratamento convencional.
Segundo os autores, os resultados indicam um “pequeno efeito positivo” da técnica na redução da dor e da incapacidade associadas à doença inflamatória das articulações, mas são necessários mais estudos para confirmação.
Fonte: Sapo Saude
segunda-feira, 1 de Junho de 2009
Empresa lança pílula de tomate para combate ao colesterol
O Ateronon contém um ingrediente ativo das dietas comuns na região do Mediterrâneo - o licopeno, um antioxidante que dá a cor avermelhada ao tomate e que auxilia no bloqueio do colesterol LDL, o chamado "mau colesterol".
Apesar dos potenciais benefícios, a substância é pouco absorvida quando ingerida ao natural. A pílula, portanto, traz uma versão mais refinada e de maior absorção.
Testes preliminares feitos com 150 pessoas indicam que o suplemento pode reduzir a oxidação de gorduras no sangue a quase zero em apenas oito semanas.
O licopeno é pouco absorvido quando ingerido ao natural
O neurocientista Peter Kirkpatrick, responsável pelos próximos testes da pílula que serão realizados no Hospital Addenbrooke, na Inglaterra, afirmou que o suplemento pode ser mais eficaz do que as estatinas usadas em tratamentos de colesterol.
Cautela
Mas o professor Peter Weissberg, da British Heart Foundation, diz que apesar dos testes iniciais, ainda levará tempo para avaliar os efeitos reais do Ateronon.
"Enquanto isso, nosso conselho para pacientes que sofrem de doenças cardíacas é confiar nos medicamentos receitados pelos médicos e tentar ingerir muitas frutas e verduras frescas", disse Weissberg.
Para o professor Anthony Leeds, da organização Heart UK, que trabalha na prevenção de doenças cardíacas, "os testes iniciais são promissores".
"O novo produto de licopeno representa uma nova abordagem para o tratamento de alto colesterol e abre uma possibilidade interessante".
fonte: O Mundo de A a Z
www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/06/
quinta-feira, 21 de Maio de 2009
Componente do chá verde pode ajudar a bloquear o VIH
De acordo com os autores, a molécula EGCG, presente no chá, pode combater a formação de proteína beta-amilóide, que recentemente foi associada à infecção pelo vírus da SIDA.
Estudos recentes indicam que o sémen contém um factor chamado SEVI (algo como «Potencializador de Infecção Viral Derivado de Sémen»), tipo de proteína beta-amilóide que acompanha o VIH (Vírus de Imunodeficiência Humana) até a entrada da célula que irá infectar. E outras pesquisas mostram que compostos do chá verde podem ajudar na prevenção de doenças neurológicas associadas à formação de beta-amilóide, como Alzheimer e Parkinson.
Em novos testes em laboratório, cientistas alemães descobriram que as moléculas EGCG do chá verde degradam as fibrilas do SEVI, inibindo o efeito do sémen de potencializador de infecção. A partir disso, eles esperam que a adição do composto a um gel vaginal possa torná-lo mais eficaz contra a infecção pelo VIH na relação sexual, sem causar irritação local.
Fonte: Sapo
segunda-feira, 18 de Maio de 2009
Roupa usada por mulheres jovens na origem de cancro da pele
Cerca de mil daqueles dez mil novos casos anuais são de melanoma, o tipo de cancro de pele mais perigoso e mortal, estima a associação.
Os números são similares aos de países da Europa Ocidental como Espanha, França ou Itália, para as pessoas de pele branca, mas indicam uma «incidência discretamente maior» de melanoma nas mulheres jovens, disse à Lusa o secretário-geral da associação.
«Há um aumento do número de casos no tronco e membros superiores das mulheres, consequência provável do tipo de tecido e design dos têxteis», disse Osvaldo Correia.
A moda das camisolas ou vestidos de alças, decotados ou curtos, está assim a aumentar o risco de cancro em zonas de corpo antes protegidas da exposição solar excessiva.
«Observa-se ainda uma redução progressiva do número de casos de melanomas nas pernas nas mulheres jovens com relação provável com o uso quase generalizado de calças desde há cerca de três décadas», apontou aquele responsável.
Os casos de cancros da pele têm aumentado na maioria dos países e isso relaciona-se, segundo Osvaldo Correia, com a «exagerada e inadequada» exposição ao sol e, mais recentemente, aos solários.
«A pele é frequentemente sujeita a choques térmicos, por vezes traduzidos em queimaduras solares, e durante várias horas», acrescentou.
Outra razão para o aumento da doença é a exposição solar em demasia fora do período habitual do Verão, quando a pele não está preparada para receber doses de ultravioleta intensas, como acontece em férias de Natal, Carnaval ou Páscoa, que cada vez mais pessoas passam em climas tropicais.
A exposição ao sol, segundo os especialistas, deve ser lenta e progressiva, começando por períodos de 15 a 20 minutos, e evitando sempre os horários críticos, em particular entre as 12 e as 16 horas.
Osvaldo Correia lembrou que a acumulação progressiva de exageros de exposição, ao longo da vida, e sobretudo em idades jovens, traduz-se no aparecimento de maior números de sinais de risco (nevos atípicos) e aumenta a possibilidade de cancro da pele, incluindo melanoma.
O médico recusa que os exageros na exposição solar resultem da ignorância: «Hoje não se pode falar de falta de informação sobre os cuidados a ter com o sol ou os solários. Tem a ver com comportamentos culturais e o exemplo dos mais velhos».
No Verão de 2008, inquéritos realizados em Portugal a cerca de mil pessoas à entrada das praias revelaram que 16 por cento dos inquiridos já tinham sofrido queimaduras solares nesse ano e que 68 por cento já se tinham 'queimado ao sol' no passado.
«Verificámos que 53 por cento das crianças com menos de 11 anos, 64 por cento dos 11 aos 15 anos e 74 por cento dos 16 aos 24 anos já tinham tido queimadura solar ao longo da vida», contou Osvaldo Correia.
O dermatologista considera que estes relatos fazem adivinhar um aumento da incidência do cancro de pele nos próximos anos.
Segundo o mesmo inquérito, só 35 por cento usava chapéu na praia, essencial para proteger o couro cabeludo, a cara e as orelhas.
Relativamente ao uso do protector solar, apesar de 82 por cento dizer que o colocava na praia, apenas 50 por cento já o tinha posto em casa.
A maioria dos protectores demora cerca de meia hora a começar a ser eficaz e deve ser renovado sempre que há contacto com a água ou se a pessoa transpirar.
Mas o ideal é usar uma t-shirt de tecido não poroso, de preferência larga.
«Para malhas mais finas ou porosas deve dar-se preferência às cores mais escuras que, apesar de se tornarem mais quentes, não permitem a passagem dos ultravioleta de forma tão intensa», aconselhou o especialista.
fonte:Sol Sapo
domingo, 17 de Maio de 2009
Consumo isolado de alimentos não reduz risco cardíaco
Segundo os autores do texto, publicado no "Archives of Internal Medicine", um dos jornais da Associação Médica Americana, apenas nozes, vegetais e a dieta do Mediterrâneo apresentaram forte relação com a diminuição dessas doenças.
Entre os itens que demonstraram pouca relação com a protecção do coração aparecem peixes, ácidos gordos ómega 3 de fontes marinhas, grãos integrais, fibras, álcool e vitaminas C, E e betacaroteno - justamente os mais presentes em pesquisas sobre o tema.
«Peixe, fibras, cereais integrais continuam a ser benéficos, mas dentro de um estilo de vida saudável e de uma alimentação equilibrada», enfatiza o cardiologista Carlos Scherr, da Universidade Gama Filho, no Rio de Janeiro, à Folha Online. «Isso quer dizer que comer só peixe não resolve».
Na verdade, é o estilo de vida o factor determinante do risco cardíaco. Ou seja, a qualidade da alimentação no seu conjunto, e não o consumo isolado de alimentos.
O "Lyon Diet Heart Study", um grande estudo francês feito na década de 1990, revelou que a dieta mediterrânea traz benefícios ao coração por outros mecanismos além da redução de gorduras. Os autores notaram que a mortalidade diminui mesmo sem grandes quedas nas taxas de colesterol.
Segundo o nutricionista Edson Credidio, da Academia Latino-Americana de Nutrição, a dieta mediterrânica é a mais saudável do planeta, pois, além de diminuir a incidência de doenças cardíacas em 33%, reduz o risco de cancro em 24% e também a probabilidade de desenvolver doenças como Alzheimer.
Para Daniel Magnoni, cardiologista do Hospital do Coração, em São Paulo, o estilo de vida mediterrâneo que garante benefícios. «Mas isso inclui praticar actividade física além da alimentação».
Fonte: Sapo
sábado, 16 de Maio de 2009
Malária
Saiba mais sobre a doença que infecta, todos os anos, mais de 500 milhões de pessoas, incluindo crianças.
A malária é causada por parasitas da espécie Plasmodium, que são transmitidos pelas picadas de mosquitos infectados. Há quatro tipos de malária humana (Plasmodium Falciparum, P.vivax, P.malariae, e P.ovale) e o tipo P.falciparum é o mais mortal. No corpo humano, os parasitas multiplicam-se no fígado e infectam os glóbulos vermelhos das células.
Os primeiros sintomas da malária são febre, dores de cabeça, arrepios e vómitos que surgem, em regra, 10 a 15 dias após a infecção. Se não for tratada a tempo, a malária pode levar à morte, já que o fornecimento de sangue aos órgãos vitais é interrompido.
A transmissão da malária depende de factores locais, como os padrões de pluviosidade, a proximidade dos locais de procriação do mosquito e das espécies de mosquitos, daí haver as chamadas zonas endémicas (com vários casos por ano) e as «estações da malária», quando chove mais.
Fonte: Sapo Saude
quinta-feira, 14 de Maio de 2009
Alimentos anti-stress- Combata as tensões com uma boa alimentação.
Combata as tensões com uma boa alimentação.
Veja o que pode (e deve) comer para o conseguir
Quando enfrentamos situações que nos causam stress e ansiedade padecemos de transtornos como subida da tensão arterial, rigidez muscular ou alterações digestivas.
Para que isso não lhe aconteça, ataque o stress consumindo alimentos que melhoram o funcionamento do organismo e contribuem para a redução dos impactos das tensões que esses geram. Algumas frutas, cereais e vegetais podem revelar-se um excelente aliado do seu corpo nestas situações.
AIPO
Um velho remédio para baixar a tensão arterial. Os seus compostos diminuem a produção de hormonas supra-renais contraindo os vasos sanguíneos.
Qual é o seu efeito?
Um dos seus nutrientes calmantes é a niacinamida, que pode actuar como um excelente soporífero natural se comer um talo de aipo antes de se deitar. Para aliviar a ansiedade e os quadros nervosos, recomenda-se comer um ou dois talos por dia.
SEMENTES DE GIRASSOL
São ricas em potássio, vitaminas do grupo B e em zinco, que favorecem a sensação de bem-estar e prazer.
Qual é o seu efeito?
Há estudos que indicam que estes nutrientes são muito benéficos para atenuar estados de stress, pelo que é recomendável reforçar a sua ingestão.
ARROZ INTEGRAL
É um hidrato de carbono que ajuda a libertar os neurotransmissores serotonina e noradrenalina, responsáveis pelo bom ânimo e pela sensação de bem-estar. Para além disso, fornecem a energia de que precisamos para fazer frente às dificuldades quotidianas.
ALGAS
A serotonina também ser despertada pelas proteínas contidas nas algas.
Qual é o seu efeito?
Favorecem o metabolismo do fígado e ajudam a eliminar gorduras e toxinas, processos que libertam as tensões nervosas.
COUVE
Os seus antioxidantes (vitaminas A, C e E, betacaroteno e selénio) contribuem para melhorar o estado de ânimo.
Qual é o seu efeito?
Participam na eliminação de radicais livres, moléculas instáveis que agravam o stress do organismo.
AMÊNDOAS
Contêm magnésio, que regula a actividade supra-renal.
Qual é o seu efeito?
A falta deste mineral pode provocar ansiedade, irritabilidade e insónia.
PEPINO
Refrigera o sangue e o fígado. Para além disso é uma boa fonte de fibra.
Qual é o seu efeito?
Participa no equilíbrio hormonal e no estado anímico, dotando o corpo de vitalidade.
ESPARGOS
Os seus constituintes são de suma importância para o fígado, rins, pele, ligamentos e ossos.
Qual é o seu efeito?
Também contribui para a formação de glóbulos vermelhos e contém glutatião, a enzima antioxidante que favorece a função hepática, alterando positivamente o estado de ânimo.
ALHO
Contém uma substância depurativa (alicina) que elimina as toxinas do corpo e, por conseguinte, permite reduzir o stress.
Qual é o seu efeito?
Utilizado desde há muito tempo para tratar gripes e constipações, pelas suas propriedades antibióticas e antivíricas, a ciência reconhece-lhe também capacidades hipotensora e circulatória, já que dilata as artérias e permite que o sangue flua melhor.
ABACATE
Contém 14 minerais que regulam as funções orgânicas e estimulam o crescimento. O seu único senão é conter muitas calorias.
Qual é o seu efeito?
O ferro e o cobre que fornece regeneram o sangue e evitam a anemia, causa habitual de fadiga ou sensação de impotência perante situações de stress.
A responsabilidade editorial e científica desta informação é da revista Prevenir
Fonte: Sapo Saude
sexta-feira, 8 de Maio de 2009
Falta de vitamina D agrava os sintomas da asma, mostra estudo na Costa Rica
Saúde do sistema imunológico está ligada à exposição ao Sol.
Pesquisa mostra que pode existir uma ligação entre a deficiência de vitamina D e a severidade da asma e dos sintomas respiratórios em crianças. O trabalho foi realizado na Costa Rica e acompanhou mais de 600 crianças que vivem em uma região com altos índices de problemas respiratórios.
A vitamina D já se mostrou em laboratório um produto capaz de influir no comportamento das vias aéreas quando tratadas por medicamentos inalatórios. As crianças estudadas tiveram amostras de sangue retiradas para dosagem de marcadores de resposta inflamatória e níveis de vitamina D, além de testes de função respiratória. Aquelas que tinham menores valores de vitamina D no sangue apresentavam maior reatividade dos brônquios e os marcadores de alergia estavam elevados, inclusive a sensibilidade à poeira.
Essas crianças tinham necessitado mais de internações hospitalares no último ano e usado maior quantidade de corticoides inalados para controlar suas crises, que foram mais frequentes do que as outras. Essa evidência confirma uma ligação entre os níveis de vitamina D e a reação inflamatória da asma. O problema consiste em como prevenir a falta dessa vitamina no organismo humano.
A vitamina D, diferentemente de outras vitaminas não é ingerida, e sim produzida no corpo. Para que esse fenômeno aconteça, vários fatores devem ser levados em conta. A ingestão de vitaminas através de alimentos reforçados e de fontes naturais traz uma pequena parte da quantidade necessária. A exposição à luz solar entra como fator importante nesse processo.
Como as crianças estão se expondo menos à luz solar, seja por causa de atividades dentro de casa ou mesmo pela proteção contra os raios do Sol, a reversão de baixos níveis de vitamina D se torna difícil. O ideal é que as crianças recebam uma dieta equilibrada desde cedo para que suas necessidades nutricionais sejam atendidas, prevenindo déficits futuros.
Luis Fernando Correia é médico e apresentador do "Saúde em Foco", da CBN.
Fonte: G1
quinta-feira, 7 de Maio de 2009
Mulheres acima do peso correm mais risco de parto complicado, diz estudo
Trabalho de parto dura 30% mais e necessidade de cesariana é maior.
Como se não bastassem os problemas já conhecidos e sofridos pelas mulheres obesas ou acima do peso, mais uma evidência surge contra a obesidade feminina. As mulheres obesas ou acima do peso, quando engravidam, correm risco maior de ter um trabalho de parto demorado, o que pode trazer problemas para o feto e aumenta a necessidade de um parto por cesariana.
O trabalho, que foi realizado por pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte e financiado pelo governo americano, demonstrou que o trabalho de parto das mulheres obesas dura em média 30% mais do que o das mulheres com peso normal. A gravidez de uma mulher com excesso de peso traz não só um aumento dos problemas típicos da gravidez como também aumenta a chance da ocorrência de doenças como diabetes gestacional e pré-eclâmpsia.
Os cientistas acompanharam mais de seiscentas mulheres em sua primeira gravidez para estudar porque as mulheres obesas apresentavam uma incidência maior de cesarianas. O conselho dos médicos para as mulheres que pretendam engravidar e estejam acima do peso ou obesas é que procurem orientação especializada para perder peso.
Essa orientação é fundamental para evitar o uso de dietas que promovam perdas de peso, porém levem a comprometimento do estado nutricional das mulheres.
Esse trabalho deve servir de alerta para todas as mulheres jovens, pois se sabe que o percentual de gestações não planejadas pode chegar a 50%.
Luis Fernando Correia é médico e apresentador do "Saúde em Foco", da CBN.
Fonte:G1
quarta-feira, 6 de Maio de 2009
Alemães fazem passeio no interior de intestino tamanho família

Modelo do órgão humano em Dresden é considerado o maior da Europa.
Objetivo da mostra é ensinar a prevenir doenças intestinais, como câncer.
A cidade alemã de Dresden abriu para visitação pública o maior modelo de um intestino humano já construído na Europa. Os visitantes podem passear pelo órgão artificial tamanho família, que foi construído como estratégia para ensinar às pessoas sobre o funcionamento intestinal, sobre doenças que afetam o intestino e, em especial, sobre a prevenção do câncer. Má alimentação é um dos fatores de risco para tumores intestinais.
Da France Presse
Fonte: G1
terça-feira, 5 de Maio de 2009
A gripe, pelo Prof. João Vasconcelos Costa
De suína, esta gripe só tem a origem. De facto, ela é bem humana. Na história da gripe, o aparecimento das grandes epidemias mundiais (pandemias) foi quase sempre por adaptação ao homem de vírus suínos da gripe. Por isto, as expectativas em relação ao vírus aviário H5N1 (sigla que identifica os dois principais antigénios do vírus, e que definem se temos ou não imunidade contra ele) eram a de, com alguma probabilidade, na situação do Extremo Oriente de grande concentração conjunta de aves, porcos e humanos, o vírus aviário H5N1 passar para o porco e deste para o homem, adquirindo capacidade de transmissão homem a homem.
Afinal, como tantas vezes acontece na emergência de novos vírus, a situação foi surpreendentemente diferente. O que aparece é um novo vírus humano - insisto, humano, transmissível de homem a homem - com origem no porco mas no outro lado do globo, no México. Também não é um H5N1 e por isto, como eu e muitos escrevemos na altura, era tolice investir em vacinas contra um vírus que ninguém sabia o que viria a ser - mas sim um H1N1, desaparecido da história da virologia há quase um século. Foi o tipo de vírus que causou a terrível pandemia de 1918, a espanhola, que matou mais gente na Europa do que a guerra mundial que tinha terminado pouco antes. É certo que tem havido, nos últimos invernos, algumas infecções com H1N1, mas não é o tipo hoje mais vulgar e nada garante que o novo vírus seja neutralizado por vacinação com os últimos H1N1 circulantes.
Hoje, os dados oficiais mexicanos revelam cerca de 1300 infectados com 81 mortes, uma taxa de letalidade já considerável. Também já há casos nos EUA. O que significa isto? Não quero ser alarmista, mas os meus leitores têm o direito ao que de mais objectivo eu, especialista, possa dizer.
Considero uma situação muito preocupante, porque estamos perante condições muito diferentes do que eram as tradicionais na emergência de novas pandemias de gripe. A sua origem não é em zonas rurais da Ásia mas sim numa área metropolitana de 20 milhões de pessoas, em estreito contacto favorecedor de transmissão por via respiratória. Em segundo lugar, os vírus hoje viajam de avião. Finalmente, como disse atrás, trata-se de um tipo de vírus contra o qual há dezenas de anos que não há qualquer resistência imune nem há vacinas rapidamente disponíveis.
Que fazer, em Portugal? Para já, a nível individual, nada. A nível das autoridades de saúde, vigilância, controlo a nível de medicina das viagens, planeamento desde já de condições de hospitalização e isolamento de milhares de possíveis doentes (atenção, vai ser a esta escala, transformando a FIL em hospital). O que faria agora eu, como indivíduo? Obviamente, cancelar qualquer viagem marcada para o México ou para o sul dos EUA. Informar-me junto do meu médico sobre todos os sinais de alerta, os sintomas da gripe, que muita gente confunde com os de uma vulgar constipação. Se começar a haver casos em Portugal, usar máscara, deixar de frequentar locais com muita gente, isolar em casa, como prisioneiros, os nossos pais septuagenários. E, se a religião ajuda, rezar frequentemente.
Mas também ter em conta que o mesmo progresso e actual modo de vida que nos vai trazer o vírus de avião também vai permitir o diagnóstico muito precoce da doença, a produção limitada mas razoável de medicamentos e de vacinas.
P. S. - Já imagino o que vai haver por aí de pânico em relação ao consumo de carne de porco! Mesmo que a gripe fosse suína, não era pela carne que se transmitiria. Mas, como chamei a atenção, "suína" é neste caso uma referência enganosa, tem a ver só com a origem. Quem a vai ter são os humanos, não os pobres suínos.
P. S. (21:30) - Últimos dados (não confirmados nos "sites" oficiais): cerca de 20 casos nos EUA, detectados já alguns casos no Canadá, no Japão e na Nova Zelândia.
A gripe (VI)
Ontem protestei junto dos prórios e da TSF e da SIC-N por, no muito visto e ouvido programa "Quadratura do círculo", os participantes, com destaque para Pacheco Pereira, terem opinado sobre a gripe, nomeadamente em termos "técnicos". Estes opinadores estão hoje tão convencidos da sua omnisciência, comentando tudo e todos, que perderam o mais elementar sentido do bom senso e até do ridículo. O pior é que, havendo tendência de muita gente para os ouvir como gurus, falarem e disparatarem sobre o que não sabem, tal atrevimento é uma irresponsabilidade. Disseram-me que não foi caso único, que António Vitorino e Maria de Belém fizeram o mesmo, nos seus espaços mediáticos. Choca-me o segundo caso, por ser uma pessoa que estimo muito e pelas suas responsabilidades como antiga ministra da Saúde.
Na mesma linha, vou hoje aproveitar este espaço e a relativa falta de notícias importantes de hoje sobre a gripe para um apelo aos meus colegas clínicos, não infecciologistas e com menor informação científica. Longe de mim chamar-lhes irresponsáveis. Sei que procedem com a melhor das intenções, mas podem cometer erros graves. Um, que me preocupa, é o uso desrazoável do oseltamivir (Tamiflu©). Os médicos sabem bem que o uso errado de antibióticos leva muito frequentemente a resistências. Neste caso, é o mesmo. Começar a receitar indiscriminadamente o antiviral em situações banais, muitas das quais provavelmente serão infecções respiratórias banais e não gripes, muito menos a A H1N1 - de que, lembremos - não há ainda nenhum caso em Portugal, não obstante vir a haver certamente mais dia menos dia, é um erro potencialmente grave. Ninguém sabe ainda qual vai ser a gravidade clínica desta gripe pandémica. Por isto, é importante não desperdiçarmos armas que felizmente possamos ter, como uma provável sensibilidade ao tratamento.
O mesmo serve como conselho aos meus leitores. Por favor, não pressionem os vossos médicos para vos receitarem Tamiflu© à primeira tosse. Podem dizer que eles é que têm a responsabilidade, mas é exactamente pelas consequências dessa responsabilidade que sabemos que muitos médicos, receosos, vão atrás da exigência do doente.
Com tudo isto, pergunto-me se não seria adequado, nesta fase (com futuro grande número de doentes, é diferente, todos os médicos serão necessários), em que praticamente não há gripe sazonal, limitar a prescrição de Tamiflu© aos serviços hospitalares de urgência ou de consulta de infecciologia ou pneumologia. Honestamente, como não sou "político da saúde" (expressão de forma alguma pejorativa!), admito que é apenas uma dúvida minha que pode não ter sentido prático. É uma excepção óbvia ao meu princípio de falar só sobre o que sei, mas parece-me ser assunto suficientemente para eu levantar uma dúvida, mas com a honestidade de deixar clara a minha incerteza.
P. S. - Não é bem verdade que não haja hoje notícias importantes. Há a suspeita de um caso em Portugal. Fiquei na dúvida sobre o devia referir, por não confirmado e por saber pouco dele. Nem sei se é uma pessoa vinda do México. No entanto, há uma razão forte para me decidir a falar neste caso suspeito. O material biológico foi enviado para o laboratório da OMS em Londres, para confirmação. Isto pode ser mal interpretado, como incapacidade do Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge, numa próxima situação pandémica, grave. O que se passa é que, nesta fase, em que ainda não há testes de diagnóstico facilmente disponíveis e em que os números ainda permitem a centralização do diagnóstico laboratorial, há vantagens numa experiência já considerável, nos últimos dias, na estandardização dos procedimentos e na comparação dos resultados, na Europa. Dito isto, quando for a altura de o Ricardo Jorge ter de vir a trabalhar 24 horas por dia, tenho total confiança no seu laboratório de gripe e na sua directora, Helena Rebelo de Andrade.
E que fazer se houver confirmação deste caso? Antecipo algum pânico. É claro que a senhora, mas só ela, deve ficar isolada e em tratamento (provavelmente já está). Os familiares e pessoas com quem eventualmente tenha tido contacto muito próximo devem ficar em casa durante cerca de dez dias. Se a doente veio do México, todos os viajantes do mesmo avião devem ser identificados, aconselhados e diria que acompanhados diariamente, por telefone, durante alguns dias, para se saber do seu estado de saúde. E é tudo!
P. S. 2 - Esta é uma situação em que a minha irritação com a possibilidade de estar a ser gozado por brincalhões irresponsáveis que, na net ou por mail, se divertem a parasitar situações graves com o seu sentido anormal de humor, a irritação, dizia, deve ser controlada pelo meu sentido de dever, a minha tomada prática de consciência de que há muita gente com pavores aceitáveis que vêm só da falta de informação. Tenho respondido às centenas de mails que estou a receber. Mas perguntarem-me, como hoje, se, no caso de um vírus que se transmite oralmente, é seguro telefonar, acho que é gozo de quem não tem mais nada para fazer. Eu, nesta situação que me envolve cientificamente, tenho mais que fazer.
P. S. (3.5.2009) - Como eu já esperava, Marcelo Rebelo de Sousa também não podia ficar atrás. A intenção até foi louvável, quis ser tranquilizador, mas não resistiu a anunciar a confirmação do caso suspeito em Portugal, o que, à hora em que escrevo, ainda não foi publicado por nenhuma autoridade responsável, nacional ou internacional.
Para ler os artigos da gripe II, III, IV e V .
Prof. João Vasconcelos Costa
Doutor e agregado em Medicina (Microbiologia),
Fonte:
segunda-feira, 4 de Maio de 2009
Trabalho nocturno duplica risco de parto prematuro
Trabalhar à noite durante a gravidez aumenta o risco de parto prematuro em cerca de 50 por cento, sugere um estudo publicado no jornal Obstetrics and Gynaecology.
Investigadores da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, analisaram as condições de trabalho de 1900 grávidas e descobriram que o trabalho nocturno no primeiro trimestre de gravidez está associado à duplicação do risco de parto prematuro.
Fonte: Sapo Saude
sábado, 2 de Maio de 2009
Antes do remédio, tome IOGA
Cólica, TMP, dor de cabeça, dor nas costas, má digestão... Você pode prevenir vários problemas de saúde praticando ioga. Conheça três garotas que tiveram nessa prática a principal aliada na conquista de uma vida mais feliz. E adote as seis posturas curativas que prometem aliviar"Comecei a praticar ioga aos 16 anos, por influência de um tio que era professor. Foram tantos os benefícios que resolvi me aprofundar na prática e hoje também dou aulas. A principal mudança, porém, aconteceu na minha respiração. A bronquite alérgica apareceu quando eu ainda era bebê. Bombinha para bronquite, inalação e prontosocorro fizeram parte da minha infância. Na adolescência, não foram poucas as dificuldades: não podia praticar esportes nem fazer qualquer outra coisa que acelerasse o meu coração, pois a crise vinha. Apesar dos cuidados, o inverno era sempre complicado – muito chiado no peito e dificuldade para respirar. Antes da ioga, ficava conformada com o meu problema. Com a prática, passei a explorar e treinar os meus pulmões. E levei esse aprendizado para o dia-a-dia. Depois de uns seis meses, o chiado no peito diminuiu. Passei um, dois invernos e a bronquite não reapareceu. Uma vez, estava atrasada para pegar o ônibus, dei uma corridinha e nada aconteceu. Fiz isso outras vezes, sem problemas. O inverno chegava e eu continuava bem. Nunca mais tive crise. Hoje, posso até dar uma corrida no parque no fim de semana. Me considero curada."
Carol Santos, 22 anos, professora de ioga e estudante de fisioterapia, pratica ioga há seis anos
"A ioga me deixou flexível, de corpo e mente. Passei a fazer movimentos que nem imaginava ser capaz e, o principal, aprendi a flexibilizar as minhas opiniões. Antes da ioga, eu era uma pessoa muito difícil. Explodia por qualquer bobagem e não conseguia escutar a opinião de outra pessoa. Na hora da briga, fosse com quem fosse, batia a porta, atirava objetos – era um verdadeiro furacão. Na TPM, então, chegava a ser um perigo. Ficava com uma raiva enorme. Era preciso muita paciência para conviver comigo. Com a ioga, meu comportamento foi mudando. No começo, é difícil executar os movimentos e permanecer nas posições. É preciso concentração na hora de sincronizar a respiração com o trabalho muscular, paciência para tentar de novo depois de errar e calma na meditação. Conforme me aperfeiçoava na prática, ia enfraquecendo aquele furacão interior. A paciência que treinava na aula se transformava em tolerância no meu dia-a-dia e passei a me questionar sobre a minha falta de calma em diversas situações. Comecei a pensar na razão das outras pessoas e aprendi a ponderar pontos de vista diferentes dos meus. Não foi uma mudança do dia para a noite, mas um processo que continua até hoje. Mas depois de um ano de ioga, mais ou menos, já era mais fácil conviver comigo. Bater porta e quebrar tudo, nunca mais. Hoje estou muito mais calma, nem a TPM me tira do sério. Para falar a verdade, ela passa batido."
Juliene Darin Duongernina, 24 anos, estilista, pratica ioga há três anos
"Na ioga, aprendi a me concentrar e a persistir em todas as coisas da vida. Tem algumas posições que não são nada fáceis, é preciso muita persistência para conseguir fazê-las. E mais força de vontade para mantêlas! Com elas, fui percebendo que, cada vez que eu não desistia, vencia e acabava conseguindo. Foi um treino importante que rendeu ótimos frutos: tive mais sucesso na hora de persistir na dieta, de resistir a um docinho e de me alimentar melhor. Agora, estou sentindo os benefícios da prática na minha gravidez. É a minha primeira gestação e esse é um momento de muita transformação. Olha, mesmo com todo o equilíbrio conquistado nas aulas, ainda tenho semanas cheias de altos e baixos. Fico tristinha, mandona... Imagine se não fizesse ioga! A prática me tranqüiliza nessa fase tão intensa. Estou preparando o meu corpo e a minha cabeça para ser mãe. Fico mais segura por saber que esse trabalho corporal vai me ajudar na hora do parto. Na meditação, que tem no final de todas as aulas, entro em contato direto com meu bebê. Ficamos em sintonia, isso faz com que eu já me sinta mamãe. E acho que, mesmo dentro da minha barriga, minha filha já gosta da aula. É só eu começar as posturas e ela se mexe toda. É um momento muito especial, para nós duas."
Fernanda Mello, 29 anos, administradora, pratica ioga há três anos
sexta-feira, 1 de Maio de 2009
Comportamentos compulsivos podem ser doença
Comer demais, beber demais, comprar demais. Sinais de um comportamento compulsivo.
Segundo os psicanalistas, esse impulso incontrolável pode ser uma doença quando causa angústia e dificuldade de relacionamento.
Casaco. “Comprei, mas ainda não usei”, diz Lúcia Ceylão, aposentada. Vestido e sapatos. Peças e mais peças sem uso. “Zero bala”, diz.
Lúcia admite: levou tudo isso para o armário pelo simples impulso de comprar. “Eu gosto de conjugar o verbo comprar, não importa para quem. Eu compro para o meu filho, para o meu marido, para a minha mãe. Comprei um celular essa semana para o meu mestre de obras. Vou comprando, cada dia compro uma coisinha”, afirma Lúcia.
Ir às compras, comer, beber: atividades que podem ser parte da rotina viram um problema quando saem do controle: é a chamada compulsão, que tem algumas características. “A dependência, a repetição e principalmente é algo impulsivo, você não escolhe. Você tem a sensação de alguma coisa descontrolada”, diz Sônia Eva Tucherman, da Sociedade Brasileira de Psicanálise.
Alguns tipos de compulsão são graves. “A anorexia pode levar a morte, por exemplo. O alcoolismo pode levar a morte, é uma compulsão”. Uma compulsão cada vez mais comum é por atividade física. Quem tem obsessão por se exercitar acaba passando dos limites do corpo e o que começa como uma busca por saúde pode levar a lesões nos músculos e a um consumo perigoso de suplementos alimentares.
“As pessoas ouvem dizer que vão ter um resultado legal, tanto para emagrecimento quanto para ganho de massa muscular, e usam porque ouviram falar”, diz Julio de Oliveira, professor de educação física.
Não é raro achar quem se confesse viciado em academia. “Muito viciada, já malho há vários anos. É uma doencinha, uma coisa meio patológica, mas acho que é bom”, diz Monica Bruzzi.
“Eu me considero compulsivo, porque se eu ficar doente e ficar uma semana sem malhar, eu me sinto mal mesmo”, diz Robson Godói, engenheiro.
Tão difícil quanto se manter em forma é encontrar o equilíbrio. “Se a gente exagerar, eu acho que perde o objetivo. Acho que a gente tem que tentar equilibrar”, diz Iolanda Fierro. Outra compulsão muito comum é por comida.

Click na foto e veja a entrevista
Ansiedade é pano de fundo para a compulsão
Compulsão por comida, compras, exercícios. Tema do quadro Conversa ao Vivo de hoje. Direto do Rio, a repórter Ana Paula Araújo volta agora com as principais dúvidas dos telespectadores.
JH: A gente começa com a mensagem da Tamires, de Itabuna, que é praticamente um pedido de socorro, diz ela que gasta tanto que chegou a usar o dinheiro da faculdade esse mês para pagar as compras. Doutor Sérgio Cyrino, nosso convidado, o que ela pode fazer?
Cyrino: Deixa o cartão de crédito em casa, carrega pouco dinheiro, saia, mas evite passar pelos shoppings. Tem que se vacinar, de certa maneira, contra esse impulso.
JH: A Estrella, da região dos Lagos, quer saber se fazer compras ou comer sem controle é alguma fuga. Como deve fazer o tratamento? A Edna, de Passo Fundo, pergunta se esse tratamento é com remédios? É com psicólogos?
Cyrino: Geralmente é com as duas coisas. O remédio controla, mas é necessário que haja um acompanhamento contínuo. Não é só tomar o remédio e ficar com ele em casa. É ter a assistência também de um psicanalista, de um psicólogo, de um psiquiatra, se for o caso do remédio também.
JH: A Renata pergunta se tem cura para a compulsão ou isso sempre volta?
Cyrino: Olha, frequentemente volta sim. É uma coisa que a gente pode dizer que é crônica. Algumas pessoas se recuperam, mas é sempre bom ficar de olho.
JH: A Nicolly, diz que quando está nervosa, não para de comer. Quando se acalma, começa a fazer exercícios exageradamente. Como controlar isso?
Cyrino: Ela deve evitar evidentemente o primeiro impulso. Evitar comer. Porque isso é uma compensação que ela tem, ela sente culpa. Deve procurar enfocar bastante essa sensação de culpa que ela tem em relação às coisas.
JH: A Fátima disse que é compulsiva por tudo. Se não pode comer, sai gastando; se não pode gastar, faz qualquer coisa em excesso, até arrancar cabelo. É comum ter compulsões assim, vários tipos?
Cyrino: Pode acontecer, sim. Não é totalmente comum, mas as coisas estão relacionadas. Elas são geradas por ansiedade. É o pano de fundo.
JH: A Márcia, de Mangaratiba diz que sempre gastou demais, comeu muito e agora tem uma compulsão por jogos de computador. Às vezes ela joga por mais de cinco horas. Como se combate essa compulsão dos tempos modernos?
Cyrino: As compulsões dos tempos modernos são fruto do isolamento que as pessoas muitas vezes vivem, portanto, é interessante ter outras pessoas por perto, que tirem a pessoa daquele isolamento, daquela repetição gerada pela necessidade de ficar grudada no computador, que é um meio de manter a pessoa presa. Uma pessoa amiga, que ela goste e que não concorde com aquilo. É necessário, uma força externa.
JH: A Luciana pergunta se procurar um grupo de apoio como os alcoólicos anônimos ou comedores anônimos, isso funciona?
Cyrino: Muito. As pessoas cuidam de quem está no grupo. Umas cuidam dos outros. Acompanham os outros fora dali, não só na reunião, mas na vida da pessoa de um modo geral.
JH: Sérgio Cyrino, psicanalista, muito obrigada pelas dicas. Ele é da Federação Brasileira de Psicanálise e o assunto é tão sério que a federação até promove um Congresso Brasileiro de Psicanálise aqui no Rio, exatamente para discutir a compulsão.
Fonte:G1
quinta-feira, 30 de Abril de 2009
Aloe vera
Nome Comum: Aloe
Outros Nomes: Aloe vera, Erva-babosa, Babosa, Aloe barbadense Sinónimos: Aloe elongata Murr., Aloe lumilis Blanco, Aloe indica Royle, Aloe littoralis Koen, Aloe perfoliata vera L., Aloe vera L. Var. officinalis Baker, Aloe vulgaris Lamarck, Aloe vera Tourn. ex L., Aloe vera (L.) Webb. (non Miller)
O aloe é uma planta nativa do Este e Sudeste de África. Pertencente à família das Liliáceas, o aloe cresce espontaneamente nos trópicos e é cultivado um pouco por todo o mundo, principalmente na Índia ocidental e na zona costeira da Venezuela.
Acerca do uso medicinal do aloe vera, temos, antes de mais, que fazer uma distinção importante sobre as aplicações desta planta. Assim, existem dois produtos principais do aloe: o gel, resultante da expressão da folha carnuda do aloe vera; e o aloés, que é obtido do suco desidratado da folha do aloe vera. De acordo com estes dois produtos, assim temos também aplicações, contra-indicações e recomendações diferentes.
O gel de aloe é rico em água e polissacáridos. Estes componentes fazem dele um bom hidratante, emoliente (acalma e diminui a dor e a inflamação) e cicatrizante. Devido à sua acção anti-inflamatória, imunomodeladora e até anti-viral, é também ideal para ser aplicado em feridas, queimaduras e até em eczemas e na psoríase. Além destas propriedades cosméticas e terapêuticas, o gel de aloe vera também é utilizado para preparar uma bebida, à qual a medicina popular atribui propriedades benéficas no tratamento de gastrites, úlceras gastroduodenais e até do cancro.
Os preparados à base de gel de aloe vera devem conter entre 10-70% de gel fresco. Não devem ser utilizados sobre cesarianas nem após laparoscopias, uma vez que, em alguns estudos, demonstraram ter um efeito retardador do processo de cicatrização destas feridas.
Em relação ao aloés, são essencialmente as propriedades laxativas, aquelas que ressaltam da sua aplicação na medicina. O seu elevado conteúdo em compostos antracénicos leva este suco a possuir uma acção estimuladora da secreção da mucosa intestinal e um aumento do peristaltismo intestinal. É a conversão dos compostos hidroxiantracénicos em aloe-emodina-antrona (substância activa) que permite ao aloés ter uma acção laxativa.
Contra-indicações e Recomendações
No que respeita a contra-indicações sobre a utilização do aloés, há a salientar que este não deverá ser utilizado nos casos em que existe obstrução intestinal, doenças inflamatórias intestinais (como doença de Crohn, colite ulcerativa), apendicite, dor abdominal de origem desconhecida, hemorróidas, problemas renais, menstruação e em crianças com menos de 12 anos de idade.
É ainda conveniente que a sua utilização não se faça por mais de 8 a 10 dias seguidos, sem consulta médica. Devido à perda de electrólitos, em particular de potássio, o aloés não deve ser usado em conjunto com medicamentos para o coração, diuréticos e corticosteróides. Existem ainda referências que a sua utilização também não deverá ser feita em simultâneo com o alcaçuz (também denominada raiz doce). O aloés não deve ser igualmente utilizado na gravidez e na amamentação.
Texto de Pedro Lôbo do Vale - médico
Fonte: Sapo Saúde
quarta-feira, 29 de Abril de 2009
Cientistas criam milho vitaminado
Um grupo internacional de investigadores conseguiu pela primeira vez produzir um alimento transgénico com mais de um tipo de vitamina e em quantidades maiores.
O milho transgénico contém tanto do pigmento alaranjado betacaroteno -substância que dá origem à vitamina A – que ficou até da cor de cenoura.
Os investigadores são académicos sem vínculos a empresas de biotecnologia, e o seu trabalho, dizem, visa diminuir a carência de vitaminas das populações mais pobres. Num artigo na revista científica PNAS, eles lembram que quase metade da população mundial sofre com falta de vitaminas.
«Nós estimamos que, se uma pessoa comer de 100 a 200 gramas de milho por dia, terá a dose recomendada completa de quatro vitaminas carotenogénicas -betacaroteno, licopeno, zeaxantina e luteína -, níveis adequados de folato e cerca de 20% da vitamina C», disse à Folha Online o líder da pesquisa, Paul Christou, da Universidade de Lleida e do Instituto Catalão de Pesquisa e Estudos Avançados, de Barcelona, Espanha.
«Pela primeira vez, nós demonstramos que se pode usar a engenharia genética e plantas transgénicas para melhorar múltiplos traços nutricionais numa mesma cultura simultaneamente. Até muito recentemente, mesmo vários cientistas duvidavam de que isso seria possível», afirmou Christou.
O caso do betacaroteno foi o mais dramático: a equipa conseguiu aumentar em 169 vezes a quantidade natural do milho.
A criação do «supermilho» envolveu bombardear embriões da planta de 10 a 14 dias com partículas metálicas cobertas com cinco genes - dois envolvidos na síntese do betacaroteno, um para vitamina C, um para folato (vitamina B9) e um para servir de «marcador».
O milho desenvolvido também apresentou nível de vitamina C seis vezes maior que o natural e duas vezes mais folatos.
O betacaroteno é importante para a visão. A vitamina B9 é fundamental para a formação de proteínas e da hemoglobina do sangue, e importante para evitar anemias. Já a vitamina C é importante para a formação do colágenio, a proteína que dá resistência aos ossos e dentes.
Ainda é preciso estudar melhor a capacidade de absorção dessas vitaminas do milho pelo organismo humano. O processo de cozedura também poderia destruí-las. Mas Christou é optimista. «Lembre-se de que nós comemos vegetais cozidos e ainda assim obtemos uma boa dose de vitaminas», diz.
Ele rebate as críticas feitas por grupos ambientalistas, que não admitem nenhuma forma de cultura transgénica.
«A comercialização e a liberação de plantas transgénicas são governadas por regras draconianas e sem paralelo em qualquer outro sector. A União Europeia, após um estudo de 15 anos envolvendo 400 instituições públicas de pesquisa, a um custo de 70 milhões, declarou que plantas e produtos derivados geneticamente modificados não apresentam risco para a saúde ou para o ambiente».
2009-04-28
Fonte: Sapo Saude
Gripe Suina
A gripe suína entretanto já começou a espalhar-se para fora do país, havendo, quase desde a primeira hora, casos confirmados nos Estados Unidos e no Canadá. Logo a seguir, o vírus entrou na Europa, com casos confirmados em Espanha e no Reino Unido, todos eles de pessoas que tinham viajado recentemente ao México. E a cada hora que passa, parecem surgir dos mais diversos países notícias de pessoas hospitalizadas com sintomas da doença.
O que é a gripe suína?
A gripe suína é uma doença respiratória provocada por ortomixovírus endémicos aos porcos. Até à data, as correntes isoladas da doença têm sido classificadas como vírus gripais de tipo C ou de tipo A, como é o caso da que está actualmente a grassar pelo mundo, que é do tipo AH1N1.
Embora a gripe suína não seja um acontecimento raro em determinadas zonas do globo, afectando directamente pessoas em contacto com os suínos, já houve ameaças anteriores de pandemia alargada, como a que se verificou nos EUA em 1978 e nas Filipinas em 2007.
As origens do vírus H1N1 ainda permanecem desconhecidas, embora haja teorias de que se trate de um híbrido entre as correntes asiáticas e europeias do vírus que viajaram para o México em aves migratórias ou mesmo em pessoas, e outra corrente norte-americana propagada em fábricas de suínos mexicanas, onde teriam infectados os trabalhadores directamente em contacto com os animais.
A Organização Mundial de Saúde expressou bastante preocupação com a doença, essencialmente pelo facto dela se transmrtir não só pelos animais mas também de humano para humano, determinando tratar-se de «uma emergência de saúde pública de âmbito internacional» e sublinhando o conhecimento ainda deficiente das «características clínicas, epidemiologia e virulogia dos casos confirmados e das respostas apropriadas».
Como se contrai a gripe suína?
À partida, o vírus da gripe suína contrai-se através do contacto directo com os animais infectados, mas sabe-se já que também pode espalhar-se pelo ar, através de tosses e espirros.
Além disso, evidências crescentes mostram que pequenas partículas do vírus podem resistir em mesas, telefones e outras áreas e serem transferidas pelos dedos quando levados à boca, nariz ou olhos.
O vírus não pode, como já foi amplamente sublinhado, ser transmitido através do consumo de carne de porco, uma vez que a temperatura de cozedura (71º Celsius) destrói os vírus e as bactérias.
Os sintomas não são muito diversos dos de uma gripe comum, embora se agravem rapidamente. Consistem numa febre repentina (acima dos 38ª C.), congestionamento nasal, tosse intensa, falta de apetite e intensa dor de cabeça e de articulações.
Para saber se se está infectado pelo vírus, é efectuado um «exame clínico detalhado», que analisa secreções de nariz e laringe durante as primeiras 24-72 horas, e de sangue para identificar anticorpos.
Vacinas só existem para os próprios porcos, não para o ser humano. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a vacina existente para humanos é para uma cepa anterior ao vírus, com o qual não é tão eficaz. Mas «a produção de vacina pode tornar-se possível na medida em que o vírus tenha sido identificado».
Nos casos confirmados, as autoridades mexicanas fornecem os antivirais "oseltamivir" e "zanamivir", mas sob estrita supervisão médica já que são fórmulas «de uso delicado» e uma má aplicação «não está isenta de efeitos secundários». O Tamiflu, o medicamento que contém o seltamivir, utilizado contra a gripe aviária, é eficaz, segundo a OMS.
Segundo a Direcção Geral de Saúde (DGS), ...:
- Lavagem frequente das mãos, com água e sabão, para reduzir a probabilidade de transmissão da infecção.
- Cobrir a boca e nariz quando espirrar ou tossir, usando lenço de papel sempre que possível.
-Utilizar lenços de papel, que devem ser de uso único, depositando-os num saco de plástico que deve ser fechado e colocado no lixo após utilização.
- Limpar superfícies sujeitas a contacto manual (como maçanetas das portas) com um produto de limpeza comum.
- O cumprimento destas indicações é muito importante igualmente em crianças.
Nos próprios locais, sugere-se também o afastamento de outras pessoas que possam estar infectadas, além da tentativa de evitar grandes aglomerações, e de trabalhar e até repousar em casa se a infecção se espalhar pela comunidade.
Naturalmente que qualquer um com os sintomas semelhantes ao da gripe suína – ou de qualquer outra gripe -, como febre repentina, tosse ou dores musculares, deve evitar o trabalho ou o transporte público e deve realizar exames médicos.
Muito importante ainda é que os viajantes que regressem de áreas atingidas ou que tenham tido contacto próximo com qualquer pessoa infectada e que apresentem sintomas de gripe devam permanecer em casa e ligar para a Linha Saúde 24, através do número 808 24 24 24 e seguirem as instruções que lhes forem
dadas.
Fonte: Sapo Saúde
segunda-feira, 27 de Abril de 2009
Cardápio contra o cancro
Cardápio contra o câncer
A combinação dos alimentos, o intervalo das refeições e disciplina ajudam no combate a doenças.Confira o cardápio elaborado num hospital de Jaú (SP) que reduz a incidência de vários tipos de câncer.
Domingo
Café da manhã: café com leite, ovo mexido com tomate e pão francês integral
Lanche da manhã: salada de fruta com iogurte desnatado
Almoço: arroz com cenoura e vagem, feijão, filé de pescada na frigideira ao molho cremoso de requeijão e mostarda, salada de almeirão com pepino, crepe de maçã com canela e suco de caqui com limão
Lanche da tarde: pão com requeijão, leite com achocolatado
Jantar: sanduíche de frango com alface roxa e pêssego,suco de maracujá com laranja e maçã
Lanche da noite: pipoca
Segunda-feira
Café da manhã: leite desnatado batido com uva passa e morango, pão integral e geléia de frutas sem açúcar
Lanche da manhã: mamão com farelo de aveia
Almoço: espaguete com tomate, azeite e soja, berinjelas e abobrinhas ao forno com carne moída e azeitonas, suco de caju e gelatina de morango com pedaços de pêssego.
Lanche da tarde: barrinha de cereais (açúcar mascavo, fibra de trigo, flocos de arroz, sementes de gergelim, aveia)
Jantar: sopa de brócolis com alho e iogurte natural, torradas com queijo branco, manjericão e azeite, uma laranja
Lanche da noite: leite gelado batido com goiaba
Terça-feira
Café da manhã: suco de laranja, pão de fôrma de aveia com requeijão light e peito de peru
Lanche da manhã: chá de camomila com torradas
Almoço: arroz, salada de grão-de-bico com cebola e alho, bife grelhado com molho de manjericão e tomate, mousse de manga e suco de abacaxi com melão e hortelã
Lanche da tarde: iogurte de frutas com biscoitos cream cracker
Jantar: risoto de arroz integral com frango e tomate, salada de cenoura com uvas passas, kiwi e uva picados com creme de leite light
Lanche da noite: leite gelado batido com banana e morango
Quarta-feira
Café da manhã: café com leite desnatado e pão francês com queijo branco
Lanche da manhã: leite com mamão, aveia e mel
Almoço: macarrão com atum ao forno, salada de folhas verdes com trigo cozido, suco de melancia e mousse de morango
Lanche da tarde: frutas com granola (aveia, germe de trigo, coco, nozes)
Jantar: tomate recheado com arroz, filé de frango grelhado, salada de rúcula e ervilhas, suco de limão
Lanche da noite: leite batido com canela em pó
Quinta-feira
Café da manhã: cereal matinal integral com leite desnatado e morango
Lanche da manhã: suco de mamão com goiaba e torrada com requeijão light
Almoço: arroz com brócolis, feijão, panqueca de frango c/milho verde, salada de repolho com beterraba, suco de pêssego e queijo branco com goiabada
Lanche da tarde: barrinha de cereais (açúcar mascavo, fibra de trigo, flocos de arroz, sementes de gergelim, aveia)
Jantar: caldo verde com músculo e crótons de pão de fôrma integral, salada de frutas
Lanche da noite: leite com achocolatado
Sexta-feira
Café da manhã: café com leite desnatado, pão francês com margarina cremosa e queijo minas frescal , mamão papaya
Lanche da manhã: iogurte de frutas
Almoço: sardinhas ao vinagrete (tomate, cebola e cheiro-verde), folhas de endívia (ou couve-manteiga) recheadas com ricota temperada, arroz integral e feijão, suco de uva e pudim de maçã
Lanche da tarde: bolo de fubá, chá de erva-doce
Jantar: nhoque de mandioca, salada de alface, agrião, feijão branco e peito de peru, geléia de ameixa com queijo branco
Lanche da noite: leite gelado batido com folhas de hortelã
Sábado
Café da manhã: café com leite desnatado, pão bisnaga com pasta de ricota e orégano
Lanche da manhã: banana com aveia
Almoço: arroz, feijão, omelete de alho-poró com queijo minas, peito de peru, milho e couve-flor, escarola refogada, suco de laranja com acerola e pêra cozida no vinho
Lanche da tarde: torrada integral com geléia de fruta, chá mate gelado
Jantar: pizza de rúcula com requeijão light, tomate, manjericão e azeitona, suco de melão, sobremesa gelada de café
Lanche da noite: granola com iogurte
Fonte: G1
domingo, 26 de Abril de 2009
Amamentar reduz risco de derrames e doenças cardíacas nas mães
Mulheres que amamentam seus filhos podem estar reduzindo seu próprio risco de sofrer doenças cardíacas ou derrames, indica uma pesquisa da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos.
Os pesquisadores americanos dizem ter verificado que mulheres que amamentam por mais de um ano estão 10% menos propensas a sofrer desses problemas de saúde do que aquelas que nunca amamentaram.
O estudo americano envolveu 140 mil mulheres já no período pós-menopausa. Em média, essas mulheres haviam amamentado seus bebês há mais de 35 anos.
Acredita-se que a redução do risco de sofrer de doenças cardiovasculares ocorre porque, ao amamentar, as mulheres diminuem os depósitos de gordura no corpo.
No entanto, os pesquisadores afirmam que o efeito é mais complexo e que a liberação de hormônios estimulada pela amamentação também tem um papel importante.
Segundo os pesquisadores, amamentar por mais de um ano pode ainda reduzir em cerca de 20% os riscos de as mães sofrerem de diabetes e colesterol alto, e em 12% o risco de pressão alta.
O estudo afirma que mesmo as mães que amamentam por pelo menos um mês já têm o risco de diabetes, colesterol e pressão alta reduzidos em relação àquelas que nunca amamentaram.
A pesquisa também verificou que amamentar reduz os riscos de a mulher sofrer de câncer de mama e ovário e de osteoporose.
Benefícios
Esse estudo, divulgado na publicação especializada "Obstetrics and Gynaecology", vem se somar às crescentes evidências de que amamentar traz benefícios não somente para a saúde dos bebês, mas também das mães, dizem especialistas.
Para os bebês, a lista de benefícios é extensa, afirmam especialistas. O leite materno pode proteger contra obesidade, diabetes, asma e infecções no ouvido, estômago e peito.
"Há anos nós sabemos que amamentar é bom para a saúde dos bebês", disse a pesquisadora Eleanor Bimla Schwarz. "Agora sabemos que também é importante para a saúde das mães."
Segundo Schwarz, a amamentação é "uma parte importante da maneira como o corpo das mulheres se recupera da gravidez".
"Quando esse processo é interrompido, as mulheres ficam mais propensas a sofrer diversos problemas de saúde, como ataques cardíacos e derrames", disse a pesquisadora.
O Departamento de Saúde britânico recomenda amamentação por pelo menos seis meses.
Segundo a especialista em doenças cardíacas June Davison, da British Heart Foundation, a pesquisa revela uma associação entre amamentação e redução de riscos de problemas cardíacos, mas ainda são necessárias "mais pesquisas para compreender porque isso ocorre".
Da BBC
Fonte: G1
sexta-feira, 24 de Abril de 2009
Levantamento de peso e musculação podem ajudar hipertensos
Para começar os exercícios, contudo, é bom consultar um médico.
Será que levantar peso é ruim para a pressão sanguínea? Sabe-se que exercícios aeróbicos regulares podem melhorar a circulação e reduzir a pressão do sangue. Porém, o que dizer da musculação?
Levantamento de peso pode até ajudar no controle da pressão (Foto: Reprodução)
Durante anos, pessoas com hipertensão foram alertadas a não praticar o esporte, pois os médicos temiam que picos de pressão sanguínea, provocados durante o levantamento de peso vigoroso, pudessem causar problemas perigosos e, no longo prazo, aumentar a pressão. No entanto, estudos não oferecem muitas evidências em relação a isso. Nos últimos anos, grandes pesquisas descobriram o contrário: a musculação reduz a pressão sanguínea, pois, com músculos mais fortes, exige-se menos do coração para as atividades do dia-a-dia.
Por exemplo, uma análise, publicada no periódico "Hypertension", observou 11 exames clínicos comparando 182 adultos praticantes de musculação várias vezes por semana e 138 não praticantes deste tipo de exercício. No geral, o estudo descobriu que a musculação diminuiu a pressão sanguínea sistólica (o maior número num exame de pressão) em até 2%, e a pressão diastólica em cerca de 4% - pequenos benefícios capazes de melhorar enormemente a saúde cardiovascular.
Outro relatório da American Heart Association, publicado na revista científica "Circulation", revelou que apenas duas ou três sessões de levantamento de peso por semana – com exercícios de flexões e pressões – eram suficientes para diminuir a pressão sanguínea.
A associação afirma que o treinamento de resistência pode também beneficiar pacientes cardíacos, mas recomenda uma consulta inicial com um médico, para orientação.
Portanto, o levantamento de peso pode diminuir a pressão sanguínea.
Anahad O'Connor Do 'New York Times'
Fonte: G1
quinta-feira, 23 de Abril de 2009
'Chicletes' de nicotina podem aumentar risco de câncer na boca,
Especialista recomenda não ultrapassar data-limite de parar com produto.
Os 'chicletes' de nicotina, uma estratégia muito usada por fumantes para tentar lagar o vício, podem aumentar o risco de câncer bucal, afirma reportagem no jornal londrino "The Times". Segundo o diário britânico, uma pesquisa coordenada por Muy-Teck Teh, da Universidade de Londres, mostrou que a ação da nicotina por via oral pode afetar células da boca que já carregam uma mutação potencialmente cancerígena, levando-as a "cruzar a barreira" rumo ao câncer propriamente dito.
A pesquisa foi publicada no periódico científico "PLoS One". O debate sobre a interação entre a nicotina e o câncer existe há tempos. Sabe-se que a substância não é o componente mais cancerígeno no cigarro, e o fato de ela não ser inalada quando consumida na forma de chiclete também diminui o risco associado à molécula.
Em entrevista ao "Times", Teh fez questão de ressaltar que, apesar de tudo, as pessoas que estão usando o chiclete como forma de parar de fumar devem manter o uso, já que o risco ainda é bem menor do que o envolvido em continuar tabagista. Teh também recomendou que as pessoas não ultrapassem o período normal de uso do produto, que em geral é de cerca de seis meses. Pode ser que o uso continuado além desse período é que aumente o risco de problemas bucais.
Fonte G1
segunda-feira, 20 de Abril de 2009
Brócolos podem combater germes
Num estudo publicado na edição de Abril da revista especializada «Cancer Prevention Research», investigadores examinaram 50 pessoas infectadas com o germe Helicobacter pylori, e dividiram-nas em dois grupos.
Durante oito semanas, um grupo comeu até cem gramas de brócolos por dia, enquanto o outro consumiu uma quantidade equivalente de alfafa.
Utilizando exames padronizados de sangue e fezes, os pesquisadores descobriram que o grupo dos brócolos reduziu significativamente os níveis de infecção do H. pylori, enquanto os níveis no grupo de controlo permaneceram inalterados.
Existem tratamentos antibióticos para infecção por H. pylori, mas Jed W. Fahey, co-autor do estudo e investigador no Johns Hopkins, aponta que os medicamentos nem sempre são efectivos e podem causar efeitos colaterais desagradáveis.
«Estamos animados com os resultados, mas temos de ser cautelosos para não interpretá-los demais», disse Fahey. «Uma redução no H. pylori deveria levar a uma redução na inflamação, mas não provamos isso neste pequeno experiência clínica». Ainda assim, acrescentou, «numa escala de saúde pública, uma mudança relativamente pequena nos hábitos alimentares pode ter um grande efeito em doenças crónicas.»
2009-04-16
Fonte: Sapo Saude
sábado, 18 de Abril de 2009
Aromas, sons e cores para o quarto do bebê
Lavanda: acalma, ajuda a dormir e a ter bons sonhos. É um emergencial para toda hora.
Tangerina: é ideal para resfriados e revigorante – por isso mesmo, não é aconselhável usar esse aroma à noite.
Eucalipto: ajuda a respirar melhor e elimina energias negativas. É indicado para ser usado na limpeza do quarto.
Atenção: os óleos essenciais devem ser diluídos em água justamente por serem bastante concentrados.
Cores
Verde: é uma ótima opção para mães e pais que não querem saber o sexo do bebê. Além disso, é a cor da saúde, do equilíbrio e do crescimento.
Lilás: relaxante, funciona bem para os detalhes e pode ser combinado com o verde.
Rosa-claro: contém o elemento fogo, que é estimulante.
Azul-claro: possui o elemento água, que é pura emoção. É uma cor que acalma, mas deve ser combinada com branco ou outro tom de azul.
Sons
CDs: dê preferência aos relaxantes, com sons da natureza, como passarinhos, noite com grilos, chuva, baleias e por aí vai.
Músicas: podem ser clássicas ou simplesmente instrumentais, como as de caixinhas musicais.
Móbiles: opte por aqueles com sons de natureza ou bem suaves.
Relógios: somente os sem tique-taque.
Paula Desgualdo
Fonte: bebe.com.br
quinta-feira, 16 de Abril de 2009
Feng shui no quarto do bebê
Cores, cheiros, sons...Aprenda a usar a tradição chinesa para harmonizar o ambiente em que seu filho passa a maior parte do tempo
Por Paula Desgualdo
Do útero para a maternidade. Da maternidade para... o quarto. É ali, naquele cantinho da casa que você preparou com todo carinho, que o seu filho passará a maior parte do tempo. “Nós, adultos, ficamos um terço das nossas vidas no quarto. Os bebês permanecem ainda mais tempo”, afirma Silvana Occhialini, especialista em feng shui de São Paulo.
Nem é preciso dizer que, quanto mais ele for aconchegante e receptivo, melhor para o pequeno. E isso não significa gastar tubos de dinheiro com a decoração. Pelo contrário. “É comum os pais encherem o quarto com brinquedos e penduricalhos, mas isso, em vez de ajudar, acaba prejudicando o equilíbrio energético”, aponta Silvana. “Quando o assunto é harmonizar, menos é mais”, ensina.
Procure tornar o ambiente alegre, arejado e suave. “Ele deve ser propício ao relaxamento do bebê e aos momentos de amamentação”, aconselha Cris Ventura, consultora de feng shui também da capital paulista. Se algo no quarto não vai bem, a criança pode demonstrar irritação, apresentar insônia ou chorar excessivamente. “Os pequenos são intuição pura”, acrescenta a consultora.
Segundo a tradição chinesa, é possível alinhar os espaços de acordo com as forças da natureza e, assim, equilibrar as energias entre as pessoas e o ambiente. É claro que, para isso, o ideal é seguir as orientações de um especialista. Mas existem idéias simples da filosofia oriental que você pode colocar em prática a partir de hoje. Pendurar uma foto dos pais no quarto da criança é uma delas – trata-se de uma forma de transmitir amor e segurança.
Fonte Bebe.com.br
terça-feira, 14 de Abril de 2009
Alimentos poluidores

Todos os alimentos têm uma «pegada ecológica»
Provavelmente nunca pensou nisso, mas sempre que comer vai estar a contribuir (pelo menos de forma indirecta) para o aumento da poluição. Afinal de contas, a produção de alimentos também implica o gasto de água, o uso de fertilizantes e pesticidas e a emissão de dióxido de carbono, desde o início do processo até ao transporte. Esta relação causa-efeito é lembrada por um estudo divulgado pela Comissão Europeia, para quem a alimentação é uma das quatro áreas do consumo privado que tem mais impacto negativo no ambiente (entre 20 e 30 por cento do peso total).
E haverá alimentos mais prejudiciais que outros? Em situações normais, a carne implicará sempre mais gastos de recursos e energia. O site www.ambienteonline diz que, por exemplo “são necessárias 54 kcal de petróleo para produzir 1 kcal de carne de vaca” e apenas “3,3 kcal de petróleo para produzir 1 kcal de proteína vegetal a partir de cereal”. Além disso, acrescenta também que “são precisos 500 litros de água para produzir 1 kg de batatas, 1000 litros para 1 kg de trigo e 13 500 litros para um 1 kg de carne de vaca”.
fonte: Sapo Saude
segunda-feira, 13 de Abril de 2009
Ginseng siberiano: energia natural
Não é tão conhecido como o Ginseng Coreano (Panax ginseng), mas faz parte da medicina tradicional chinesa há mais de dois milénios. O Ginseng Siberiano, ou Eleuterococo, é um tónico natural adaptogénico: ajuda o corpo a recuperar o equilíbrio. Em condições difíceis – frio ou calor, stresse ou exaustão física, vírus ou substâncias químicas - esta substância revigorante pode fazer toda a diferença.
Cresce no sudeste da Rússia, na China, Coreia e Japão. A medicina tradicional chinesa recorre a esta raiz para prevenir inflamações do tracto respiratório e reforçar o sistema imunitário. Na Sibéria, servia para melhorar a qualidade de vida e reduzir infecções.
Como actua?
A raiz é a parte mais importante da planta. Rica em eleuterósidos, eleuteranos, polissacáridos, saponinas e vitaminas, consta na lista da Comissão E (agência reguladora governamental alemã) como um excelente tónico em casos de fadiga ou declínio da capacidade de trabalho e concentração, assim como em períodos de convalescença.
Recomendado para...
O Ginseng Siberiano é usado para reforçar o sistema imunitário nas doenças cardiovasculares, falta de concentração e memória, stresse, depressão, fadiga e até esgotamentos. Funciona ainda como agente anti-inflamatório.
Estudos recentes, orientados por cientistas russos, comprovaram que esta raiz não só ajuda o organismo a adaptar-se ao stresse, como também ajuda a diminuir a incidência de toxicidade de alguns medicamentos e a melhorar a resistência a gripes e constipações. Cientistas alemães concluíram que poderá também ser benéfica nos primeiros estágios da SIDA, ao retardar o desenvolvimento do vírus e aumentar o número de células T. Pode ainda ser aconselhado a pacientes em radioterapia, pelo efeito anti-radioactivo. Após o acidente de Chernobyl, muitas vítimas tomaram esta espécie de ginseng para atenuar os efeitos da radiação.
O Ginseng Siberiano tem um longo historial de uso popular contra a infertilidade masculina. Estudos em animais sugerem que a raiz pode, de facto, ajudar a aumentar a capacidade reprodutiva.
Dosagens
A dose diária recomendada varia entre 2 a 3g, podendo ser administrada sob a forma de extracto seco (5:1) em que se aconselha 0,2 a 1g por dia; tintura (1:10) com 50 a 100 gotas uma a três vezes por dia ou pó: 05 a 1g, uma a três vezes por dia.
Contra-indicações
Apesar de ser amplamente utilizada e não apresentar toxicidade, a raiz de eleuterococo não é para todos. Deve ser evitada por pessoas com hipertensão arterial, arritmias cardíacas e após enfarte do miocárdio. Pessoas com apneia do sono e narcolepsia também não a devem tomar, assim como mulheres grávidas, a amamentar ou durante a segunda metade do ciclo menstrual, devido a um potencial efeito estrogénico. A raiz pode ainda interagir de forma negativa com alguns fármacos.
Os tratamentos devem ser descontinuados: a cada período de toma de 1 a 3 semanas, deve seguir-se uma pausa de 3 a 6 semanas.
Fonte: Sapo Saude
sexta-feira, 10 de Abril de 2009
Alergias: há forma de prevenir?
Naturopatia
Será que as alergias são sinal de anomalia imunitária? Para atenuar e controlar de forma prolongada as alergias, é preciso identificar as substâncias alergéneas, como os sulfitos presentes nos vinhos, trigo, citrinos, café, chocolate, ovos, soja, noz, amendoim… e os elementos ambientais, tais como poeiras, penas, pêlos de animais e pólen de flores. A naturopatia possui numerosos recursos que deverão ser aplicados segundo o estado de cada pessoa, e o protocolo terapêutico deverá ser individualizado:
- A hidroterapia do cólon demonstrou já os seus benefícios e provou eficácia na eliminação da sobrecarga tóxica a nível intestinal.
- Os sprays nasais com água do mar ou água salgada com flor de sal são procedimentos benéficos de acção rápida.
- Os aerossóis de óleos essenciais de eucalipto (Eucalyptus globulus), de cipreste (Cupressus sempervirens), de tomilho-de-Espanha (Thymus mastichine cineolifera), ou de pinheiro-marítimo (Pinus pinaster) são as melhores opções em aromaterapia.
- Em caso de alergia, devem-se privilegiar alguns alimentos, como sumos verdes e ácidos gordos essenciais derivados de óleos de peixe, para reconstituir a mucosa intestinal, que é porosa, e em estado inflamatório, nos períodos de alergia, sem esquecer os ovos de codorniz, que podem ser consumidos como tal, ou na forma de
- A PNL (Programação Neuro-Linguística) é, sem qualquer dúvida, um utensílio terapêutico a utilizar, com a ajuda de um terapeuta competente e honesto.
Jean-Claude Rodet
Dourado em naturopatia
Nutrição
Em primeiro lugar, tomar consciência de que uma reacção alérgica é uma condição inflamatória desencadeada pelo sistema imunitário contra um a